<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373</id><updated>2012-02-08T21:19:33.066-08:00</updated><category term='Séries'/><category term='Televisão'/><category term='Internet'/><category term='HQ´s'/><category term='Mídia'/><category term='Curto-Conto'/><category term='Podcast'/><category term='Cenas Fodásticas do Cinema'/><category term='Filmes'/><category term='Livros'/><category term='Videocast'/><category term='Dizformando'/><category term='Fanfics'/><category term='Música'/><category term='Videos'/><category term='Momento Molejão'/><category term='IV Cineport'/><category term='Noticias'/><category term='Entrevistas'/><category term='Poemas'/><category term='Vida Unicelular'/><category term='Tiras'/><category term='Oscar'/><category term='Análises'/><category term='Contos'/><category term='Resenhas'/><category term='Downloads'/><category term='Fenart 2010'/><category term='Cotidiano'/><category term='Fast Review'/><category term='Quadrinhos'/><title type='text'>Dizforme</title><subtitle type='html'>CULTURA POP E O INFINITO...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>253</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-1954883012704316251</id><published>2012-01-18T09:47:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T09:47:28.642-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Manifesto "Só a leitura salva"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="225" mozallowfullscreen="" src="http://player.vimeo.com/video/31603360?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/31603360"&gt;Manifesto - Só a leitura salva&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/marcosxfelipe"&gt;Marcos Felipe&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-1954883012704316251?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/1954883012704316251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=1954883012704316251&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/1954883012704316251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/1954883012704316251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2012/01/manifesto-so-leitura-salva.html' title='Manifesto &quot;Só a leitura salva&quot;'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-3311826223785657354</id><published>2011-12-31T08:56:00.000-08:00</published><updated>2011-12-31T08:56:27.942-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>2011 Ventos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Z-IQ-OepeCo/Tv8-jyOLiAI/AAAAAAAACt8/-RJGtzHjkRs/s1600/32.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-Z-IQ-OepeCo/Tv8-jyOLiAI/AAAAAAAACt8/-RJGtzHjkRs/s400/32.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em um determinado momento da vida percebi um certo "código marceliano" involuntário ligado aos anos, sempre um ano sendo regido mais por acontecimentos pessoais e o seguinte mais da area profissional, e assim se revezando. 2011 foi um ano atipico nisso, talvez quem sabe até um marco, uma mudança. Nesse ano tanto o pessoal quanto o profissional agitaram meus dias e minha mente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aprendi lições valiosas afetivamente em 2010 que me prepararam para um crescimento consideravel em 2011. Passei, assim, a me conhecer melhor, saber realmente o que quero, o que devo evitar - e conseguir evitar até - e ter mais foco. Paralelamente, aprendi lições tão importantes quanto profissionalmente, a compreender que certas coisas nao se misturam, a aprender que é importante fugir de certas situações que podem dar dores de cabeça desnecessárias, e que foco, dedicação e esforço é a única coisa que nos leva pra frente, aliados, claro, a força de vontade e decisões feitas com sabedoria e o coração.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aliás, coração é uma palavra que aprendi a respeitar e ouvir nos últimos tempos, um grande feito para aquele que o velho amigo de guerra Cleriston Oliveira chamava de zoação como um "homem de coração de pedra", que na verdade era a racionalidade latente sempre falando alto. Aprendi um pouco a equilibrar as coisas até, e de tabela a ser mais companheiro para amigos, respeitar seus jeitos de serem, decisões, mas sem deixar de ter minha opinião e dizer o que penso, afinal, nessa vida, autenticidade e não se guiar pelos outros é importante.2011 foi um ano de promessas próprias cumpridas inclusive. Um ano onde pratiquei mais minha arte literária, onde me diverti mais do meu jeito peculiar, onde fui também mais eu mesmo, sem preocupações com pensamentos ou opiniões alheias. Termino o ano dizendo a mim mesmo: como é bom o amadurecimento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi um ano também onde cumpri metas minhas, com a aprovação no mestrado, sonho que levo em minha mente há dois anos e que me preparei adequadamente para cumprir, e até tive tempo de surpreender comigo mesmo. Cumprir metas, promessas, mas sem me pressionar demais, sem me gabar por te-lo feitas, sem precisar a todo momento mostrar aos outros que fiz isso ou aquilo, alias, 2011 foi o ano em que mais me irritei de ver esse tipo de comportamento nas pessoas e que mais me questionei qual a necessidade ou o valor de se estar eternamente provando algo a todo mundo, pessoas que nem lhe conhecem ou tão aí pra você. É preciso se fazer algo por que quer fazer e sem ficar dizendo ao quatro ventos. O sábio é aquele que cumpre e não o que diz que vai ou que cumpriu.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fiquei também feliz esse ano com as vitórias de bons amigos, como Cleriston Oliveira, que aos poucos vi descobrir o seu lugar no mundo e ter conquistas significativas, conquistas também que vi e me orgulhei de ver em Megaron Xavier, um garoto ainda que busca seu espaço nesse mundo tão duro e frio. Foi um ano também que pude ter o prazer de conviver e conhecer melhor essa flor de luz chamada Cláudia Silveira, uma companhia importante e mais que agradavel.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um 2011 que também vi amigos queridos que penaram, sofreram perante as intempéries da vida, mas que mesmo com o coração sangrando tentam seguir em frente, e esse não preciso citar o nome por que sabem que falo deles e o quanto quero seus bem, mesmo que nem sempre demonstre com tanta proximidade.Me considero um homem simples, uma pessoa simples, que não precisa de carros do ano, de roupas caras, do último modelo tecnológico hi tech para se sentir integrado a circulos, redes ou se sentir satisfeito. Cresci na simplicidade de uma cidade de interior, com brincadeiras simples e ensinamentos valorosos de meus pais, que carrego até hoje e sempre.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Espero que continue sempre assim, amigo, justo, coerente, bem humorado, que consiga aprender com os problemas e sorrir mesmo nas dificuldades, e acima de tudo ser algo além de um nome em agenda ou rosto de mesa de bar ou festa, que facilmente é esquecido assim que um novo rosto apareça, pelo menos para aqueles que considero amigos e que queiram de fato me considerar também. Afinal, falsidade está em todo lugar, vejo sempre, até a ignoro, cumprimento, mas sei "viver entre os bons e maus e me guardar", como diria Ivan Lins.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Espero que 2012 seja como 2011, um ano de bons ventos, e que esses ventos soprem em todos que estão em meu coração e que me tenham nos seus. Feliz Ano Novo, feliz passagem pela vida e contem comigo para o que precisarem meus queridos amigos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-3311826223785657354?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/3311826223785657354/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=3311826223785657354&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3311826223785657354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3311826223785657354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/12/2011-ventos.html' title='2011 Ventos'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Z-IQ-OepeCo/Tv8-jyOLiAI/AAAAAAAACt8/-RJGtzHjkRs/s72-c/32.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-6578829929573643248</id><published>2011-12-24T08:30:00.000-08:00</published><updated>2011-12-24T09:07:24.630-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>#FELIZNATAL e #ANONOVO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/TbFueiusTWg" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/DEtkxMcYPUo" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-6578829929573643248?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/6578829929573643248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=6578829929573643248&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6578829929573643248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6578829929573643248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/12/feliznatal.html' title='#FELIZNATAL e #ANONOVO'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/TbFueiusTWg/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-1593431241022827662</id><published>2011-12-08T15:48:00.001-08:00</published><updated>2011-12-08T15:53:04.616-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Los Hermanos - Primeiro Andar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/XiNERwWQWFw" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Primeiro Andar&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Los Hermanos&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Já vou, será&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;eu quero ver&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;o mundo eu sei&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;não é esse lá&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;por onde andar&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;eu começo por onde a estrada vai&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;e nao culpo a cidade, o pai&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;vou lá, andar&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;e o que eu vou ver&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;eu sei lá&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;não faz disso esse drama essa dor&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;é que a sorte é preciso tirar pra ter&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;perigo é eu me esconder em você&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;e quando eu vou voltar, quem vai saber&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;se alguem numa curva me convidar&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;eu vou lá&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;que andar é reconhecer&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;olhar&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;eu preciso andar&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;um caminho só&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;vou buscar alguém&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;que eu nem sei quem sou&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eu escrevo e te conto o que eu vi&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;e me mostro de lá pra você&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;guarde um sonho bom pra mim&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-1593431241022827662?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/1593431241022827662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=1593431241022827662&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/1593431241022827662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/1593431241022827662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/12/los-hermanos-primeiro-andar.html' title='Los Hermanos - Primeiro Andar'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/XiNERwWQWFw/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-265369699296988442</id><published>2011-11-29T14:07:00.001-08:00</published><updated>2011-11-29T14:13:58.298-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Mod MTV: Educação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="270" name="" scrolling="NO" src="http://player.mtv.uol.com.br/embed.php?id=63306" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Educação + Colaboração + Gamificação + Olimpíadas de Jogos Educativos + Música + Cultura Pop + Edupunk.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muito bom o programa e a discussão do uso de tecnologia e novas formas de ensino dentro das escolas. Porém, uma questão se levanta: Se nossas escolas mal sabem trabalhar de forma interessante e atrativa os livros e assuntos normais, como saberão com esse novo conhecimento? E ainda, como trabalhar isso em um ambiente que não lhe dá essa estrutura?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito coisa ainda se tem a discutir e pensar sobre essa temática, ainda mais no ensino fundamental e universidades, dois "opostos" muito complicados. Fico pensando como minha área, Comunicação, pode melhorar suas aulas de graduação a partir dessa reflexão. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-265369699296988442?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/265369699296988442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=265369699296988442&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/265369699296988442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/265369699296988442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/11/mod-mtv-educacao.html' title='Mod MTV: Educação'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-5231949350092518183</id><published>2011-11-18T07:32:00.001-08:00</published><updated>2011-11-18T07:58:40.770-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>O que é Rock, bebê?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-k4m9P-9zgYc/TsZ_DTqwrFI/AAAAAAAACtQ/E0o20r29qNo/s1600/header.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="128" src="http://1.bp.blogspot.com/-k4m9P-9zgYc/TsZ_DTqwrFI/AAAAAAAACtQ/E0o20r29qNo/s400/header.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Lendo a coluna de André Forastieri do dia 17 de setembro, no Portal R7, intitulada "&lt;a href="http://noticias.r7.com/blogs/andre-forastieri/2010/09/17/restart-e-rock-de-verdade/"&gt;Restart é rock de verdade&lt;/a&gt;", me vi não diria indignado, mas sim no minimo provocado pelas palavras dele que entre várias brafatas e visões estranhas pessoais coloca que o Restart é uma "rebelião adolescente do momento". O que me passou pela cabeça é que sentido ele tem para rebelião, por que se for o mesmo que conheço então onde Restart é isso?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rock é rebelião adolescente. Arte, poesia, sucesso, “tocar bem” etc. são outros papos, e irrelevantes. Esses dias um camarada me cumprimentou por explicar neste blog por que essas bandas tipo Restart, Cine etc. são o verdadeiro rock de 2010, e não os alternativos que tocam em festivais, muito menos os tiozinhos dos anos 80. (Forastieri)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Concordo que o Rock como mundialmente ficou conhecido surgiu como uma rebelião, revolta, feita principalmente por adolescentes - haja vista que Elvis era rebelde só na postura que tomava, que ia contra os costumes conservadores da época, mas no todo resto não era tão revoltado assim. Contudo, achar irrelevante a poesia, a arte dentro do que tem que ser rock? Mesmo os punks com suas letras minimalistas tinham uma poesia, suja e "troncha", verdade, mas existia. E ainda dizer que os artistas mais alternativos que fazem, esses sim, um som mais critico e de contextação não são rock? Sei que eles não gritam e proclamam a destruição do Estado vigente como os rockeiros de outrora, mas, contextão sim nossa vida cotidiana, a nossa postura perante os problemas humanos, só que sem a ácidez de outros tempos. Mas, nem por isso, deixam de ser rock pra mim.&lt;/div&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;Mas Forasta, você não gosta disso? Daquilo? Daquele outro? Hmm, não. Me rendo ao Capital Inicial, a única banda de sua geração ainda relevante, e falando com jovens, não sessão nostalgia para quarentões. (Forastieri)&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Concordo também que Capital Inicial é a única banda dos anos 80, do famoso rock brasileiro, que ainda se conecta com o público jovem. Mas já parou para ouvir e ler as letras deles? Onde eles se rebelam contra algo? Estão mais para cordeiros do famoso "bunda molismo" que o Lobão tanto critica em suas entrevistas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O colunista ainda solta um "se você não é mais adolescente, o problema é seu", ao falar sobre os adultos que reclamam do som feito para adolescentes hoje em dia. Não acho que o problema é meu se não sou mais adolescente, afinal, quem vai gerenciar o mundo no futuro próximo são esses adolescentes que consomem não só música, mas outros produtos culturais de pouca, ou nenhuma, criticidade, e é problema meu sim me preocupar com esse futuro dentro dessa perspectiva. Sei que a minha geração e a anterior a minha (essa sim que viveu fortemente os anos 80 e o rock "brasilis") não tiveram lá muito sucesso nesse gerenciamento, mas pense que se quem consumiu coisas mais criticas não conseguiu transformar o mundo em algo melhor, imagine quem nem isso faz?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não concordo com o Forastieri que Rock é só o que é rebelde com seus pais e/ou fala com os jovens. Afinal, em outros tempos, adultos também curtiam o Rock, e rebeldia não era só contra os pais, mas contra a situação vigente, as desigualdades e problemas sociais também.Restart é "rebelião adolescente do momento" onde meu caro? Só se for contra o fim da bateria do celular ou do número menor da roupa, do gel que acabou no cabelo. Me lembra a tal "música" da tal "banda" Rebelde:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"E sou rebelde quando não sigo os demais / E sou rebelde quando te quero mais e mais / E sou rebelde quando insisto em mudar / E sou rebelde quando me jogo sem pensar".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rebeldia é ser puto quando as coisas não dão certo na sua vidinha burguesa? É isso Forastieri?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-5231949350092518183?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/5231949350092518183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=5231949350092518183&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/5231949350092518183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/5231949350092518183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/11/o-que-e-rock-bebe.html' title='O que é Rock, bebê?'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-k4m9P-9zgYc/TsZ_DTqwrFI/AAAAAAAACtQ/E0o20r29qNo/s72-c/header.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-4560526419995216340</id><published>2011-11-09T15:29:00.000-08:00</published><updated>2011-11-09T15:29:37.916-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cenas Fodásticas do Cinema'/><title type='text'>Cenas Fodásticas do Cinema #2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/vVof0qj7SOw" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-4560526419995216340?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/4560526419995216340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=4560526419995216340&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4560526419995216340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4560526419995216340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/11/cenas-fodasticas-do-cinema-2.html' title='Cenas Fodásticas do Cinema #2'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/vVof0qj7SOw/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-4001863552415584699</id><published>2011-10-27T08:57:00.000-07:00</published><updated>2011-11-14T18:38:17.346-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Mitologia e Religião em The Power of Shazam!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7b686w56tCw/Tql-_OdA3KI/AAAAAAAACo8/RAvPlyXHsYs/s1600/shazam1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="233" src="http://3.bp.blogspot.com/-7b686w56tCw/Tql-_OdA3KI/AAAAAAAACo8/RAvPlyXHsYs/s320/shazam1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conferência do teólogo Iuri Andréas Reblin sobre mitologia e religião nas narrativas do Mago Shazam e de sua Família Marvel (DC Comics), proferida no 24º Congresso Internacional da SOTER (Sociedade de Teologia e Ciências da Religião), no dia 13 de julho de 2011, na PUC-Minas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;PARTE 1 &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/oNIfrRZOVi0" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;PARTE 2 &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/WBAyIkVbICE" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iuri Andréas Reblin é bacharel, mestre e doutorando em teologia pela Faculdades EST (São Leopoldo), especialista em Interdisciplinaridade na Prática Pedagógica (FURB) e autor dos livros "Para o alto e avante: uma análise do universo criativo dos super-heróis" (Porto Alegre: Asterisco, 2008) e de "Outros cheiros, outros sabores...: o pensamento teológico de Rubem Alves" (São Leopoldo: Oikos, 2009). É também co-organizador (com Nildo Viana) do livro "Super-heróis, cultura e sociedade: aproximações multidisciplinares do mundo dos quadrinhos" (Aparecida: Ideias e Letras, 2011).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-4001863552415584699?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/4001863552415584699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=4001863552415584699&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4001863552415584699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4001863552415584699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/10/mitologia-e-religiao-em-power-of-shazam.html' title='Mitologia e Religião em The Power of Shazam!'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-7b686w56tCw/Tql-_OdA3KI/AAAAAAAACo8/RAvPlyXHsYs/s72-c/shazam1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-7828400344513701855</id><published>2011-10-22T18:29:00.000-07:00</published><updated>2011-10-22T18:29:29.084-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Death Is The Only Answer</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas crianças da Escola Fundamental Oakley na vila de Hampshire na Inglaterra tiveram a oportunidade de escrever um mini-episódio para a a série Doctor Who, após ganharem o concurso da BBC e do Doctor Who Confidential “Script to Screen” que foi lançado em abril. O episódio foi ao ar em 01/10 e é entitulado “Death is the only answer" e conta coma&amp;nbsp; ilustre presença de Albert Einstein. Sonho imaginar incentivo parecido por essas bandas, não é?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/xHu2JNfHG9A" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-7828400344513701855?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/7828400344513701855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=7828400344513701855&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7828400344513701855'/><link rel='self' 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term='Videos'/><title type='text'>Outras Frequencias</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Seria mais fácil fazer como todo mundo faz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;O caminho mais curto, produto que rende mais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Seria mais fácil fazer como todo mundo faz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Um tiro certeiro, modelo que vende mais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Mas nós dançamos no silêncio,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;choramos no carnaval.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Não vemos graça nas gracinhas da TV,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;morremos de rir no horário eleitoral.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/viCAyZ0gdnY" width="570"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-3094958107411927895?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/3094958107411927895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=3094958107411927895&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3094958107411927895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3094958107411927895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/10/outras-frequencias.html' title='Outras Frequencias'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/viCAyZ0gdnY/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-2066353585264542591</id><published>2011-10-09T20:50:00.000-07:00</published><updated>2011-10-09T20:50:20.569-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Uma música para ser cantada no futuro</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/xgOdbLpEE0k" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-2066353585264542591?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/2066353585264542591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=2066353585264542591&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/2066353585264542591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/2066353585264542591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/10/uma-musica-para-ser-cantada-no-futuro.html' title='Uma música para ser cantada no futuro'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/xgOdbLpEE0k/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-2935624484042514408</id><published>2011-10-07T16:56:00.000-07:00</published><updated>2011-10-07T16:59:31.979-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>O Vencedor</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cansado, fisica e mentalmente. Cansado das falácias politicas proferidas nos eternos palanques espalhados por todos os cantos; dos discursos também politicos promovidos no chão pelos plebeus. Cansado de ver a diversão que se transforma em jogo ególatra e orgulhoso, de pessoas com ares de superiores, pobres almas perdidas em seu mundo "virtual". Cansado das lutas alheias por poder, bajulações, perfeições e ser o vencedor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seja uma pessoa que marca positivamente as pessoas ao seu redor, pois quando sua chama não mais estiver acessa nesse mundo não é o seu dinheiro, seu carro do ano, seu emprego, status social ou a casa perfeita que será lembrada, mas sim a palavra amiga, o carinho dado ou o conselho dito que terá marcado alguém. Não lute por vaidades, não queria a perfeição, afinal, nós, demasiadamente humanos, somos só isso: humanos, seres que erram e são tão divinos quando aceitam o seu erro e mais ainda quando aceitam os erros alheios, perdoam, não julgam.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não deixe que sua busca se torne sua vida, ou que ela faça com que só veja seu ponto de vista, esqueça dos problemas alheios, das dificuldades alheias. A vida é só uma, não queira ser lembrado como a pessoa que ninguém queria por perto ou tinha medo, ou simplesmente não gostavam. Lute, mas não endureça. Cresça, mas não perca a ternura.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/ek1mifO0fbI" width="570"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;"E eu que já não sou assim, muito de ganhar. Junto as mãos ao meu redor, faço o melhor que sou capaz, só pra viver em paz"&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-2935624484042514408?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/2935624484042514408/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=2935624484042514408&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/2935624484042514408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/2935624484042514408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/10/o-vencedor.html' title='O Vencedor'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/ek1mifO0fbI/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-4871190942176873899</id><published>2011-10-05T18:15:00.000-07:00</published><updated>2011-10-05T18:15:25.697-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias'/><title type='text'>Descanse em Paz, Jobs</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-36px04yiVgI/To0AcnlLxMI/AAAAAAAACog/M62JSmXcjBc/s1600/Jobs.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="221" src="http://3.bp.blogspot.com/-36px04yiVgI/To0AcnlLxMI/AAAAAAAACog/M62JSmXcjBc/s400/Jobs.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;"Não viva para atingir resultados que outros esperam de você. Não deixe o barulho das opiniões alheias abafarem sua voz interna. Tenha coragem para seguir seu coração e intuição. Eles, de alguma forma, já sabem o que você realmente quer se tornar. O resto é secundário." -- Steve Jobs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/66f2yP7ehDs" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-4871190942176873899?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/4871190942176873899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=4871190942176873899&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4871190942176873899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4871190942176873899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/10/descanse-em-paz-jobs.html' title='Descanse em Paz, Jobs'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-36px04yiVgI/To0AcnlLxMI/AAAAAAAACog/M62JSmXcjBc/s72-c/Jobs.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-3792141122206314300</id><published>2011-07-28T13:21:00.000-07:00</published><updated>2011-07-28T13:21:02.687-07:00</updated><title type='text'>Daytripper: A Vida é uma Grande Morte</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-T5-cgSb_BqQ/TjGAKntUN8I/AAAAAAAACkw/esjecWCsIB8/s1600/Daytripper01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="310" src="http://3.bp.blogspot.com/-T5-cgSb_BqQ/TjGAKntUN8I/AAAAAAAACkw/esjecWCsIB8/s400/Daytripper01.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;"A vida é como um livro, filho. E todo livro tem um fim.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Não importa o quanto você gosta desse livro,&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;você terá que chegar a última página e ele terá um fim."&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;(Tradução livre) &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vida é feita de inúmeras escolhas e possibilidades, a cada minuto um leque de futuros surgem a nossa frente e a cada decisão eles se desintregam, deixando uma parte de nós para trás ou o todo mesmo deixa de existir, morre. Isso é o que descobre &lt;b&gt;Brás Domingos&lt;/b&gt;, um brasileiro do sul do país, editor de obituário de um jornal, além de escritor nas horas vagas. Um homem sempre em busca de seu lugar na existência, um viajante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-nnQ3nocVKkE/TjGCovEICcI/AAAAAAAACk8/zYVxEbxm6jA/s1600/daytripper-eisner-nominee.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="296" src="http://2.bp.blogspot.com/-nnQ3nocVKkE/TjGCovEICcI/AAAAAAAACk8/zYVxEbxm6jA/s400/daytripper-eisner-nominee.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Daytripper&lt;/b&gt; é a última grande obra dos famosos irmãos &lt;b&gt;Gabriel Bá&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Fábio Moon,&lt;/b&gt; e quando comecei a rascunhar esse texto eles nem tinham ganho ainda o &lt;b&gt;Eisner 2011 de Melhor Minissérie&lt;/b&gt;, totalizando quatro Eisners em seus currículos. Quando comecei a escrever esse texto, só para constar há duas semanas atrás, fui motivado pela sensação forte de reflexão que a obra deixou em mim após lê-la. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DALeGUTqrBE/TjGCgFYVEDI/AAAAAAAACk4/JJVYpL_qw10/s1600/Daytripper5.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-DALeGUTqrBE/TjGCgFYVEDI/AAAAAAAACk4/JJVYpL_qw10/s200/Daytripper5.jpg" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;O trabalho dos gêmeos ao longo das suas 10 edições é mais uma crônica sobre vida e morte, como a preocupação com esse último momento de nosso respirar pode nos atrapalhar de viver o presente e como essa derradeira etapa de nossa existência está tão presente em todos nossos momentos desde o nascimento até, bem, até a morte de fato. Afinal, cada instante pode ser o nosso último e, como dito no inicio desse texto, cada decisão nos muda, nos tranforma em outra pessoa e mata o Eu anterior.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas não só de morte fala Daytripper, mas também sobre relacionamentos familiares, e principalmente a tradicional difícil relação entre pais e filhos. Como muitas vezes buscamos ser o oposto do que nossos pais são e, assim, deixamos também de ver o que de bom podemos tirar da experiência e vivencia com eles e, muitas vezes, só percebemos isso depois que eles já não estão mais nesse plano físico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-t6dk5fjKD7A/TjGDB_an8qI/AAAAAAAAClA/bS4JWvOEC3g/s1600/daytripper22.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-t6dk5fjKD7A/TjGDB_an8qI/AAAAAAAAClA/bS4JWvOEC3g/s200/daytripper22.jpg" width="127" /&gt;&lt;/a&gt;Outra questão, dentre tantas outras apresentadas ao longo da serie, que me chamou a atenção é como o protagonista – que não é nada mais do que um retrato de tantos mundo afora – passa muito tempo de sua vida tentando não aceitar-se como um escritor. A aceitação do que somos é um processo que muitas vezes demora, e em alguns nunca vem, a chegar, e normalmente enquanto não aceitamos como somos ou o que gostamos, temos vocação, é fácil o caminho da mediocridade e do uso mínimo de nossos talentos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além do sensível roteiro, a HQ também nos brinda com desenhos e verdadeiras paisagens da maior beleza. Passando-se completamente no Brasil, indo, por exemplo, de Salvador a São Paulo, a obra retrata maravilhosamente nosso país em sua natureza e ordinariedade, no melhor sentido da palavra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Duas curiosidades não posso deixar de comentar aqui. O nome do protagonista, Brás Domingos, não é por acaso. Faz referência à obra de &lt;b&gt;Machado de Assis&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Memórias Póstumas de Brás Cubas&lt;/b&gt;, não só pelo nome como também por esse olhar sobre a morte. Outro ponto são os títulos de cada edição, nomeadas simplesmente com números que correspondem à idade de Brás na história a seguir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-E-WMzzWvMsA/TjGD5R6kfaI/AAAAAAAAClE/j2O0VJ9A1s4/s1600/Daytripper_10.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="356" src="http://3.bp.blogspot.com/-E-WMzzWvMsA/TjGD5R6kfaI/AAAAAAAAClE/j2O0VJ9A1s4/s400/Daytripper_10.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Daytripper foi lançada pelo selo &lt;b&gt;Vertigo&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;DC Comics&lt;/b&gt;, onde conseguiu grande sucesso de vendas e a indicação ao Eisner. No Brasil a editora &lt;b&gt;Panini&lt;/b&gt; já anunciou suas intenções de publicá-la, e desde já espero ansioso por um encadernado dessa maravilhosa incursão dos gêmeos brasileiros pela metafísica, vivencia brasileira, e crônica da vida de uma pessoa  que poderia ser eu, você ou qualquer um, e ai, pra mim, está o motivo do sucesso desse viajante, tanto geograficamente quanto existencialmente. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-3792141122206314300?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/3792141122206314300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=3792141122206314300&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3792141122206314300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3792141122206314300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/07/daytripper-vida-e-uma-grande-morte.html' title='Daytripper: A Vida é uma Grande Morte'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-T5-cgSb_BqQ/TjGAKntUN8I/AAAAAAAACkw/esjecWCsIB8/s72-c/Daytripper01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-1678916911513278685</id><published>2011-07-02T13:29:00.000-07:00</published><updated>2011-07-02T13:29:25.271-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Uma Flor Cantante</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-U2taYHpHpp0/Tg96nHSDitI/AAAAAAAACi0/pT5Q22xVGm0/s1600/tulipa_ruiz.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-U2taYHpHpp0/Tg96nHSDitI/AAAAAAAACi0/pT5Q22xVGm0/s400/tulipa_ruiz.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como é bom ter aquele gostinho de surpresa e agradabilidade que não é sempre, muito menos todo dia, que nos deparamos. Apostar em um som desconhecido, em uma cantora desconhecida, pode ser muito proveitoso, e foi o que aconteceu comigo ao ir ao projeto &lt;b&gt;Som das Seis&lt;/b&gt; no &lt;b&gt;Espaço Cultural José Lins do Rêgo&lt;/b&gt;, João Pessoa, no &lt;b&gt;1º de Julho&lt;/b&gt;, uma sexta-feira de céu limpo, para conhecer o trabalho de &lt;b&gt;Tulipa Ruiz&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Realmente nunca tinha ouvido nada da Tulipa, nem apresentação em TV, nem mp3, só sabia de sua existência e nome (deveras curioso por sinal). Um dia antes do show ouvi algumas músicas no &lt;b&gt;Youtube&lt;/b&gt; e achei bem interessantes, com uma melodia dançante e ao mesmo tempo suave, apesar de seu hit “&lt;a href="http://youtu.be/UGXRrK3y5tQ"&gt;Efêmera&lt;/a&gt;” ser mais uma repetição de refrão e só isso, que se sustenta exatamente pelo instrumental que a recheia. Entretanto, pelo que observei de suas letras, ela não é muito adepta do refrão (estilo que também curto), indo mais por uma lógica de crônica corrida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: cemter;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/pDkqQEi9Djs" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, mesmo sabendo a partir dali o que esperar, fui pego de jeito ao sentir em real life a ótima apresentação da chamada por alguns “promessa da MPB”. Além de confirmar a qualidade musical da banda e vocal da cantora, pude conferir a capacidade performática de Ruiz com suas dancinhas, trejeitos gestuais e mobilidade no palco. Aliás, é elogiável a decisão (meio por obrigação, por ocupação da maior parte do local para uma feira de negócios) de colocar o show no &lt;b&gt;Teatro de Arena&lt;/b&gt; do Espaço, fato até elogiado pela cantora como algo inusitado em sua carreira.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tal deslocamento de show, saindo de um palco suspenso para um em formato de arena aproximou não só o público da cantora, mas a cantora de seu público, abrindo a oportunidade dela se juntar a platéia, deixar microfone nas mãos dos fãs e ouvir até um engraçado elogio ao baixista em um sonoro “Baixo do caralho!”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O público não deixou por menos e cantou junto, dançou e interagiu todo o tempo do show. Até quem não conhecia as letras (meu caso) conseguiu acompanhar e se divertir com o espetáculo. Ainda quero ressaltar à levada rock que algumas músicas mostraram e que me agradou muito. Assim, em uma arena, numa noite de sexta-feira, uma flor com voz suave e poderosa conseguiu conquistar mais um apreciador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/fI5Bh5ToDYQ" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Tulipa em João Pessoa:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/LM69f5e_Jr0" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe class="twitvid-player" frameborder="0" height="360" src="http://www.twitvid.com/embed.php?guid=NOKQ3&amp;amp;autoplay=0" title="Twitvid video player" type="text/html" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-1678916911513278685?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/1678916911513278685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=1678916911513278685&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/1678916911513278685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/1678916911513278685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/07/uma-flor-cantante.html' title='Uma Flor Cantante'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-U2taYHpHpp0/Tg96nHSDitI/AAAAAAAACi0/pT5Q22xVGm0/s72-c/tulipa_ruiz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-4473104195052169471</id><published>2011-06-28T09:09:00.000-07:00</published><updated>2011-06-28T09:09:57.928-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>Jogo de Cena: a história acima do narrador</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-2X_uUc7a9dU/Tgn5XAnk_iI/AAAAAAAACiU/P2k4apjShHY/s1600/cab_titulo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="186" src="http://4.bp.blogspot.com/-2X_uUc7a9dU/Tgn5XAnk_iI/AAAAAAAACiU/P2k4apjShHY/s400/cab_titulo.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atendendo a um anúncio de jornal, oitenta e três mulheres contaram suas histórias de vida num estúdio. Em junho de 2006, vinte e três delas foram selecionadas e filmadas no Teatro Glauce Rocha. Em setembro do mesmo ano, atrizes interpretaram, a seu modo, as histórias contadas pelas personagens escolhidas. Esse é &lt;b&gt;Jogo de Cena&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-uT53BNkzAUE/Tgn5f7pfYvI/AAAAAAAACiY/RF_NFyztTYY/s1600/Jogo+de+Cena.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="227" src="http://2.bp.blogspot.com/-uT53BNkzAUE/Tgn5f7pfYvI/AAAAAAAACiY/RF_NFyztTYY/s320/Jogo+de+Cena.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O diretor Eduardo Coutinho e uma das personagens (?)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em mais de uma hora e meia de filme, o diretor Eduardo Coutinho nos traz histórias de vida fortes e aproveita para brincar com o próprio gênero documentário, colocando atrizes para interpretar as mesmas histórias em cima do que foi contado por suas personagens originais. Esse jogo de encenação ganha contornos ainda mais interessantes quando vemos essas atrizes analisando sua interpretação e a história contada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tradicionalmente documentários baseiam-se fortemente no momento, ou como Coutinho sempre coloca no "encontro", da entrevista, da relação diretor e personagem. Em Jogo de Cena o diretor caminha para uma valorização mais da história, da narração de um fato, a partir do momento que vermos pessoas diferentes contando uma mesma história parece nos dizer: “está prestando a atenção, não é quem conta que me importa aqui, mas sim o que é contado”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-bCX7GXXopB0/Tgn5v8vAnYI/AAAAAAAACic/RqQn48gTbZs/s1600/jogo-de-cena.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="168" src="http://2.bp.blogspot.com/-bCX7GXXopB0/Tgn5v8vAnYI/AAAAAAAACic/RqQn48gTbZs/s200/jogo-de-cena.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com uma montagem impecável o diretor consegue nos enganar em muitos momentos, nos fazendo acreditar que quem está contando tal fato é realmente quem viveu, para depois em uma única frase final desmoronar nossas crenças. Mas, o filme também nos coloca a própria incongruência do discurso humano, que diz algo e mostra outro. Podemos ver isso no depoimento da senhora de cabelos grisalhos, com problemas com a filha, que se mostra em gestos muito dura, nas palavras que quer mostrar alegria, encerrar sua fala com uma música animada e o que faz é exatamente o oposto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jogo de Cena é o décimo longa-metragem de Eduardo Coutinho, um dos maiores documentaristas brasileiros em atividade. Depois de um início de carreira dividido entre a ficção e o documentário, Coutinho optou pelo segundo a partir de uma breve passagem pelo programa &lt;b&gt;Globo Repórter&lt;/b&gt;, na década de 70, quando o programa fazia grandes reportagens, até realmente documentários, de cunho mais social e menos "animais selvagens".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O seu filme &lt;b&gt;Cabra Marcado para Morrer&lt;/b&gt;, iniciado em &lt;b&gt;1964&lt;/b&gt; (interrompido por conta da ditadura militar) e finalizado em &lt;b&gt;1984&lt;/b&gt;, tornou-se um grande clássico do cinema brasileiro. Mais recentemente, iniciou uma fase muito produtiva com a realização seguida de &lt;b&gt;cinco&lt;/b&gt; filmes em &lt;b&gt;seis&lt;/b&gt; anos: &lt;b&gt;Santo Forte&lt;/b&gt; (1999), &lt;b&gt;Babilônia 2000 &lt;/b&gt;(2000), &lt;b&gt;Edifício Master&lt;/b&gt; (2002), &lt;b&gt;Peões&lt;/b&gt; (2004) e &lt;b&gt;O Fim e o Princípio&lt;/b&gt; (2005). Dentro dessa trajetória de produtividade e sucesso ainda podemos destacar as obras &lt;b&gt;Santa Marta: Duas Semanas no Morro&lt;/b&gt; (1987) e &lt;b&gt;Boca de Lixo&lt;/b&gt; (1992), até hoje referencias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre o real e a ficção, Jogo de Cena nos reforça que no cinema, ainda, o que mais importa é se contar histórias, independente do mensageiro. Eduardo Coutinho burla suas próprias regras documentais e faz um já marco do cinema documentário brasileiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/i2UbAt6lTL8" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&amp;lt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-4473104195052169471?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/4473104195052169471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=4473104195052169471&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4473104195052169471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4473104195052169471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/06/jogo-de-cena-historia-acima-do-narrador.html' title='Jogo de Cena: a história acima do narrador'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-2X_uUc7a9dU/Tgn5XAnk_iI/AAAAAAAACiU/P2k4apjShHY/s72-c/cab_titulo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-90327330142077233</id><published>2011-06-20T01:08:00.000-07:00</published><updated>2011-06-19T21:08:41.644-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>Aniversário, pra que te quero?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jN3bZwSGpWo/Tf7GPVkF1fI/AAAAAAAACiQ/Je412hwxsx0/s1600/Aniversario.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="187" src="http://2.bp.blogspot.com/-jN3bZwSGpWo/Tf7GPVkF1fI/AAAAAAAACiQ/Je412hwxsx0/s640/Aniversario.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aniversários são datas bem interessantes dentro de nossa cultura ocidental, muitos a abominam, pensando em quanto estão ficando velhos ou em como só nesses dias que muitas pessoas que nunca falam com você aparecem só para dar um parabéns ou comer bolo de graça. Eu mesmo nunca fui muito fã de comemorar, ainda mais do jeito tradicional que é feito: com mesa com bolo e velas, parabens pra você, familiares e amigos da familia que você nem conhece. Sempre fui meio antisocial, e visto assim também por certas alas da "grande" familia, coisa que por um certo tempo até me angustiou e que hoje é poeira cósmica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje em dia vejo essa data ciclica como uma mudança de ares, a possibilidade de refletir sobre o feito no ano anterior, os problemas enfrentados, a forma como os enfrentei, os aprendizados, alegrias, tristezas, tudo de forma tranquila, serena e esperançosa em relação ao novo ciclo kármico que se inicia.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para quem já organizou secretamente uma festa surpresa de amigos, uma patetica forma de chamar atenção e se sentir querido, para quem já fez questão de de brigar para não ter nenhuma "festinha", esse ano me vejo mais aberto aos parabéns, mesmo os falsos, a sorrir com amigos celebrando mais um ano de vida, a pensar no que tenho, no que gosto, no que amo e sonhar com muito mais sempre.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Engraçado que em minha mente, lá no fundo, esperando uma luz para poder se mostrar, deve existir um ideal de comemoração de aniversário, algo inusitado, agradavel, quase uma cena final de Lost (sem se passar no mesmo lugar, claro), onde só alegrias e sorrisos com tudo que se merece se realiza. Enquanto isso não acontece de fato, vou comemorando aqui, virtualmente e "realmente", na esperança de quando a velhice me chegar eu posso cantar junto com Sinatra: "Eu encarei tudo e continuei de pé, e fiz do meu jeito".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/Aht9hcDFyVw" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-90327330142077233?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/90327330142077233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=90327330142077233&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/90327330142077233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/90327330142077233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/06/aniversario-pra-que-te-quero.html' title='Aniversário, pra que te quero?'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-jN3bZwSGpWo/Tf7GPVkF1fI/AAAAAAAACiQ/Je412hwxsx0/s72-c/Aniversario.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-2656784785412412334</id><published>2011-06-17T11:50:00.000-07:00</published><updated>2011-06-17T11:50:33.911-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>O Cinema e os Videogames</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-t7j6Tmh4KDY/TfuhetrSQFI/AAAAAAAACiE/eH_vKjm8hgc/s1600/scott_pilgrim_vs_the_world_41-535x294.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="218" src="http://2.bp.blogspot.com/-t7j6Tmh4KDY/TfuhetrSQFI/AAAAAAAACiE/eH_vKjm8hgc/s400/scott_pilgrim_vs_the_world_41-535x294.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por muito tempo os videogames foram relegados a algo menor dentro da sociedade e dos estudos acadêmicos, e, assim,  ficou sendo um produto de um nicho, principalmente crianças e adolescentes. Entretanto, com os anos, os videogames evoluíram construindo uma linguagem própria e estenderam seus tentáculos através das mídias, atingindo os mais variados meios, inclusive o cinema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é de hoje que o cinema e os jogos eletrônicos se relacionam. Inicialmente a sétima arte se apropriou da parte técnica que os aparelhos eletrônicos traziam como novidade, com os efeitos especiais e aparelhagens, em outro momento passou a levar temáticas ligadas a esse universo do entretenimento e mais adiante começou a se apropriar de características criadas dentro do mundo dos videogames, como sua narrativa e estética,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por serem mídias audiovisuais, naturalmente o cinema e o videogame trazem em si muitas semelhanças, como  a existência de um personagem e cenário, um enquadramento que será determinado pelo ponto de vista escolhido para contar a história e a ação dramática, que conduz toda a narrativa adiante e estabelece os rumos da historia.  Apesar de tais elementos iguais, a forma como eles são usados pelos dois meios sempre foram bem peculiares e distintas, só mais recentemente ocorrendo um movimento de utilização por parte de cada um dos recursos próprios um do outro. Entretanto, a relação dos dois meios de comunicação começou bem antes de suas características próprias interconectarem-se.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há décadas filmes baseados em jogos de videogame preenchem as telas, levando ao cinema um público fã e ávido para ver como ficaram seus personagens e enredos preferidos em “movimento”. Contudo, o mercado cinematográfico não só transpôs jogos nesse período, também buscou um dialogo com esse novo público de outra forma, utilizando elementos característicos do mundo dos games como forma atrativa ou de experiência de linguagem. Um dos primeiros casos de tais experimentos é a obra produzida pelos estúdios Disney: &lt;b&gt;Tron – Uma Odisséia Eletrônica&lt;/b&gt;, e mais recentemente sua continuação &lt;b&gt;Tron: Legado&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/L9szn1QQfas" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Além do uso de tecnologia digital e de um ambiente eletrônico, o filme também utilizava de uma lógica de desafios, objetivos e fases típica do mundo dos videogames, como aponta o autor Emmanoel Martins Ferreira em &lt;a href="http://galaxy.intercom.org.br:8180/dspace/bitstream/1904/20231/1/Emmanoel+Martins+Ferreira.pdf%20"&gt;Games, Cinema e Interatividade&lt;/a&gt; ao se referir ao filme &lt;b&gt;Corra, Lola, Corra&lt;/b&gt;, do diretor alemão &lt;b&gt;Tom Tykwer&lt;/b&gt;, que em sua visão também usa de uma analogia, menos direta nesse caso, com os videogames.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste filme, a personagem principal, estrelada por &lt;b&gt;Franka Potente&lt;/b&gt;, deve conseguir uma soma em dinheiro e entregá-la ao seu namorado que está em outra parte da cidade. Para isso, ela dispõe de um tempo que corre em contagem regressiva. Se ela atingir seu objetivo, poderá salvar seu namorado de um destino fatal. No filme, a personagem dispõe de &lt;b&gt;três vidas &lt;/b&gt;para tentar atingir seu objetivo, uma referência direta às “vidas” disponíveis na maioria dos games. Porém, o espectador só toma conhecimento dessas vidas após o término do primeiro bloco do filme, quando a personagem não consegue atingir seu objetivo e tem que &lt;b&gt;recomeçar&lt;/b&gt; do início. Neste ponto, o filme volta à cena inicial e ela parte novamente em sua jornada, tomando outra estratégia para conseguir realizar seu feito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Colocaria ainda nessa lista a experiência de &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=cpb13mDBP1I"&gt;&lt;b&gt;Doom: O Filme&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, onde o diretor buscou criar a mesma sensação dos jogos em primeira pessoa dentro da narrativa do filme.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Exemplos como esses demonstram bem o interesse da sétima arte em não só usar produtos criados no universo dos videogames, mas, também, utilizá-lo como forma de incrementar sua narrativa e linguagem. Exemplo recente é o divertido &lt;b&gt;Scott Pilgrim Contra o Mundo&lt;/b&gt; (2010), nele vemos alem de uma montagem rápida e dinâmica, também uma narrativa e efeitos digitais que emulam a experiência e o visual dos videogames com grande sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/NPfaM_moVnA" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Nos útlimos tempos os videogames têm modificado narrativas cinematográficas significamente, revelando um novo leque de possibilidades estéticas e mostrando a força de um meio que era antigamente sinônimo apenas de diversão e encantamento infantil.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-2656784785412412334?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/2656784785412412334/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=2656784785412412334&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/2656784785412412334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/2656784785412412334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/06/o-cinema-e-os-videogames.html' title='O Cinema e os Videogames'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-t7j6Tmh4KDY/TfuhetrSQFI/AAAAAAAACiE/eH_vKjm8hgc/s72-c/scott_pilgrim_vs_the_world_41-535x294.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-6495423988279243405</id><published>2011-05-28T13:54:00.000-07:00</published><updated>2011-05-28T13:54:48.799-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Fala Chico!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/6HiGpnKGTIY" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MUNDO MODERNO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mundo moderno, marco malévolo, mesclando mentiras, modificando maneiras, mascarando maracutaias, majestoso manicômio. Meu monólogo mostra mentiras, mazelas, misérias, massacres, miscigenação, morticínio - maior maldade mundial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Madrugada, matuto magro, macrocéfalo, mastiga média morna. Monta matungo malhado munindo machado, martelo, mochila murcha, margeia mata maior. Manhãzinha, move moinho, moendo macaxeira, mandioca. Meio-dia mata marreco, manjar melhorzinho. Meia-noite, mima mulherzinha mimosa, Maria morena, momento maravilha, motivação mútua, mas monocórdia mesmice. Muitos migram, macilentos, maltrapilhos. Morarão modestamente, malocas metropolitanas, mocambos miseráveis. Menos moral, menos mantimentos, mais menosprezo. Metade morre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mundo maligno, misturando mendigos maltratados, menores metralhados, militares mandões, meretrizes, marafonas, mocinhas, meras meninas, mariposas mortificando-se moralmente, modestas moças maculadas, mercenárias mulheres marcadas. Mundo medíocre. Milionários montam mansões magníficas: melhor mármore, mobília mirabolante, máxima megalomania, mordomo, Mercedes, motorista, mãos... Magnatas manobrando milhões, mas maioria morre minguando. Moradia meia-água, menos, marquise.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mundo maluco, máquina mortífera. Mundo moderno, melhore. Melhore mais, melhore muito, melhore mesmo. Merecemos. Maldito mundo moderno, mundinho merda.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-6495423988279243405?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/6495423988279243405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=6495423988279243405&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6495423988279243405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6495423988279243405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/05/fala-chico.html' title='Fala Chico!'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/6HiGpnKGTIY/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-8374021236441352704</id><published>2011-05-08T10:27:00.000-07:00</published><updated>2011-05-08T10:27:41.526-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><title type='text'>Two Songs</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/D_QLmGFjJZI" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Não passo de um amador&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Em busca da vida perfeita&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Pelo menos estou tão distante&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Da truculência executiva de um yuppie.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Homem de neanderthal já fui&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E acho isso muito natural&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Diferença alguma vai fazer&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Se esse ano não sobrar para o natal&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Não passo de um compositor&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Em busca da canção perfeita&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Falo de amor sem rimar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;E nunca mais, meu bem&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Vou lhe pedir desculpas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/AHGNpoHRJfg" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Em cada buraco que eu entrava&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eu cavava e não cabia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Toda porta em que eu batia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Tava fechada, ninguém abria&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Em cada esquina que eu parava&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eu falava, ninguém ouvia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Toda sarjeta em que eu caía&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eu rolava e não dormia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Vou sair&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Não vou mentir&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eu não sou um bom lugar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Aqui eu já não fico mais&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Vou mudar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Não vou parar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Não quero mais ficar assim&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eu vou começar por mim&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Em cada espelho que eu olhava&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eu procurava e não me via&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Toda gaveta em que eu mexia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Não tinha nada, tava vazia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Em cada rua que eu passava&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eu perguntava pra onde eu ia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Toda placa que eu seguia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Tava errada e eu me perdia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Vou sair&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Não vou mentir&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eu não sou um bom lugar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Aqui eu já não fico mais&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Vou mudar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Não vou parar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Não quero mais ficar assim&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Eu vou começar por mim&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-8374021236441352704?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/8374021236441352704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=8374021236441352704&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/8374021236441352704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/8374021236441352704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/05/two-songs.html' title='Two Songs'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/D_QLmGFjJZI/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-2352366749396817225</id><published>2011-05-05T20:01:00.000-07:00</published><updated>2011-05-05T20:01:04.164-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias'/><title type='text'>O Cinema na Palma da Mão</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-x4WJJrtajqo/TcK1crxcyHI/AAAAAAAACfc/g7A8NGuXVVA/s1600/filmeceluar.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="296" src="http://1.bp.blogspot.com/-x4WJJrtajqo/TcK1crxcyHI/AAAAAAAACfc/g7A8NGuXVVA/s400/filmeceluar.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando crianças, assistíamos filmes como Guerra nas Estrelas e viajávamos em sua tecnologia avançada, repleta de hologramas e comunicadores móveis que podiam transmitir informações interconectadas com anos-luz de distancia.  Pensávamos quando algo similar poderia surgir realmente e como seria a vida em nosso mundo com sua existência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o avanço tecnológico, sonhar com cenas vistas em filmes de ficção cientifica não se é mais tão utópico. Ao andar por uma metrópole podemos nos deparar com pessoas ouvindo música em aparelhos cada vez menores, usando máquinas fotográficas digitais cada vez mais modernas e portando aparelhos de telefone móveis com vários recursos integrados – indo além do uso comum de ligações para outro telefone. Um verdadeiro Admiravél Novo Mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/QWAD770X3g4" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre bem definidos em suas funções separadas, jornais, TV e rádio, foram balançados com o surgimento de uma rede de informações integrada por computadores, a internet, abrindo novas possibilidades e configurações, além de gerar novas formas de interação do público com esses meios de comunicação de massa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esses meios tiveram também que se adaptar ao novo mundo informacional e participativo que a internet proporcionou, desde aprimoramento técnico, interligação com a rede web, até concorrência virtual, afinal, sites e aplicativos de informação surgiram e se tornaram referência para uma geração já nascida na chamada revolução digital. Uma geração que busca cada vez mais a velocidade da troca de informações e de contato.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Contudo, esse fenômeno da era digital não se restringe a computadores pessoais, se espalha por aparelhos tão triviais como televisões e geladeiras, até modelos modernos de celulares que conectam o individuo a sites, serviços e todo tipo de novidade sem precisar estar sentado em frente a um computador. É claro que o cinema não ficou para trás no uso desse tipo de nova tecnologia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/Unniq0685ls" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cada vez mais a indústria cinematográfica utiliza aparelhos celulares, Iphones, Ipads, e outros suportes móveis como forma de distribuição de seus filmes, seja somente com a liberação de trailers exclusivos ou a obra completa a disposição. Mas, provavelmente, o mercado independente é o que mais se beneficia de tais recursos, haja vista que - sem apoio financeiro para um alcance mássivo aos meios de comunicação mais tradicionais - a distribuição de suas obras na rede web para serem consumidas por tais aparelhos se torna uma forma de propagar, com baixo custo, sua arte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-gf1y4s3mixE/TcK2KwjWNjI/AAAAAAAACfg/urbPVRDYQX4/s1600/azul.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="96" src="http://3.bp.blogspot.com/-gf1y4s3mixE/TcK2KwjWNjI/AAAAAAAACfg/urbPVRDYQX4/s400/azul.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é a toa a existência de um festival como o &lt;b&gt;Cel.U.Cine&lt;/b&gt; (Festival de Micrometragens) que visa a incentivar a criação e difusão de conteúdo audiovisual para novas mídias, inclusive celulares. O festival exibe obras com duração entre &lt;b&gt;30 segundos e três minutos&lt;/b&gt;, de qualquer gênero (animação, ficção, documentário etc.), produzidos por profissionais ou amadores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Realizado pela &lt;b&gt;Associação Revista do Cinema Brasileiro&lt;/b&gt;, em parceria com o &lt;b&gt;Oi Futuro&lt;/b&gt;, o Cel.U.Cine teve sua primeira edição realizada em &lt;b&gt;2008&lt;/b&gt;, com o vencedor &lt;b&gt;“Sheila”&lt;/b&gt;, de &lt;b&gt;Sergio Bloch&lt;/b&gt;. Em &lt;b&gt;2009&lt;/b&gt;, na sua segunda edição, o festival teve mais de &lt;b&gt;600 filmes&lt;/b&gt; inscritos e o vencedor foi “&lt;b&gt;A Palavra mais Difícil&lt;/b&gt;”, de &lt;b&gt;Bruna Baitelli.&lt;/b&gt; Em &lt;b&gt;2010&lt;/b&gt;, o campeão foi "&lt;b&gt;O Mala Man&lt;/b&gt;", de &lt;b&gt;Marina Puech&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Lana Sultani&lt;/b&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Cel.U.Cine tem como objetivo promover a produção e a segmentação desses conteúdos para mídia de celular. Além disso, a realização busca revelar novos talentos e criar e difundir uma cultura de produção audiovisual. Para saber mais sobre o festival acesse o seu &lt;a href="http://twitter.com/celucine"&gt;twitter&lt;/a&gt;, &lt;a href="https://www.facebook.com/celucine#%21/celucine%20"&gt;facebook&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://www.celucine.com.br/"&gt;site&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como visto, as novas tecnologias facilitaram, e muito, as possibilidades do cinema nos dias de hoje, dando acesso a equipamentos para qualquer pessoa, de qualquer nível social e geográfico, possa soltar sua criatividade na sétima arte. Então, se você tem seu celular ou camera fotográfica/filmadora, pense em uma idéia, filme e se inscreva, quem sabe além de ganhar um bom prêmio não se torne um diretor de renome logo, logo? Sonhar não custa!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O Mala Man&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/UlGTU9hhUT4?fs=1" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-2352366749396817225?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/2352366749396817225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=2352366749396817225&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/2352366749396817225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/2352366749396817225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/05/o-cinema-na-palma-da-mao.html' title='O Cinema na Palma da Mão'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-x4WJJrtajqo/TcK1crxcyHI/AAAAAAAACfc/g7A8NGuXVVA/s72-c/filmeceluar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-6057144940240014303</id><published>2011-04-24T11:28:00.000-07:00</published><updated>2011-04-24T11:28:15.675-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>Analisando: Engenheiros do Hawaii – Tchau Radar (1999)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CjviiyE-NMc/TbRJyG5YsSI/AAAAAAAACeI/GmvUQtADRD8/s1600/Tchau+Radar%2521.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="385" src="http://3.bp.blogspot.com/-CjviiyE-NMc/TbRJyG5YsSI/AAAAAAAACeI/GmvUQtADRD8/s400/Tchau+Radar%2521.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu fui apresentado aos Engenheiros do Hawaii quando morava na cidade fria de Campina Grande/PB Minto, eu conhecia a banda de antes, afinal, quem nunca ouviu algum de seus hits, até um show fui sem saber nenhuma música direito. Mas, quando digo que fui apresentado é porque foi só pós-2002 que de fato conheci a obra da banda, entrei em sua casa, tomei café com eles e os conheci melhor. Tudo começou com meu amigo &lt;a href="http://tribosetributos.blogspot.com/"&gt;Cleriston&lt;/a&gt;&amp;nbsp; me emprestou o último trabalho de Gessinger e Cia.:&amp;nbsp;&lt;b&gt; Tchau Radar!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de alguns fracassos anteriores, mudanças de formações, confusões e um hiato, a banda retornava misturando folk, rock anos 60, progressivo e MPB, em um disco mais intimista, reflexivo, e para se seguir viagem, como o titulo de uma das músicas mesmo clama. Eu vinha da pós adolescência, período onde conhecemos aquelas bandas de rock, pelo menos era assim nos idos dos anos 90, famosas dos anos 80, com seus hits e músicas simples, puxadas para um ritmo de critica social e filosófica sobre a vivencia típica da adolescência. Onde, normalmente, se você não for alguém dado a fanatismos, não sabemos toda a obra das bandas, só as principais músicas. Isso, para mim, mudou a partir desse novo trabalho dos Engenheiros sulistas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com um som tido mais maduro, o grupo se mostrava com uma coerência e firmeza maior em seus ritmos e temáticas, claro que sempre no estilo Gessinger de ser, isto é, metáforas, apropriações de frases de filósofos conhecidos e perguntas sem respostas ou respostas que geram mais perguntas. Porém, o som me agradou, me soou como algo realmente mais adulto, menos lugar comum e “ingênuo” do que ouvira antes, do velho rock anos 80, onde tudo parecia ser possível e qualquer compositor de rock jovem acreditava realmente que podia tudo mudar com suas letras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei se era por estar começando um curso universitário ou indo morar em outra cidade - explorando novas possibilidades e deixando para trás coisas que já não me pertenciam mais -, mas, me identifiquei com o que ouvia. A partir dali, comecei a procurar o que veio antes e, conseqüentemente, fiquei de olho no que saia da banda e logo virei fã – sem fanatismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tchau Radar foi o primeiro cd pela Universal Music, gravado no Rio de Janeiro com a produção de Alexandre Agra e mixado em Los Angeles por Benny Facone. Nele, víamos a banda rejuvenecer musicalmente sem perder a experiência e a sabedoria de um adulto. &lt;b&gt;Humberto Gessinger&lt;/b&gt; trazia com ele &lt;b&gt;Luciano Granja&lt;/b&gt; (guitarrista), &lt;b&gt;Adal Fonseca&lt;/b&gt; (baterista) e &lt;b&gt;Lúcio Dorfman&lt;/b&gt; (tecladista), e só depois de ouvir toda a discografia da banda percebi o quanto o disco relembrava o sabor dos primeiros anos de carreira.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zZDgsS7caVc/TbRLH6jpI-I/AAAAAAAACeM/wUO0WRjxDrY/s1600/Os+engenheiros+do+Hawaii+-+Tchau+radar+-+Verso.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="310" src="http://2.bp.blogspot.com/-zZDgsS7caVc/TbRLH6jpI-I/AAAAAAAACeM/wUO0WRjxDrY/s400/Os+engenheiros+do+Hawaii+-+Tchau+radar+-+Verso.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns hits tocaram fáceis em rádios e MTVs da vida, como "Eu Que Não Amo Você" e as covers: "Negro Amor" ("It's All Over Now Baby Blue", de Bob Dylan) e a "Cruzada" (de Tavinho Moura e Marcio Borges), essa bem menos na verdade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É mais do claro que o disco é algo para se ouvir, ou se imaginar, “on the road”, como uma trilha sonora para uma viagem entre amigos, com aventuras, romances e o retorno pra casa com histórias pra contar. O nome surgiu, segundo as lendas, devido aos radares que limitavam as velocidades das estradas, atrasando-os em chegar em casa logo após as gravações. No fim do último dia de gravação, eles deram um “Tchau para os radares”. Aliás, a idéia original para capa era de uma fada de braços abertos segurando uma engrenagem em cada mão, mas, no fim, ficou o Gessinger sentado em um sofá. O por quê? Só posso especular ser pelo egocentrismo do mesmo, vaidade, mas ai é tema para outro post.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se você quiser me acompanhar ainda na viagem de analisar faixa por faixa desse sublime cd, pode clicar no “continue lendo”. Se não, obrigado, volte sempre e dê Tchau também aos radares em sua vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Faixas:&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[Ouça as músicas nesse &lt;a href="http://www.vagalume.com.br/engenheiros-do-hawaii/discografia/tchau-radar.html" style="color: red;"&gt;link&lt;/a&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;01. Eu Que Não Amo Você&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das músicas mais forte em termos de ritmo. Um rock básico sobre fins, despedidas e o tempo que sempre corre. Lembro que primeiro vi o clipe dessa música e fui pego com um soco no estomago por seu ritmo forte e baixo contundente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mas sabe como é difícil encontrar&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;A palavra certa,&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;A hora certa de voltar,&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;A porta aberta,&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;A hora certa de chegar...&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;02. Negro Amor&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma versão linda da canção de Dylan, com um clipe também belíssimo e uma aura mística que acalma a alma ao mesmo tempo em que nos inquieta. Uma canção sobre incertezas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Seus marinheiros mareados abandonam o mar&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Seus guerreiros desarmados não vão mais lutar&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Seu namorado já vai dando o fora&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Levando os cobertores? e agora?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;03. Concreto e Asfalto&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois do fim, depois das incertezas, o pé na estrada e a cabeça na lua. Um rock progressivo sobre andar, seguir mesmo depois do fim, depois do apocalipse pessoal. Novos horizontes. Não tem como não gostar e se identificar com essa música não é?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Se eu fosse embora agora será que você entenderia&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;que há um tempo certo&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;para tudo&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;cedo ou tarde chega o dia&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;04. Até Mais&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todos sabemos como é difícil dizer adeus a algo, seja um ente querido, um amor, uma cidade, uma vida que não existirá mais. É sobre isso que essa canção fala, sobre o momento dolorido de dizer adeus, de não olhar para trás para não chorar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Não olhe para mim como se eu fosse invisível&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Como se fosse possível enxergar nessa escuridão&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Não olhe pra trás (odeio despedidas)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Diga até mais!&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mesmo se for adeus&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;05. Nada Fácil&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu leio essa música como a visão de alguém jogado no mundo caótico que temos, com perdas nas costas e guerras a travar. Desculpe o trocadilho, mas não é nada fácil entrar na viagem do Gessinger nessa e na próxima música, que alias começa exatamente quando essa termina, sem intervalo de silêncio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Reza a lenda que a gente nasceu pra ser feliz&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Que o crime não compensa&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;E tudo conspira a favor&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;06. O Olho Do Furacão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que sempre pensei é que essa música fala sobre continuar, ir em frente, lutando, independente do que vier, do furacão que lhe cobrir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Estamos no centro, por dentro de tudo, no olho do furacão&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;estamos no centro de tudo que gira, na mira do canhão&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;se for parar pra pensar, não vai sair do lugar&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;07. Seguir Viagem&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Continuando a temática “road disco”, a sétima faixa do cd fala exatamente de viajar, por o pé na estrada, buscar novas experiências mesmo que pareça uma loucura e que todo mundo esteja contra o que você quer fazer. Essa música lembra muito um amigo e uma amiga minha. O amigo ainda encontro, mas sempre está seguindo viagem realmente, a amiga seguiu seu rumo e desgrudou do meu, deixando só lembranças e nenhum contato atual. Mas, viver é preciso.... É necessário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Se dizem que é impossível&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Eu digo: é necessário!&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Se dizem que estou louco&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;(fazendo tudo ao contrário)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Eu digo que é preciso&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Eu preciso... É necessário&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;08. 10.000 Destinos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[Coloco o video com a música por que no link postado acima para se ouvir o disco esta outra versão dessa música, não a oficial. Confuso? Explico.]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/SjbQS5Fz8JQ" title="YouTube video player" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa música é engraçada, porque ela tem uma letra oficial que saiu no cd lançado, contudo, existem mais duas versões dela, cada uma mais diferente em termos de letra e ritmo possíveis. A versão oficial me passa a idéia de falar sobre as vidas que existem por ai e que nem prestamos atenção, as pessoas que passam apressadas por nós, as enormes possibilidades que existem e esse movimento louco de vida que pode a qualquer momento explodir em cima de nós mesmos. E ainda a eterna busca do ser humano pelo que não se tem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, ainda prefiro a primeira versão &lt;a href="http://letras.terra.com.br/engenheiros-do-hawaii/1361587/" style="color: red;"&gt;demo&lt;/a&gt; dela, onde se aborda mais a questão de um relacionamento amoroso que já perdeu o amor a muito tempo, mas que mesmo assim fingimos que não estamos nem aí., contudo entendo que não cabia tanto nesse disco. E ainda existe uma segunda versão demo chamada &lt;a href="http://letras.terra.com.br/engenheiros-do-hawaii/1367773/" style="color: red;"&gt;10.000 Destinos (em cada esquina)&lt;/a&gt; mais próxima da oficial até na temática.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Há mais de mil destinos em cada esquina&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Outras vidas esperando em cada esquina&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Há quase mil motivos pra gente ignorar&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;O que ouve o que vê em cada esquina&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;09. Na Real&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seguimos para mais próximo do fim da estrada, e nesse momento nosso viajante começa a se recuperar do fim visto no inicio do disco, ou pelo menos tentando se enganar ou fingir para os outros, trazendo frases como o “coração visionário tá legal, ele dispensa comentário, ele nem pensa na real”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Encontrei depois de tanto tempo&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Viajei... Passei o passado a limpo&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Dei um rewind revi tudo em fast-forward&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Encontrei depois de tanto procurar&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Será que você existe?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;10. 3x4&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui é o confronto, o embate, o reencontro, a possível recaída típica de muitos apaixonados que se separam e depois de um tempo se reencontram. Uma coisa interessante é o eu lírico colocar como os seus erros o motivo da sua paixão ter gostado dele, afinal, quem já passou por isso, uma das coisas que mais se sente falta quando não está com a pessoa amada é exatamente de seus defeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma curiosidade é que aqui o ritmo da música é triste, lento, como alguém realmente chorando frente ao seu amor enquanto relembra tudo. Já no Acústico MTV eles reinventaram a melodia e transformaram uma canção melancólica em algo positivo, como se o eu lírico tivesse agora enfrentando isso, de cabeça erguida, numa forma de evolução para poder deixar essa paixão para trás e ser só mais um fim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Diga a verdade&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Ao menos uma vez na vida&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Você se apaixonou&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Pelos meus erros&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;11. Melhor Assim&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os amigos, o que seriamos se não fossem eles para nos amparar quando estamos com o coração destroçado. É essa imagem que essa música me passa, de um amigo buscando confortar o eu lírico triste com o fim “final”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Foi cruel, mas foi melhor assim&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;sei que dói quando chega o fim&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;dores que ninguém nunca sentiu&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;é o sentimento mais comum&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;já vi o fim do mundo algumas vezes&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;e na manhã seguinte tava tudo bem&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;melhor pra você se ela foi embora&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;melhor assim&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;12. Cruzada&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de ser um cover, como dito antes, essa música fecha o disco perfeitamente, trazendo aquela saudade que dá em apaixonados que não estão mais juntos, aquele sentimento que vem do nada, quando menos esperamos. Além, do belo arranjo de orquestra que deixa tudo com um tom ainda mais dramático, de fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca gostei muito dela por dar exatamente essa visão apocalíptica, quase como se sentíssemos que o personagem está para se suicidar. Mas, com o tempo e amadurecimento (leia-se experiências parecidas do eu lírico), consigo entendê-la e o porquê dela onde está. É o desfecho da história, apesar de saber que não podem ficar juntos, que a vida deve seguir, e a viagem continuar, o sentimento de saudade é seu baú secreto onde as lembranças dos momentos bons e até das brigas ficam guardadas para serem novamente resgatadas quando o coração pedir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Não sei andar sozinho por essas ruas&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;sei do perigo que nos rodeia pelos caminhos&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;não há sinal de sol&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;mas tudo me acalma no seu olhar&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;não quero ter mais sangue morto nas veias&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;quero o abrigo do seu abraço que me incendeia&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;não há sinal de cais&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;mas tudo me acalma no seu olhar&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns dizem que esse CD não é bom (não concordo), nem de perto o melhor da banda (isso concordo), mas, para mim, ele é especial, uma iniciação a uma das bandas que mais curto hoje em dia. Muito do que é dito em suas músicas servem até hoje como filosofias de vida para esta pessoa que vos escreve. Então, é isso. “Tchau Radar, eu vou saltar!”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-6057144940240014303?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/6057144940240014303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=6057144940240014303&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6057144940240014303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6057144940240014303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/04/analisando-engenheiros-do-hawaii-tchau.html' title='Analisando: Engenheiros do Hawaii – Tchau Radar (1999)'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-CjviiyE-NMc/TbRJyG5YsSI/AAAAAAAACeI/GmvUQtADRD8/s72-c/Tchau+Radar%2521.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-7893731170036133065</id><published>2011-04-18T10:15:00.000-07:00</published><updated>2011-04-18T10:22:23.884-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>Os Caçadores da Pluralidade Perdida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FBGRx1rVx78/TaxupfmFiDI/AAAAAAAACds/XbP-JFE667I/s1600/Festa-Junina.jpg.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://2.bp.blogspot.com/-FBGRx1rVx78/TaxupfmFiDI/AAAAAAAACds/XbP-JFE667I/s400/Festa-Junina.jpg.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Listas de e-mail são areas muito divertidas, entre alguma propaganda enganosa, virus ou mensagens pessoais, vira e mexe encontramos em nossa conta de email algum dessas listas que nos chama a atenção. Seja por a inutilidade do que é enviado ou por algum texto opiniativo que mostra-se um puro aproveitamento de situação para palanque pro-gosto pessoal, prefiro acreditar nisso do que em prol de algum gosto comercil, sim sou um ser esperançoso ainda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje me deparei com um email assim, um texto retirado de uma coluna do &lt;a href="http://www.pbagora.com.br/coluna.php?id=20110417180953&amp;amp;cat=politica&amp;amp;keys=-sao-joao-elitizado-chico-cesar" style="color: red;"&gt;Portal PB Agora&lt;/a&gt;, feito pelo Especialista em marketing politico e propaganda eleitoral pela USP e bacharel em Comunicação Social pela UFPB, &lt;b&gt;Alan Kardec&lt;/b&gt; - que não sei se é o mesmo que teve seu nome vinculado a umas coisas meio estranhas dentro do recinto universitario, bem, mas isso não é o importante. Nesse texto, intitulado &lt;b&gt;O São João do elitizado Chico César&lt;/b&gt; o colunista discorre sobre a decisão do atual Secretário de Cultura do Estado da Paraíba em levar para o São João do Estado atrações fora do catalogo básico de forró, axé e sertanejo que normalmente vemos espalhadas nessa época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kardec expõe uma posição interessante até sobre o viés do preconceito que sofre aqueles que gostam desses gêneros musicais, deixados de lado pela administração governamental atual:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Acredito sim que existam estilos musicais que nada contribuem com a cultura popular; de raiz, original e criativa. Mas não podemos jogar essas bandas de forró ou duplas sertanejas numa fogueira da inquisição cultural, ditada pelos gostos de uma elite cultural, política e econômica que hoje chegou ao governo do Estado e acha que o povo paraibano a partir de agora deve pensar igual à essa elite. (...) Num País multi-cultural como o nosso, não podemos alimentar preconceitos com bandas de forró ou duplas sertanejas, só porque eles não cantam versos recheados de política, critica ao sistema capitalista ou ao consumo&lt;/blockquote&gt;Apesar de acertar em alguns pontos, o comentário já nasce com um outro preconceito enraizado: o contra aqueles que produzem ou gostam de obras com criticas ao sistema, consumo e politica, coisa que forrós eletrônicos, axés e sertanejos, praticamente, ou completamente, excluem de sua equação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordo no ponto em que não é possível se aceitar discriminação e preconceito (seja de que forma for), e assim taxar esses estilos como simples lixo e não respeitar quem os ouve, mas, discordo quanto a apontar que Chico Cesar está sendo discriminatório. Pelo que tenho visto, o Secretário tem usado um argumento muito pertinente: shows de forro e axé/sertanejo já são muito feitos por prefeituras e casas de show Estado afora, então, como Governo, preocupado com a elevação do pensamento critico e conhecimento, como deve ser, preferir levar outro tipo de som para os recantos paraibanos é uma posição natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;O colunista segue seu texto ainda ressaltando:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;O argumento dos iluminados é que as letras das músicas denigrem a imagem da mulher, incentivando o alcoolismo e demais mazelas da sociedade. Será que o povo curte o chamado forró de plástico apenas pela letra? Acho que não. A musicalidade que atrai as massas deve ser respeitada. O ritmo alegre faz parte da cultura nordestina e deve ser valorizado. No mínimo, não sofrer preconceito por parte do Estado. Afinal, tem muita gente metida à intelectual que vive escutando U2, Oasis e Radiohead. Mas não entende uma palavra em inglês. Podem até estar xingando sua mãe, mas não vão saber.&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais uma vez ele acerta em levantar uma discussão interessante, sobre será que quem ouve liga para o que a letra diz (falo disso mais a frente), mas, mais uma vez também, erra ao mostrar um preconceito arraigado contra "os iluminados", ou um simples uso de sarcasmos que para mim é desnecessário quando você constrói um texto buscando um debate sério e que agregue algo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sobre a discussão levantada, retomo aqui uma fala do comediante &lt;b&gt;Cris Rock &lt;/b&gt;em seu especial pela &lt;b&gt;HBO&lt;/b&gt; de Stand Up, &lt;b&gt;Never Scared&lt;/b&gt; (Nunca Tenha Medo, em tradução livre), sobre o preconceito com o rap nos Estados Unidos, alegando serem músicas de baixo calão, com palavras chulas. Ele diz que "quem ouve não ta nem ai pra isso, se a batida é boa para dançar elas só querem dançar". Concordo com ele, mas também concordo com os grupo de rock Titãs quando eles dizem em uma de suas músicas: "fique com seu bom gosto que eu fico com o meu". É preciso na sociedade moderna aprender a respeitar o gosto pessoal, desde que esse não invada o nosso espaço, eu mesmo por várias vezes critiquei austeramente o gosto musical de familiares meus, por não serem iguais aos meus, por achar serem de menos qualidade ou simplesmente por me incomodar acordar pela manhã ao som de músicas que não gosto em alto e bom som ecoando por paredes de casa. Mas, também refleti sobre e vi que estava comentendo exatamente um preconceito pelo gosto da outra pessoa, parei e entendi que cada um sabe o que quer gostar, se não acho que seja tão interessante intelectualmente não é da minha conta ficar dizendo isso a pessoa a todo momento. Também se torna necessário nos dias de hoje saber ver o campo de análise de um angulo mais aprofundado, não somente defendendo o seu gosto, escondido em forma de opinião aberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, o ideal seria termos atrações plurais, espaços diversos nas cidades, principalmente do interior do Estado. onde a população, tão plural quanto os estilos, pudesse escolher o que gostaria de ver, fosse rock, mpb, forró, axé, sertanejo, brega, música clássica, reggae, etc. Apesar de o São João ser uma festa tradicionalmente ligada ao ritmo que consagrou nomes como Luis Gonzaga, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro e tantos outros, a pluralidade brasileira pede sim uma ampliação de seu leque e, assim como o carnaval era basicamente samba de raiz e hoje tem uma gama de estilos em seu meio, se torna uma oportunidade para conhecermos sempre algo novo e musicas diferentes. E, mesmo assim, podermos balançar o esqueleto em circulos forrozeiros, muito bem acompanhados é claro.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-7893731170036133065?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/7893731170036133065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=7893731170036133065&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7893731170036133065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7893731170036133065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/04/os-cacadores-da-pluralidade-perdida.html' title='Os Caçadores da Pluralidade Perdida'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-FBGRx1rVx78/TaxupfmFiDI/AAAAAAAACds/XbP-JFE667I/s72-c/Festa-Junina.jpg.gif' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-1639414745648529970</id><published>2011-04-10T15:06:00.000-07:00</published><updated>2011-04-10T15:06:57.437-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias'/><title type='text'>As Cores de Abril -  Ano III</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-j0g2q7OQEGY/TaIoQ_8HTvI/AAAAAAAACdI/WXvSu915Sfo/s1600/Jos%25C3%25A9+Americo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-j0g2q7OQEGY/TaIoQ_8HTvI/AAAAAAAACdI/WXvSu915Sfo/s320/Jos%25C3%25A9+Americo.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Projeto comemora o mês do nascimento&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;do pintor areiense Pedro Américo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abril é o mês do nascimento do grande pintor areiense &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Am%C3%A9rico_de_Almeida" style="color: #cc0000;"&gt;Pedro Américo&lt;/a&gt;, e a Associação dos Amigos de Areia (AMAR) realiza o projeto As Cores de Abril - Ano III. O projeto  tem por objetivo divulgar a vida e obra do pintor, incentivando o turismo cultural na cidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para as atividades deste ano, está programada a reabertura do &lt;b&gt;Museu Casa de Pedro Américo&lt;/b&gt; e confirmada a vinda da diretora do &lt;b&gt;Museu Nacional de Belas Artes&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Dra Mônica Xexeo&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Confira a &lt;b&gt;Programação&lt;/b&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;12 a 29 de abril de 2011 &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Local: &lt;/b&gt;Espaço da Arte Horácio de Almeida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exposição "Pedro Américo de Areia" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;29 de abril de 2011 &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Local:&lt;/b&gt; Centro Social Pio XII &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Desafios de Pedro Américo &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Hora: 13h30&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Roda de conversa com a diretora do Museu Nacional de Belas Arte&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Hora: 9h30&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;Cortejo a Pedro&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Hora: 17hPercurso: Do Centro Social Pio XII ao Museu Casa de Pedro Américo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Reabertura do Museu Casa de Pedro Américo &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Hora: 17h30&lt;br /&gt;Local: Museu Casa de Pedro Américo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;span style="color: #660000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.amarpb.org.br/" style="color: #660000;"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Associação dos Amigos de Areia&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-1639414745648529970?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/1639414745648529970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=1639414745648529970&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/1639414745648529970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/1639414745648529970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/04/as-cores-de-abril-ano-iii.html' title='As Cores de Abril -  Ano III'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-j0g2q7OQEGY/TaIoQ_8HTvI/AAAAAAAACdI/WXvSu915Sfo/s72-c/Jos%25C3%25A9+Americo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-4148050563738914253</id><published>2011-04-01T10:37:00.001-07:00</published><updated>2011-04-01T10:37:59.600-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Momento Molejão'/><title type='text'>Momento Molejão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/n-URpA6dlr0" title="YouTube video player" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-4148050563738914253?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/4148050563738914253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=4148050563738914253&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4148050563738914253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4148050563738914253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/04/momento-molejao.html' title='Momento Molejão'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/n-URpA6dlr0/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-5887896892762248183</id><published>2011-03-29T16:28:00.000-07:00</published><updated>2011-03-29T16:28:05.170-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Thiago Pethit - Nightwalker</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tem músicas que de tão simples são perfeitas, contagiantes e nos transportam para uma imagem situacional única. Pethit soube bem fazer isso nessa sua nova música, e Vera Egito e Renata Chebel ainda mais ao transpô-la para clipe. &lt;b&gt;Dancing, just dancing folks!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/QyAYrmLYVfg" title="YouTube video player" width="570"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-5887896892762248183?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/5887896892762248183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=5887896892762248183&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/5887896892762248183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/5887896892762248183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/03/thiago-pethit-nightwalker.html' title='Thiago Pethit - Nightwalker'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/QyAYrmLYVfg/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-8758124902636486543</id><published>2011-03-28T07:13:00.000-07:00</published><updated>2011-03-28T07:14:08.119-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>O Cinema dos Milhões</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-twOQONyZuBY/TZCXddnLWSI/AAAAAAAACcM/l_-xQXtR_AY/s1600/bruna-surfistinha-filme.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="216" src="http://4.bp.blogspot.com/-twOQONyZuBY/TZCXddnLWSI/AAAAAAAACcM/l_-xQXtR_AY/s400/bruna-surfistinha-filme.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No inicio dos anos 90 do século passado o cinema nacional vivia um tempo de trevas, com o corte governamental em apoios e fim da Embrafilme (empresa estatal produtora e financiadora de filmes) os produtores cinematográficos ficaram sem ter como realizar novas obras e, assim, o cinema brasileiro caiu em um ostracismo. Depois de anos, um reaquecimento do mercado foi surgindo e a chamada retomada do cinema nacional ocorreu, inicialmente com obras como Carlota Joaquina - a princesa do Brasil e o Quatrilho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante toda a primeira década do século XXI, o nosso cinema continuou sua batalha incansável por reconhecimento por parte do público, que mesmo com bons filmes surgindo sempre manteve um preconceito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Contudo, parece que nos últimos tempos esse panorama começa a mudar. Hoje em dia conseguimos ver noticiais de filmes como Bruna Surfistinha, que conta a história de Rachel Pacheco, ex-garota de programa, que ultrapassou a casa dos dois milhões de expectadores, algo extremamente positivo em relação ao cinema nacional, que amarga uma grande derrota de bilheteria em competição com os enlatados americanos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes da Surfistinha, já tínhamos tido um Pernas Pro Ar, Tropa de Elite 2, Se Eu Fosse Você 2, Divã, filmes que passaram do um milhão de expectadores em pouco tempo de exibição, mostrando um maior interesse do expectador brasileiro por seus próprios filmes ou uma simples situação de momento?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O certo é que depois de anos com filmes de sucesso de critica, até indicações a Oscar e outros prêmios, só agora o público brasileiro responde em números a seus diretores, atores e técnicos. Claro que essa mudança não veio simplesmente por que o brasileiro do nada resolveu mudar de opinião, os filmes primeiro mudaram seus estilos, passaram a trabalhar algo mais popular, indo da comédia romântica pastelão, passando pela violência urbana e dramas pessoais mais “mundiais”, isto é, sem muito rebuscamento e fáceis de serem assimilados por qualquer público.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Espero que esse crescimento só continue e novos filmes com novas temáticas surjam, atraiam publico e novos recordes de bilheteria, pois o nosso cinema – de tantas fases turbulentas – merece todo sucesso possível.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-8758124902636486543?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/8758124902636486543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=8758124902636486543&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/8758124902636486543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/8758124902636486543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/03/o-cinema-dos-milhoes.html' title='O Cinema dos Milhões'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-twOQONyZuBY/TZCXddnLWSI/AAAAAAAACcM/l_-xQXtR_AY/s72-c/bruna-surfistinha-filme.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-2035674506457384232</id><published>2011-03-26T09:26:00.000-07:00</published><updated>2011-03-26T09:26:12.322-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quadrinhos'/><title type='text'>Analisando: Crise Final - Parte II</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wKcNxlLTnv8/TWV3ouiLNZI/AAAAAAAACXo/uiAIVb0mgug/s1600/scan01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="137" src="http://2.bp.blogspot.com/-wKcNxlLTnv8/TWV3ouiLNZI/AAAAAAAACXo/uiAIVb0mgug/s400/scan01.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na &lt;a href="http://www.uarevaa.com/2011/02/crise-final-uma-analise.html"&gt;edição anterior&lt;/a&gt;, Grant Morrison iniciou sua visão do mundo super-heroístico da DC Comics enchendo-o de simbolismos, mistério e auto-referencias. Nessa edição ele cai em mais alguns conceitos interessantes pouco explorados nas histórias da editora e no próprio universo sci-fi de heróis de colante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Edição 2:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O Armageddon bate as nossas portas&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-RT-cxJzPGPM/TWV5ZoasiSI/AAAAAAAACXs/ih04Tnm91no/s1600/CF02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="103" src="http://4.bp.blogspot.com/-RT-cxJzPGPM/TWV5ZoasiSI/AAAAAAAACXs/ih04Tnm91no/s400/CF02.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;"Nós salvaremos o mundo da nossa maneira" &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das coisas que sempre reclamei, e ouvi outros reclamando, nas histórias de super-heróis no geral, independente de editora, é o monopólio dos Estados Unidos da América com esses personagens. Tudo sempre acontece lá, só conhecemos o mundo “do olhar para o próprio umbigo” deles, mesmo em uma sociedade cada vez mais multicultural e interconectada. Morrison nessa edição já inicia com um pé na porta, mostrando todo um mundo novo dos super-heróis japoneses.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até emulando uma linguagem mangaká, com cenas &lt;a href="http://i23.photobucket.com/albums/b364/marcsoars/CF01.jpg" style="color: red;"&gt;entrecortadas diagonalmente&lt;/a&gt;, o autor nos coloca dentro de um universo repleto de cores, movimento, agitação e uma típica noite de balada superheróica em um clube, até me lembrou um pouco o filme &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wasabi_%28filme%29" style="color: red;"&gt;Wasabi&lt;/a&gt;. Logo, vemos os novos grandes heróis locais, o Super Time Jovem (de dia salvando a cidade e a noite bebendo e dançando em um bar de heróis), lidando com a repercussão de suas atividades – um breve confronto de gerações (novo x velho) que acho que o Morrison tendencia para o novo – e a puerilidade de confrontos metahumanos nesse universo. É o escocês colocando em xeque a, que já nos parece eterna, onda de lutas em cima de lutas, sem nenhum sentido, dentro dos quadrinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-REeTBOTkxmM/TWV9T6qgshI/AAAAAAAACX0/6X4zy-VSY8g/s1600/CF03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="124" src="http://1.bp.blogspot.com/-REeTBOTkxmM/TWV9T6qgshI/AAAAAAAACX0/6X4zy-VSY8g/s320/CF03.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Sa6kY8N9330/TWV9U2MbmlI/AAAAAAAACX4/ay5fx1WFxxM/s1600/CF04.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="157" src="http://3.bp.blogspot.com/-Sa6kY8N9330/TWV9U2MbmlI/AAAAAAAACX4/ay5fx1WFxxM/s320/CF04.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-G7J-Cf2wTCU/TWV9TMsM14I/AAAAAAAACXw/QfH8At7Y5hE/s1600/CF05.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://4.bp.blogspot.com/-G7J-Cf2wTCU/TWV9TMsM14I/AAAAAAAACXw/QfH8At7Y5hE/s320/CF05.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro ponto interessante ainda nessa parte da história é a colocação de uma personagens coadjuvante que expressa um pensamento bem morderno, adaptado para esse mundo cool de superseres:&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Toda a minha vida eu esperei ser uma atração. A transformação do Homem em propaganda. Espírito dentro do brinquedo. Quando ele entenderá que ser fantástico é um superpoder em si mesmo.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu só consigo ler isso como uma critica, ou simples exposição de uma realidade, a cultura que vinga muito nos tempos atuais de celebridades, exposição pessoal a todo custo, em se tornar uma propaganda ambulante de si mesmo, ainda mais com o mundo&amp;nbsp; online e as tais redes sociais. O autor retrata uma nova geração, a mesma que vai a boates como a da história, se veste com símbolos de ídolos, muitas vezes querem ser que nem eles, e, assim, na minha opinião, perdem até sua própria identidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, chegamos a Shilo Norman. Em Sete Soldados da Vitória, em uma história que na época não fazia sentido nenhum para quem lia (tá, ainda nem faz tanto hoje em dia), Normam nos surge como um antigo substituto de Scott Free como o herói escapista Senhor Milagre. Com Crise Final, podemos intuir que o ocorrido em Sete Soldados foi algo passado após a Guerra entre os Deuses do Quarto Mundo e antes de Crise, ou uma simples realidade futura acessada pelo personagem de alguma forma. Nessa edição, ele aparece em Tokyo como um tipo de milionário, com ares de policial de filme antigo (afinal, a banca, roupa e até a forma de mostrar a caixa materna não lembra alguém se apresentando como oficial?), buscando reunir supers japoneses, o que só no futuro descobriríamos o porque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-2VDMQ8criAY/TWV-M7y96wI/AAAAAAAACX8/77CHbvvSoVM/s1600/CF06.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="152" src="http://2.bp.blogspot.com/-2VDMQ8criAY/TWV-M7y96wI/AAAAAAAACX8/77CHbvvSoVM/s400/CF06.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O interessante de ver Shilo como uma versão de policial, é perceber como a saga tem esse ar de mistério não só na busca de solucionar um assassinato, mas também em relações autoritárias. Com a chegada dos Lanternas Alphas (criação também de Morrison dentro das histórias dos Lanternas Verdes, tipos de supervisores dos xerifes espaciais) vemos um típico embate de jurisdição que sempre vemos em seriados televisivos investigativos, como CSI, Lei e Ordem, etc., achei bem pertinente e até uma forma de tornar reconhecível algo para um público que também deve ver esse tipo de série.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais uma coisa legal na aparição dos Lanternas Alphas, em especial a Lanterna Kraken, é a informação de como &lt;a href="http://i23.photobucket.com/albums/b364/marcsoars/CF07.jpg" style="color: red;"&gt;funciona o corpo&lt;/a&gt; dos Novos Deuses: “O corpo de um Deus é em maior parte energia, se sublima sem um sinal”. Isto é, ele após morto, retorna para a Fonte e se torna novamente energia cósmica, uma possível analogia de Morrison ao que ele pensa que acontece com nossa essência após a morte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-q5C-M6YiZz0/TWV-5GCksaI/AAAAAAAACYA/rh7sCPpiXPs/s1600/CF08.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="173" src="http://3.bp.blogspot.com/-q5C-M6YiZz0/TWV-5GCksaI/AAAAAAAACYA/rh7sCPpiXPs/s400/CF08.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;“Nós somos armas falantes dos Deuses" &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Wally West&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda no ponto das analogias, ressalto o caso Bludhaven. A cidade, antes morada de Dick Grayson como Asa Noturna, foi destruída quando um vilão nuclear foi jogado de um avião e, literalmente, explodiu o local, deixando pessoas com mutações bizarras, assim, a cidade virou um deserto nuclear e um problema a ser resolvido pelas autoridades. E é lá, nesse inferno na Terra, que Morrison posiciona o QG de recuperação dos Deuses de Apokolips. Como não vermos, primeiramente, toda uma relação com os atentados sofridos pelos Estados Unidos e pelo mundo afora? Mas, indo mais longe, como não conectar essa opção do autor com uma ideologia bem pertinente: onde existem zonas de guerra, discórdia e destruição, é lá que o grande mal está!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda sobre esse ponto,&amp;nbsp; vemos um tipo “easter egg” curioso: o mesmo Padre que na edição anterior falava sobre o fim do mundo e como a salvação estava distante, agora aparece bradando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Fp1AbJpJ-cY/TWV_X6lueCI/AAAAAAAACYE/MJNWOnuELqc/s1600/CF09.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://4.bp.blogspot.com/-Fp1AbJpJ-cY/TWV_X6lueCI/AAAAAAAACYE/MJNWOnuELqc/s400/CF09.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O resto da edição é mais uma peça de movimentação da história. Temos um Hal Jordan sendo preso pelos Lanternas Alphas acusado de assassinar Órion e tentar matar John Stewart, numa rememorização dos tempos de Parallax e Zero Hora; um Batman sendo atacado e seqüestrado por Kraken, dominada pela Vovó Bondade – e mais uma vez um clichê básico de histórias de mistério: o traidor dentro do grupo de mocinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, um ataque ao Planeta Diário, onde Lois Lane fica gravemente ferida (e surge a desculpa para o Superman ser desviado da linha principal de eventos, um roteirismo, já que o Super sozinho resolveria alguns pontos futuros da guerra que se aproxima). E por último, o primeiro momento polêmico da saga: O retorno de Barry Allen, o homem tido com morto em Crise nas Infinitas Terras retorna para de fato conectar essa Crise Final como uma continuação da outra.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Olha, sinceramente, e pelo que se vê no decorrer da história, acredito que o Morrison não queria isso e foi imposto pelos superiores, já que era o grande evento do ano e tinham essa vontade de trazer o Barry de volta, então, porque não juntar os dois. É controverso, ainda não gosto da idéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única forma que o Morrison pensou de encaixar isso foi fazendo-o ressurgir saindo da Poltrona Mobius de Metron, um artefato que aparenta ter propriedades de transitar entre dimensões, e ainda criando um plot do velocista estar tentando segurar/impedir uma bala lançada através do tempo. A mesma bala que descobrimos ser a que acertou Órion e se fixou no concreto do cais do porto cinqüenta anos antes do fato.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-QjnUSwqOAAw/TWWACul6buI/AAAAAAAACYI/enETrBUbEig/s1600/scan31.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="221" src="http://2.bp.blogspot.com/-QjnUSwqOAAw/TWWACul6buI/AAAAAAAACYI/enETrBUbEig/s400/scan31.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um fato curioso é que quando Barry retorna, além de acompanhado da bala, quem o persegue é o &lt;a href="http://i23.photobucket.com/albums/b364/marcsoars/scan32.jpg" style="color: red;"&gt;Corredor Negro&lt;/a&gt;, a personificação da morte de acordo com os conceitos criados por Jack Kirby para o Quarto Mundo. Tal fato é bem coerente até não é? Barry não morreu na primeira Crise, sobreviveu de alguma forma (só explicada em Flash Renascimento) correndo fugindo da própria morte. Uma idéia muito legal, pelo menos para mim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, assim, chegamos ao final da segunda edição de Crise Final, mais uma peça do xadrez posta antes da grande jogada do lado negro do tabuleiro!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;No próximo post:&lt;/b&gt; a investida do mal contra o mundo e a aliança do Rei Branco e suas peças.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-2035674506457384232?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/2035674506457384232/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=2035674506457384232&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/2035674506457384232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/2035674506457384232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/03/analisando-crise-final-parte-ii.html' title='Analisando: Crise Final - Parte II'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-wKcNxlLTnv8/TWV3ouiLNZI/AAAAAAAACXo/uiAIVb0mgug/s72-c/scan01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-6970769252374754246</id><published>2011-03-12T16:34:00.000-08:00</published><updated>2011-03-12T16:34:27.138-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Você e a Noite Escura - Lobão - Acústico MTV</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/nadv5jBMxVU" title="YouTube video player" width="510"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-6970769252374754246?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/6970769252374754246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=6970769252374754246&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6970769252374754246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6970769252374754246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/03/voce-e-noite-escura-lobao-acustico-mtv.html' title='Você e a Noite Escura - Lobão - Acústico MTV'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/nadv5jBMxVU/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-4927184055432402235</id><published>2011-03-04T07:06:00.000-08:00</published><updated>2011-03-04T07:06:53.646-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>Sons do Carnaval</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-kXiQ0FrSY0Q/TXD_CWKUzQI/AAAAAAAACaY/Te8enC4pAfw/s1600/carnaval_2mascaras_g.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://lh6.googleusercontent.com/-kXiQ0FrSY0Q/TXD_CWKUzQI/AAAAAAAACaY/Te8enC4pAfw/s400/carnaval_2mascaras_g.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Confesso que nunca fui lá muito fã de Carnaval, com sua baderna de multidões, parecendo formiguinhas exprimidas atrás de um grilo falante com estridentes caixas de som, ou, como outros chamam, trio elétrico. Sem contar o saldo de violência, embriagues, desrespeito aos outros, mas, se tem uma coisa que acho legal no evento são algumas músicas sobre ele que me ficaram na memória. Não falo de axés, forrós, e outros sons tribais feitos para não se pensar nem na letra e só se balançar como os macacos que somos, deixando o instinto primitivo mais do que nunca ativo. Falo sim de cancções de música e letras belas, reflexivas e instigantes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui, deixarei você com três delas, as que primeiro vem a minha mente quando penso em Carnaval.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Noite dos Mascarados &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Chico Buarque&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa música ouvi pela primeira vez numa antiga novela da Rede Globo chamada&lt;b&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quem_%C3%89_Voc%C3%AA%3F"&gt;Quem é Você?&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;nos idos dos anos 90, que se não me engano era um remake. Acho essa letra bela e simples, a na voz do Chico Buarque é perfeita.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/_e7ah-kyVyE" title="YouTube video player" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Pierrot &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Los Hermanos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando os Los Hermanos era uma banda ainda sem uma total identidade musical, em seu primeiro CD, eles trouxeram ao mundo essa adorável canção sobre a velha história de amor entre o Pierrot e a Colombina, dando um ar moderno sutil. Dançante, envolvente, dessas que anima qualquer show e lembra bem o espirito dos antigos carnavais de bailes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/NAWTK9sA7pY" title="YouTube video player" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Todo Carnaval Tem seu Fim &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Los Hermanos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa sem dúvida é a música definitiva sobre, ao mesmo tempo, critica e tolerância ao Carnaval, na minha modesta opinião. No segundo CD da banda eles de novo se declinam sobre o festejo de Momo, já com uma pegada mais samba rock e na primeira faixa do disco, pegando de surpresa qualquer um que tenha ouvido o disco anterior.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/J16o9bYS-no" title="YouTube video player" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem outras tantas músicas sobre o tema por aí, mas essas três são as que me mais me remetem ao festa pré quarta-feira de cinzas. Para quem for curtir a festividade bom Carnaval, cuidem-se e aproveitem por mim, eu irei ficar em um mundo de traquilidade e pensamentos positivos, sem barulheira, gente se empurrando e desrespeitos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;See you! &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-4927184055432402235?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/4927184055432402235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=4927184055432402235&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4927184055432402235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4927184055432402235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/03/sons-do-carnaval.html' title='Sons do Carnaval'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-kXiQ0FrSY0Q/TXD_CWKUzQI/AAAAAAAACaY/Te8enC4pAfw/s72-c/carnaval_2mascaras_g.gif' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-214949573415915040</id><published>2011-03-02T17:31:00.000-08:00</published><updated>2011-03-02T17:32:54.019-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quadrinhos'/><title type='text'>Analisando: Crise Final - Parte I</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-sFO675DFPI8/TVP-ef7CgHI/AAAAAAAACV8/IZ_sMNJYnGc/s1600/final_crisis.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-sFO675DFPI8/TVP-ef7CgHI/AAAAAAAACV8/IZ_sMNJYnGc/s320/final_crisis.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1986 a DC Comics lançava nas bancas a megasaga conhecida como Crise nas Infinitas Terras, buscando organizar sua cronologia. A partir daí de tempos em tempos a editora encontra algum pretexto para colocar em suas capas o nome “Crise” e criar uma saga para ganhar uma boa grana em cima. Com esse estigma chegou ao Brasil em 2009 Crise Final, alardeada como a crise para acabar com todas as crises.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos até hoje torcem o nariz para a saga, muito também por conta de Dan Didio e seu exagero – transformando algo pensado por Morrison para somente os Novos Deuses em uma Crise - chegando a dizer que não entenderam nada, mas, para mim, o que Morrison fez foi mais do que uma batalha entre superseres, mas sim uma simbologia sobre religião, quadrinhos, humanidade e outras pequenas coisas.Começo neste post uma série com a proposta de expor algumas idéias colocadas, a meu ver, pelo autor e que podem passar despercebidas por uma analise menos observativa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Obs.:&lt;/b&gt; &lt;b&gt;O exposto é minha pura opinião, não querendo dizer estar certo ou que todo mundo deva concordar. Alias, recomendo também uma olhada em outro ponto de vista, mais completo até, no &lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.multiversodc.com/v2/2010/02/recapitulando-batman-rip-e-crise-final/"&gt;Multiverso DC&lt;/a&gt;&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Edição 1:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Quando os Deuses descem à Terra&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ZBEhqt7et88/TVP_Y1tnB4I/AAAAAAAACWA/Xgg9LCPIxH4/s1600/Crise+Final+01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="235" src="http://3.bp.blogspot.com/-ZBEhqt7et88/TVP_Y1tnB4I/AAAAAAAACWA/Xgg9LCPIxH4/s400/Crise+Final+01.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;“Se você me perguntar, o fogo foi nosso primeiro erro”&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A premissa básica é bem simples e funcional: “O que acontece em um mundo onde o bem perdeu sua batalha eterna contra o mal?”. O bem nesse caso representado pelos Novos Deuses de Nova Gênese, criações de Jacky Kirby, e o mal por Darkseid e seus soldados de Apokolips. Depois de inúmeras batalhas entre os dois mundos o Deus maligno finalmente venceu e extinguiu seus inimigos, porém, também foi ”machucado” tendo que assumir uma forma humana – a qual se denominou Chefão Lado Negro, ou Dark Side – assim como outros seres ao seu lado na guerra. Uma vez derrotado os Deuses de Nova Gênese, o próximo passo do vilão é controlar a equação antivida e espalhá-la pela Terra, transformando o planeta em seu novo lar e, então, dominar todo o universo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Morte é o tema central de toda a saga, e ainda mais dessa primeira edição. Logo nas primeiras páginas nos deparamos com Metron entregando a Anthro, um humano, o segredo sobre o controle do fogo e, assim, um Deus interfere pela primeira vez na história humana, para logo em seguida o humano usar o conhecimento para atacar e matar outros de sua espécie. A raça humana é tendenciada a violência, a usar o conhecimento como arma de poder.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em seguida, o aposentado (e antigo conhecido de leitores da editora) Detetive Turpin encontra o corpo do Deus Órion caído quase morto, enquanto investiga o desaparecimento de crianças. É uma seqüencia deveras impactante, afinal, mesmo no mundo dos quadrinhos, Deuses morrerem aos pés de um humano, ainda mais um que já está perto do fim de sua vida, não é algo banal no nível filosófico da coisa. É uma era de trevas, onde o Homem esquece seus Deuses e o conhecimento que eles lhe deram e buscam serem suas próprias divindades.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O caráter religioso, ou diria mais apocalíptico, não é só colocado na morte divina, mas também nos céus vermelhos – também referencia a Crise nas Infinitas Terras – e nos arautos do fim: o padre (que mais a frente se revela outra coisa) pregando o fim de tudo e na existência de um novo velho vilão: &lt;b&gt;O Libra&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-HcQ9j8KYhZg/TVQAtRtdDDI/AAAAAAAACWE/3Dk7pBlUIyc/s1600/Crise+Final+02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="170" src="http://2.bp.blogspot.com/-HcQ9j8KYhZg/TVQAtRtdDDI/AAAAAAAACWE/3Dk7pBlUIyc/s400/Crise+Final+02.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;“Eu equilibro os pesos, eu igualo a chances”&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Libra é um vilão que surgiu pela primeira vez numa revista décadas atrás onde enfrentava a Liga da Justiça, absorvendo seus poderes, e quando derrota os heróis se torna um tipo de ser cósmico para logo depois desaparecer no espaço. Morrison o trouxe de volta mostrando que depois de sua batalha contra a Liga ele foi parar em Apokolips e se tornou discípulo de Darkseid. O coloco como um tipo de padre satanista, ou ainda, o anticristo, a besta do apocalipse que dá a seus seguidores seus desejos, como ao vilão de quinta categoria que queria ver o Caçador de Marte morto. Pedido feito é pedido realizado pelo arauto do lado negro, e com uma lança (como um soldado romano em um Jesus crucifixado) trespassa o marciano o matando.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desnecessário? Talvez com o próprio Ajax (sempre irei chamá-lo assim) sim, já que existem tantos outros heróis para se matar, porém, ai vejo uma mensagem sobre a própria banalidade que se tornou no mundo dos quadrinhos a morte de heróis, muitas vezes de formas estúpidas, por vilões novos, que logo são revogadas. Acho que a passeata de vilões, que é mostrada em uma página somente, reclamando da forma que são tratados pelos heróis ou é uma tiração de onda do Morrison ou um tipo de cutucada na forma que as autoridades tratam os criminosos – como se não fossem mais humanos, com direitos legítimos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-F0jL1xVyA-g/TVQB5T7dSAI/AAAAAAAACWI/macQjQpjt78/s1600/Crise+Final+03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="191" src="http://2.bp.blogspot.com/-F0jL1xVyA-g/TVQB5T7dSAI/AAAAAAAACWI/macQjQpjt78/s400/Crise+Final+03.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;“escravos atrofiados e mal formados”&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro ponto iniciado por Morrison nessa edição é a utilização da tão perseguida equação antivida, a formula que Darkseid sempre procurou para controlar a existência e que já teve vários formatos ao longo do tempo (lembra-se de Odisséia Cósmica?). Em Crise Final não chegamos a saber como ele alcançou a tal equação, imagino que após derrotar Nova Gênese ficou mais fácil, só vemos ela em ação inicialmente em um grupo de crianças apresentadas ao detetive Turpin no Clube Lado Negro.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como toda a saga versa sobre o poder do mal e da morte, penso que o autor utilizou logo crianças como hospedeiros primitivos da equação numa alusão a como ela deturpa as coisas, ou seja, deturpando inicialmente a inocência e natural bondade infantil transformando-os em zumbis de puro instinto maléfico. E quem sabe, ainda podemos fazer um paralelo de como o Morrison vê a criação infantil nos tempos de hoje, onde os pais deixam a&amp;nbsp; cargo da tecnologia a educação de seus filhos, além de outras falhas educacionais e de vivencias mesmo, transformando-os em adultos sem grandes perspectivas ou alheios a realidade. Essa pequena cena já nos coloca o que virá mais a frente na saga.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Do meu ponto de vista, Crise Final #1 fala sobre quedas: dos Deuses perante o fim inevitável, dos humanos frente a violência e até, podemos dizer, de anjos conectados aos terrestres e por isso mesmo descartados por seus pares, ou como não comparar os Monitores, principalmente Nix Uotan que foi jogado na Terra por ter “falhado” e condenado a viver como um humano, com anjos celestiais? Enfim, a última crise é uma história recheada de simbologias dentro de uma guerra entre Deuses e Homens e como é preciso saber como encarar o mal. E essa batalha só está no inicio.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-214949573415915040?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/214949573415915040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=214949573415915040&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/214949573415915040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/214949573415915040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/03/analisando-crise-final-parte-i.html' title='Analisando: Crise Final - Parte I'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-sFO675DFPI8/TVP-ef7CgHI/AAAAAAAACV8/IZ_sMNJYnGc/s72-c/final_crisis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-370263141950170394</id><published>2011-03-01T09:45:00.000-08:00</published><updated>2011-03-01T09:46:39.462-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Megan lhe adicionou como amigo...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-hbQIlwyHrNQ/TW0viM3ThFI/AAAAAAAACZ4/bqlg0CtHEpU/s1600/catfish-movie-banner-poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="250" src="https://lh5.googleusercontent.com/-hbQIlwyHrNQ/TW0viM3ThFI/AAAAAAAACZ4/bqlg0CtHEpU/s400/catfish-movie-banner-poster.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vivemos dentro de um mundo hoje em dia ligado a velocidade e dinamismo da virtualidade. Em tempos de milhões de redes sociais, blogs, programas de conversação online, uma enxurrada de informações e contatos são feitos a distancia de um clique. Conhecemos pessoas vizinhas a nós ou tão distante quanto o extremo oposto do mundo, mas, uma questão sempre nos persegue: Será que a pessoa do outro lado é realmente quem se diz ser? É sobre isso que o documentário &lt;b&gt;Catfish&lt;/b&gt; vem nos relembrar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-wGOp4asFZ7I/TW0r2Yyra9I/AAAAAAAACZo/kLVrT-Jwh8o/s1600/catfish-movie.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="https://lh6.googleusercontent.com/-wGOp4asFZ7I/TW0r2Yyra9I/AAAAAAAACZo/kLVrT-Jwh8o/s400/catfish-movie.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;No filme, Nev Schulman é um fotógrafo de 24 anos de idade, que passa a receber quadros pintados de fotos suas postadas no Facebook feitos pela pequena Abby Pierce de 8 anos. Mantendo contato pela rede social ele conhece Megan, irmã de Abby, sua mãe Angêla e irmãos.Depois de um longo relacionamento online – que inclui troca de presentes e conversas ao telefone com Megan e sua mãe – Nev, e seus amigos, Ariel e Henry, decidem ir até uma fazenda no Michigan para conhecer toda a família, que até então parecia perfeita. Mas, quando um dado não “bate”, o mundo de Nev cai e ele resolve ir até o final para descobrir se realmente foi enganado por todo o tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-sKh22LqonyM/TW0sz1zoMgI/AAAAAAAACZs/H43OhjHHkpA/s1600/catfish2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="184" src="https://lh5.googleusercontent.com/-sKh22LqonyM/TW0sz1zoMgI/AAAAAAAACZs/H43OhjHHkpA/s200/catfish2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de ver o filme A Rede Social imaginei ter visto no cinema a mostra definitiva sob nossa atual cultura digital, voltada para a geração de pefis, programas, intrigas e ícones, ao assistir Scott Pilgrim Contra o Mundo&lt;a href="http://www.uarevaa.com/2010/11/scott-pilgrim-com-pin.html"&gt;&lt;/a&gt; me vi reavaliando essa percepção ao me deparar em tela com mais uma mostra dessa realidade de interconexões (narrativamente e visualmente falando). Mas, então, em um fim de semana tedioso, me deparo com Catfish e minhas percepções novamente são abaladas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A estética do filme se utiliza muito bem de uma montagem que procura mostrar como apreendemos as coisas sob uma tela de computador, além do uso de câmeras mais “caseiras” no decorrer do filme reforçando, assim, esse caráter de uma geração sempre filmando, fotografando, postando, algo de sua vida. Contudo, a história que traz fortíssimamente como vivemos ligando o mundo virtual ao real, seja por fotos que tiramos, postamos e outros pintam elas, ou os famosos mashups de conteúdos em recortes, colagens, reconfigurações. Num viés psicológico, a obra levanta uma questão sobre o que se passa na mente de pessoas que assumem um perfil “fake” online, porém, não para trollagem, agredir outros, mas sim se relacionar de verdade com outras pessoas, só não assumindo quem se é de verdade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Catfish traz consigo também outra polêmica, que para mim não diminui em nada o impacto do filme e sua função social. Mas, para comentá-la irei deixar um aviso de breve &lt;b&gt;SPOILER&lt;/b&gt; e o texto em &lt;b&gt;preto &lt;/b&gt;para ser selecionado se você quiser saber.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;Muitos acusam o documentário de não ser verdadeiro e sim um falso-documentário, isto é, um filme feito com uma estética documental, mas com uma história fictícia. Outra visão aponta que ele é um doc-fic, ou seja, um documentário com partes ficcionais: Nev teria sim sido abordado por Abby, ou a pessoa por trás dela, e uma parte do filmado era real, contudo, a jornada de ida até a cidade do ser humano por trás da tela de computador teria sido montada em alguns aspectos. Minha opinião? Acho que a segunda visão está mais próxima da realidade, afinal, tem momentos que vemos uma reação muito parecida com uma verdadeira, mas em outros momentos (como uma cena com uma caixa de correios) é muito “perfeitinha” para ser real.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-kelammEee-M/TW0tVJ6Y5rI/AAAAAAAACZ0/a5Xmt-qTOqY/s1600/Catfish_movie_image-2-600x337.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="223" src="https://lh6.googleusercontent.com/-kelammEee-M/TW0tVJ6Y5rI/AAAAAAAACZ0/a5Xmt-qTOqY/s400/Catfish_movie_image-2-600x337.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em resumo, Catfish – grande sucesso do &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.fileserve.com/file/s8Dad7x"&gt;Festival&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; de &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.filesonic.com/file/64662817/01236.Cat.rar"&gt;Sundance&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; de 2010 – vale ser visto pela reflexão que ele levanta e por ser um ótimo filme de suspense que utiliza os recursos do estilo documental “universitário”, usando de uma comparação muito da grosseira, isto é, sem os formalismos “oficiais” usados por gerações de cineastas, o que para mim não o diminui.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E se você não sabe o que significa o titulo veja o filme e entenda em uma breve, e poderosa, explicação tanto o seu significado quanto o da existência da própria obra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/TOQmDxOV4-0" title="YouTube video player" width="510"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-370263141950170394?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/370263141950170394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=370263141950170394&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/370263141950170394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/370263141950170394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/03/megan-lhe-adicionou-como-amigo.html' title='Megan lhe adicionou como amigo...'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-hbQIlwyHrNQ/TW0viM3ThFI/AAAAAAAACZ4/bqlg0CtHEpU/s72-c/catfish-movie-banner-poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-7911432959787079692</id><published>2011-02-28T10:03:00.000-08:00</published><updated>2011-02-28T10:03:26.253-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Waiting for Superman</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-Zja5fjO4f3g/TWveI6_8wsI/AAAAAAAACZU/4ekpQ0l_IgY/s1600/waiting_for__superman__19.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="241" src="https://lh3.googleusercontent.com/-Zja5fjO4f3g/TWveI6_8wsI/AAAAAAAACZU/4ekpQ0l_IgY/s400/waiting_for__superman__19.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Heróis existem para nos salvar de problemas que não podemos dar conta sozinhos.  No passado, em uma época mais ingênua, personagens como Superman traziam uma real esperança para milhões de crianças que assistiam seu programa de TV com George Reeves, e esperavam que ele surgi-se em seu socorro quando precisassem. Infelizmente, nosso mundo não conta com um Superman, e nossos problemas só nós mesmos podemos resolver. É sobre isso que o documentário Waiting for Superman nos fala, como só com conhecimento, luta e real interesse podemos melhorar a educação mundial.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em um mundo de estatísticas, números, planos que não dão em nada e discursos falidos, o documentarista Davis Guggenheim (Uma Verdade Inconveniente) nos lembra que todas essas estratégias educacionais na verdade têm nomes: Anthony, Francisco, Bianca, Daisy e Emily, cujas histórias são a base do documentário. Enquanto acompanha um grupo de crianças ávidas para estudar, colocadas dentro de um sistema que não estimula elas e seu desenvolvimento acadêmico, Guggenheim realiza uma análise exaustiva da educação pública nos EUA.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-i19ugtFS2kM/TWvf1WO5A3I/AAAAAAAACZg/0EzHq_6274Q/s1600/Waiting-For-Superman-A-Film-On-What-Is-Wrong-With-The-American-.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="https://lh6.googleusercontent.com/-i19ugtFS2kM/TWvf1WO5A3I/AAAAAAAACZg/0EzHq_6274Q/s200/Waiting-For-Superman-A-Film-On-What-Is-Wrong-With-The-American-.jpg" width="132" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Vemos nele como é engendrada a máquina administrativa educacional americana, desde o formato de entrada em escolas públicas, o ciclo feito por alunos a cada novo nível de uma escola para outra pré-determinada, as expectativas desses alunos, de seus pais, o histórico de sucesso ou não de formatos adotados por diferentes centros de ensino, como o governo tratou ao longo dos anos a questão, as brigas políticas entre órgãos (como sindicatos dos professores e diretores escolares), números, gráficos, depoimentos, enfim, é uma obra bem completa sobre o panorama de ensino naquele país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dos pontos que mais gostei do filme é ele não apelar para a planfetagem, como é bem comum na obra de Michael Moore, por exemplo, e de uma forma bem coesa, de bom senso, mostra as interconexões existentes que fazem com que a situação esteja no caos e complexidade que está. Nele podemos ver como uma mãe mesmo lutando todo dia para pagar uma escola particular para sua filha, por acreditar que assim ela terá mais chances, não pode nem ver a sua garota na solenidade de colação de grau por atraso nas mensalidades; ou como um sistema de estabilidade para os professores os viciam em serem educadores medíocres, são tantas questões que faz você se perguntar: se nos Estados Unidos, um dos países mais ricos do mundo, a coisa está assim, o Brasil terá alguma chance de salvação?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-mW9dTk4MXAA/TWvg0kqkLjI/AAAAAAAACZk/cYkvHJXKq1U/s1600/Sorteio.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="137" src="https://lh6.googleusercontent.com/-mW9dTk4MXAA/TWvg0kqkLjI/AAAAAAAACZk/cYkvHJXKq1U/s200/Sorteio.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Mas, a coisa mais absurda desse sistema americano, e que nunca tinha ouvido falar e fiquei realmente chocado, é a formula realizada quando o número de alunos inscritos as vagas para uma escola pública supera o número de vagas: é realizado um sorteio público, com direito a bolinha, com números correspondentes a cada pretendente a vaga, dentro de uma redoma de onde ela é tirada. Isso mesmo, um bingo, a definição do futuro de uma pessoa feita em quanto de sorte ela está no dia. E você achando que vestibular é algo injusto hein?!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme recebeu o prêmio de Melhor Documentário no Festival de Sundance em 2010 e merece ser &lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=GBAWETIW"&gt;visto&lt;/a&gt; com todo cuidado, ainda mais se você é alguém realmente preocupado com o futuro da educação no mundo e das crianças, que poderão ser seus filhos quem sabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/ZKTfaro96dg" title="YouTube video player" width="510"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-b_g3t3aOCPc/TWveg1p74xI/AAAAAAAACZY/IknAYtu81iU/s1600/waiting-for-superman.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="https://lh6.googleusercontent.com/-b_g3t3aOCPc/TWveg1p74xI/AAAAAAAACZY/IknAYtu81iU/s200/waiting-for-superman.jpg" width="135" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Título Original:&lt;/b&gt; Waiting for Superman&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Drama / Educação / História Contemporânea&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 111 min&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Lançamento: &lt;/b&gt;2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-7911432959787079692?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/7911432959787079692/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=7911432959787079692&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7911432959787079692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7911432959787079692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/02/herois-existem-para-nos-salvar-de.html' title='Waiting for Superman'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-Zja5fjO4f3g/TWveI6_8wsI/AAAAAAAACZU/4ekpQ0l_IgY/s72-c/waiting_for__superman__19.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-2164403825404222554</id><published>2011-02-27T07:14:00.000-08:00</published><updated>2011-02-27T18:16:10.567-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><title type='text'>Oscar 2011</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-bWWiQ6aLYuI/TWppmsUGLbI/AAAAAAAACZQ/NQsF1WTzfMk/s1600/oscar-2011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="241" src="https://lh3.googleusercontent.com/-bWWiQ6aLYuI/TWppmsUGLbI/AAAAAAAACZQ/NQsF1WTzfMk/s400/oscar-2011.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, domingo, 27 de fevereiro, será a premiação do Oscar, e eu não poderia deixar de dar meus palpites. Aponto logo abaixo aqueles que acho que devam ganhar o prêmio (em negrito) e algumas menções honrosas ou os que eu gostaria que ganhassem (com um asterisco ao lado). Confere ai:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Melhor filme&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Cisne Negro&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• O Vencedor&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• A Origem*&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• &lt;b&gt;O Discurso do Rei (imagino que deva ganhar por ser muito próximo ao tipo de filme que o premio gosta)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• A Rede Social&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Minhas Mães e meu Pai&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Toy Story 3*&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• 127 Horas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Bravura Indômita&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Inverno da Alma&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Melhor diretor&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• &lt;b&gt;Darren Aronovsky - Cisne Negro&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• David Fincher - A Rede Social&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Tom Hooper - O Discurso do Rei&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• David O. Russell - O Vencedor&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Joel e Ethan Coen - Bravura Indômita*&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Melhor ator&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Jesse Eisenberg - A Rede Social&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• &lt;b&gt;Colin Firth - O Discurso do Rei&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• James Franco - 127 Horas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Jeff Bridges - Bravura Indômita*&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Javier Bardem - Biutiful&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Melhor atriz&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Nicole Kidman - Reencontrando a Felicidade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Jennifer Lawrence - Inverno da Alma&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• &lt;b&gt;Natalie Portman - Cisne Negro&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Michelle Williams - Blue Valentine&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Annette Bening - Minhas Mães e meu Pai&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Melhor ator coadjuvante&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• &lt;b&gt;Christian Bale - O Vencedor&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Jeremy Renner - Atração Perigosa&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Geoffrey Rush - O Discurso do Rei*&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• John Hawkes - Inverno da Alma&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Mark Ruffalo - Minhas Mães e meu Pai&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Melhor atriz coadjuvante&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Amy Adams - O Vencedor&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Helena Bonham Carter - O Discurso do Rei&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Jacki Weaver - Animal Kingdom&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Melissa Leo - O Vencedor&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• &lt;b&gt;Hailee Steinfeld - Bravura Indômita&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Melhor roteiro original&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Minhas Mães e meu Pai&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• &lt;b&gt;A Origem&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• O Discurso do Rei&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• O Vencedor&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Another Year&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Melhor roteiro adaptado&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;•&lt;b&gt; A Rede Social&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• 127 Horas &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Toy Story 3&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Bravura Indômita*&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Inverno da Alma&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Melhor direção de arte&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• &lt;b&gt;Alice no País das Maravilhas&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte I&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• A Origem&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• O Discurso do Rei&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Bravura Indômita&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Melhor fotografia&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Cisne Negro* &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• A Origem&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• O Discurso do Rei&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• A Rede Social&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;•&lt;b&gt; Bravura Indômita&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Melhores efeitos visuais&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Alice no País das Maravilhas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte I&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Além da Vida&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• &lt;b&gt;A Origem&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Homem de Ferro 2&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Melhor montagem&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Cisne Negro*&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• &lt;b&gt;O Vencedor&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• O Discurso do Rei&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• A Rede Social&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• 127 Horas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Melhor trilha sonora&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Alexandre Desplat - O Discurso do Rei&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• John Powell - Como Treinar o seu Dragão&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• A.R. Rahman - 127 Horas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Trent Reznor e Atticus Ross - A Rede Social*&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• &lt;b&gt;Hans Zimmer - A Origem&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Melhor canção original&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• "Coming Home" - Country Strong&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• "I See the Light" - Enrolados&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• "If I Rise" - 127 Horas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• &lt;b&gt;We Belong Together - Toy Story 3&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Melhor edição de som&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• &lt;b&gt;A Origem&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Toy Story 3*&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Tron: O Legado&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Bravura Indômita&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Incontrolável&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Melhor mixagem de som&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• &lt;b&gt;A Origem&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Bravura Indômita&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• O Discurso do Rei&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• A Rede Social&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Salt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: retirei da lista de indicados os prêmios aos quais não tinha assistido sequer um filme concorrendo. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-2164403825404222554?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/2164403825404222554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=2164403825404222554&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/2164403825404222554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/2164403825404222554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/02/oscar-2011.html' title='Oscar 2011'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-bWWiQ6aLYuI/TWppmsUGLbI/AAAAAAAACZQ/NQsF1WTzfMk/s72-c/oscar-2011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-8065751417242881629</id><published>2011-02-25T07:17:00.000-08:00</published><updated>2011-02-25T07:17:03.895-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Mil Casmurros</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="270" src="http://player.vimeo.com/video/4198870?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/4198870"&gt;One Thousand Casmurros&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/livead"&gt;LiveAD&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-8065751417242881629?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/8065751417242881629/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=8065751417242881629&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/8065751417242881629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/8065751417242881629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/02/mil-casmurros.html' title='Mil Casmurros'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-7521690979633155896</id><published>2011-02-24T19:50:00.001-08:00</published><updated>2011-02-24T19:50:50.927-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Saco de Areia</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tLX4wWXlmfE/TWaBV9TwjqI/AAAAAAAACYo/Uw7WdroNr6A/s1600/o-vencedor.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-tLX4wWXlmfE/TWaBV9TwjqI/AAAAAAAACYo/Uw7WdroNr6A/s400/o-vencedor.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante toda a nossa vida buscamos ter sucesso nos caminhos profissionais que escolhemos, muitos tem a condição de fazer uma faculdade – mesmo que a forma que se entra não concorde tanto, mas isso é outra história – contudo, para outros tantos, o esporte é a única possibilidade de algum lucro e futuro. E foi no esporte, mais especificamente no boxe, que Dicky Ecklund (Christian Bale) buscou sua sorte, e até teve seu momento quando enfrentou o campeão mundial Sugar Ray Leonard em uma luta, colocando a pequena cidade de Lowell no mapa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O problema é quando um instante de fama sobe a cabeça da pessoa, olha que sso acontece muito, e ele passa a viver só daquele momento, acumulando amigos não muito produtivos e vícios tão destrutivos quanto. No outro lado do ringue está Micky Ward (Mark Wahlberg), seu irmão, que tenta agora a sorte no mundo do boxe, sendo treinado por Dicky e empresariado por Alice (Melissa Leo), sua mãe. Só que a família sempre o coloca em segundo plano em relação, o que impede que Micky consiga ascender no esporte. A situação muda quando ele passa a namorar Charlene Fleming (Amy Adams), que o incentiva a deixar a influência familiar e tratar a carreira de forma mais profissional.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-MTb8ZgDyfoU/TWaCFAU4CTI/AAAAAAAACYw/yCQ93U9EWDA/s1600/Vencedor.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-MTb8ZgDyfoU/TWaCFAU4CTI/AAAAAAAACYw/yCQ93U9EWDA/s200/Vencedor.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Problemas familiares sempre rendem filmes interessantes nas mãos de bons roteiristas e diretores, e quando a história é baseada em fatos reais, como nesse caso, ajuda muito mais. O filme dirigido por David O. Russell nos coloca no meio de uma família com sérios problemas de relacionamento: uma mãe controladora que valoriza mais um filho do que ao outro, irmãs que vangloriam a mediocridade humana de só falar mal e nada de fato fazer,&amp;nbsp; um irmão drogado que atrapalha a vida de todos e um homem que tenta sair de dentro desse espiral de caos e fazer algo importante da sua, tanto para sua satisfação quanto por sua filha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho que ressaltar também o quanto a presença de uma mulher centrada pode mudar a vida de um homem. Vemos isso em Charlene, bem interpretada por Amy – mais conhecida do público nerd pela &lt;a href="http://www.google.com.br/images?q=Amy%20Adams&amp;amp;oe=utf-8&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rlz=1R1GGLL_pt-BR___BR371&amp;amp;um=1&amp;amp;ie=UTF-8&amp;amp;source=og&amp;amp;sa=N&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;tab=wi&amp;amp;biw=1360&amp;amp;bih=574"&gt;Charlotte&lt;/a&gt; de Lost, uma mulher que abandonou faculdade, vive como garçonete de bar, mas que não deixa se perder e apoiar Micky.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-uoqX1QI1pAc/TWaCbjTxxQI/AAAAAAAACY0/6R7aFjdxh4w/s1600/Vencedor2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-uoqX1QI1pAc/TWaCbjTxxQI/AAAAAAAACY0/6R7aFjdxh4w/s200/Vencedor2.jpg" width="125" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O vencedor nos transporta para os anos noventa, a história se passa em 1993, e toda cultura de roupas, cabelos, e postura do inicio da década nos Estados Unidos. Até citação a linguagem da MTV tem, e um Dicky submerso num mundo de drogados que lembra o saudoso &lt;a href="http://www.interfilmes.com/filme_13716_kids.html"&gt;Kids&lt;/a&gt;. A direção é bem feita por Russel, utilizando algumas vezes uma estética televisiva para representar as lutas, uma montagem dinâmica quando tem que ser, mas, algo me incomoda no filme. Não sei se é porque ele é muito parecido em temática com outros filmes de superação (Rock, O Lutador, etc.) ou ainda por falar de drogas e famílias complicadas como outros tantos falaram.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez, o que mais chame a atenção e o carisma do filme seja o Dicky de Christian Bale: magrelo, hiperativo, contraditório, e muitíssimo bem interpretado, provavelmente um dos – senão o – melhores trabalhos do ator. Mostrando que nem só de grandes heróis (como Bruce Wayne e John Connor) ele pode viver.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Vencedor não irá mudar sua vida, não irá fazer você ver de forma diferente um tema que ele trabalhe, mas, lhe trará uma boa biografia de alguém que deixou o ego e fama lhe destruir e busca no irmão redenção. Merece ser visto e admirado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/j2IhEBwQ6T0" title="YouTube video player" width="510"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ighyk_OiYsU/TWaBtdS0UtI/AAAAAAAACYs/1tD7eCQ7GtM/s1600/cartaz-filme-o-vencedor.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-ighyk_OiYsU/TWaBtdS0UtI/AAAAAAAACYs/1tD7eCQ7GtM/s200/cartaz-filme-o-vencedor.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Título original:&lt;/b&gt; The Fighter (2010)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Direção:&lt;/b&gt; David O. Russell &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Elenco: &lt;/b&gt;Mark Wahlberg, Christian Bale , Amy Adams, Melissa Leo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 114 min&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Drama&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-7521690979633155896?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/7521690979633155896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=7521690979633155896&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7521690979633155896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7521690979633155896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/02/saco-de-areia.html' title='Saco de Areia'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-tLX4wWXlmfE/TWaBV9TwjqI/AAAAAAAACYo/Uw7WdroNr6A/s72-c/o-vencedor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-7482393758003382399</id><published>2011-02-23T08:34:00.000-08:00</published><updated>2011-02-23T08:34:14.731-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Sob os Cascos do Cavalo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-LSdBl65gTXc/TWUzlxN5nsI/AAAAAAAACXc/ovEgcbMOCMs/s1600/bravura-indomita2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="292" src="http://1.bp.blogspot.com/-LSdBl65gTXc/TWUzlxN5nsI/AAAAAAAACXc/ovEgcbMOCMs/s400/bravura-indomita2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O gênero faroeste foi um estilo de filme que fez muito sucesso em um passado que já nos parece muito longe. Obras do mestre Sergio Leone fizeram a cabeça de muitos adoradores dos embates de vida e morte com um revolver e a astúcia como arma. Em Onde os Fracos Não Tem vez, filme que incrivelmente ainda não assisti, os Irmãos Coen fizeram um tipo de western  mais moderno, agora, eles caem de vez na época e gênero com o seu Bravura Indômita.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história nos traz um conflito bem típico do estilo de filme: A jovem de 14 anos Mattie Ross (Hailee Steinfeld), decidida a vingar a morte do pai, contrata um federal (ou como ficou na memória afetiva de todos que acompanharam muitos faroestes: um Marshall), Reuben "Rooster" Cogburn (Jeff Bridges). Ainda se acrescenta a caçada o ranger texano LaBoeuf (Matt Damon). E a triade improvável, também um clichê básico de westerns, está feita.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contudo, se você for procurando (como até eu fui um pouco) uma história repleta de embates, caçadas a cavalo, charetes ou coisas tão vistas em obras assim, não irá encontrar. Os tiroteios estão lá sim, os desafios sob a luz do sol frente a frente também, mas, o ponto focal do filme é a relação entre um velho e decadente cowboy e sua contratante/discípula/amiga/ “namorada”. O uso de muito diálogo, do fortalecimento do contraste entre os personagens, servem para fortalecer ainda mais suas relações,e a dureza dos sentimentos no velho oeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--at29hADGns/TWUzu3qh0AI/AAAAAAAACXg/xu060-i8iYk/s1600/bravura-indomita.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="285" src="http://4.bp.blogspot.com/--at29hADGns/TWUzu3qh0AI/AAAAAAAACXg/xu060-i8iYk/s400/bravura-indomita.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os Coen com uma direção aprimorada nos trazem belos planos, uma narrativa atrativa, daquelas que nos mantém ligados no filme do inicio ao fim, e um apurado humor cínico dos personagens que cativam desde o primeiro momento. E não poderia deixar de falar de Hailee Steinfeld, a garota vingativa mais carismática dos últimos tempos. Com uma atuação impecável, bem realizada, Steinfeld coloca na tela a determinação de alguém que quer vingar o pai, mas, ao mesmo tempo, sua bondade inerente, medo, ingenuidade, arrogância, inteligência, religiosidade e descoberta de um mundo novo, não é a toa que foi indicada a melhor atriz coadjuvante para o Oscar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bravura Indômita é baseado no romance de Charles Portis, é um remake de um filme homônimo de 1969, contudo, consegue ser único, distinto dos dois, uma visão impar de um período histórico com uma sensibilidade afiada, boas atuações, trilha sonora. Porém, algo me incomodou ao fim da película,  sem soltar muitos spoilers, todo filme me pareceu feito para se chegar a uma das cenas próximos do final, e, isso, não me desceu muito – apesar da cena ser bonita, simbólica e forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, tirando isso, a obra merece sim ser apreciada, admirada, elogiada e até &lt;a href="http://entretenimento.r7.com/jovem/fotos/filme-indicado-ao-oscar-ganha-versao-em-quadrinhos-20110202-3.html#fotos"&gt;expandida&lt;/a&gt;, ainda mais em tempos que faroestes não são mais tão atrativos aos produtores hollywoodianos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/xUwNHQ-uvsU" title="YouTube video player" width="510"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-u9hIrGczqEw/TWUzYwdYPqI/AAAAAAAACXY/OljHFmOi5ng/s1600/BravuraIndomita_poster.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-u9hIrGczqEw/TWUzYwdYPqI/AAAAAAAACXY/OljHFmOi5ng/s200/BravuraIndomita_poster.jpg" width="134" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Título Original:&lt;/b&gt; True Grit &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;EUA , 2010 - 110 minutos &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faroeste &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Direção: Joel e Ethan Coen &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Roteiro: Joel e Ethan Coen, baseado no romance de Charles Portis &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Elenco: Hailee Steinfeld, Jeff Bridges, Matt Damon, Josh Brolin, Barry Pepper &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-7482393758003382399?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/7482393758003382399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=7482393758003382399&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7482393758003382399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7482393758003382399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/02/sob-os-cascos-do-cavalo.html' title='Sob os Cascos do Cavalo'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-LSdBl65gTXc/TWUzlxN5nsI/AAAAAAAACXc/ovEgcbMOCMs/s72-c/bravura-indomita2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-4548941868291499478</id><published>2011-02-22T16:47:00.000-08:00</published><updated>2011-02-23T08:35:10.702-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Preso à Vida</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--VpfTaJ_VKg/TWKIEpXGZWI/AAAAAAAACXM/AZOA0JhpcuA/s1600/127Horas1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="238" src="http://3.bp.blogspot.com/--VpfTaJ_VKg/TWKIEpXGZWI/AAAAAAAACXM/AZOA0JhpcuA/s400/127Horas1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ser humano é eternamente pautado por um binômio: coragem e medo. Durante toda sua história esses dois sentimentos o guiaram seja para enfrentar feras na pré-história e sair vitorioso ou para fugir e sobreviver por mais um dia. Enfim, desafios e obstáculos a serem superados fazem parte da própria existência humana.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi o que Aron Ralston, alpinista, engenheiro mecânico, filho, irmão, ex-namorado, descobriu em 2003, quando sozinho, em uma gruta em Utah, Estados Unidos, teve sua mão presa por uma rocha e passou cinco dias a beira da morte. E é o que descobrimos com a adaptação para o cinema de seu livro: &lt;b&gt;127 horas&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme com direção de Danny Boyle (Quem quer ser milionário?) inicia exatamente na preparação da viagem de Aron (James Franco) até as montanhas rochosas onde pretende escalar o cânion Blue John. Boyle aproveita esses momentos iniciais e usa de sua já conhecida estética clipista e nos transporta para como o personagem é isolado, auto-excluído de convívio com familiares e amigos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-NeNrUM6Z5Uc/TWKImqoMxnI/AAAAAAAACXQ/5RfI4sEf7GM/s1600/127-horas.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-NeNrUM6Z5Uc/TWKImqoMxnI/AAAAAAAACXQ/5RfI4sEf7GM/s200/127-horas.jpg" width="164" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele também usa o instante para mostrar o quanto a cidade é caótica e barulhenta e como isso vai diminuindo à medida que o personagem se distancia dela, provavelmente, com a intenção de nos colocar no ponto de vista de Aron: alguém cansado do movimento da cidade e buscando a calmaria e “selvageria” do deserto. Franco nos traz um homem ousado, que acredita, realmente, que pode superar tudo, é mais experto que o resto das pessoas e não precisa de ninguém.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contudo, tudo desmorona quando desce por uma apertada gruta e uma rocha fica presa entre sua mão e pulso. Sem conseguir se soltar só resta a Aron documentar em vídeo sua angústia, relembrar momentos marcantes de sua vida e tentar fugir da loucura provocada pela escassez de comida, água e estresse. Durante quase uma hora e meia vemos todos esses momentos sofridos, desde a sua adaptação a situação, planejamentos de planos, desesperança até o limite. Mas convenhamos, apesar da história ser emocional e instigante de ser acompanhada não seria nada sem a atuação inspirada de James Franco, em uma interpretação que a mim, pelo menos, convenceu que realmente ele é um bom ator.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acostumado ao garoto chorão de Spiderman, me pego surpreso com a evolução que Franco demonstra nesse filme. Indo do cara descolado autosuficiente, do “guia” simpático e carismático, do alpinista confiante, até o ser humano fraturado não só fisicamente quanto na alma frente à iminência de não sobreviver.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;127 Horas é um filme sobre esse ser humano mesquinho, egoísta, que precisa aprender lições para ver o que de fato importa, um filme sobre fragmentos de vida, de momentos belamente colados por Boyle – e parabéns a montagem que leva a obra a um patamar de excelente não produto audiovisual – e no fim, um filme sobre nós, sobre um mundo em constante movimento, onde detalhes podem fazer toda a diferença.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/yNC79Zw-lcU" title="YouTube video player" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PPZGRN1DQVA/TWKKDYoo_LI/AAAAAAAACXU/XwQ8EgLR6fg/s1600/127horas-poster.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-PPZGRN1DQVA/TWKKDYoo_LI/AAAAAAAACXU/XwQ8EgLR6fg/s200/127horas-poster.jpg" width="135" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Título original:&lt;/b&gt; (127 Hours)&lt;br /&gt;Reino Unido, EUA - 2010 &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Direção&lt;/b&gt;: Danny Boyle &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Elenco&lt;/b&gt;: James Franco, Lizzy Caplan, Treat Williams, Kate Burton, Amber Tamblyn.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração&lt;/b&gt;: 93 min&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gênero:&lt;/b&gt; Drama&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-4548941868291499478?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/4548941868291499478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=4548941868291499478&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4548941868291499478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4548941868291499478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/02/preso-vida.html' title='Preso à Vida'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/--VpfTaJ_VKg/TWKIEpXGZWI/AAAAAAAACXM/AZOA0JhpcuA/s72-c/127Horas1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-2302936360641067179</id><published>2011-02-21T07:30:00.000-08:00</published><updated>2011-02-21T07:30:58.701-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>O bater das Assas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="blackswan_5" class="alignnone size-medium wp-image-4251" height="298" src="http://www.portalcodisma.com.br/site_codisma/wp-content/uploads/2011/02/blackswan_5-300x224.jpg" title="blackswan_5" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mundo já é um lugar por si só complicado, sofremos com a corrida pelo sucesso, pela aceitação social, pela auto-satisfaças, para não errarmos, sempre acertar e fugir constantemente da dor. O ser humano existe dentro de uma dança que começa quando ele nasce e segue até sua despedida do palco chamado Terra. E é sobre tudo isso e muito mais que nos fala Darren Aronofsky em seu mais novo filme: &lt;b&gt;Cisne Negro&lt;/b&gt; (2010).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nina (Natalie Portman) é uma bailarina em inicio de carreira, sua mãe (Barbara Hershey) a incentiva até demais em seguir a carreira que ela mesma não pode manter. Quando Beth MacIntyre (Winona Ryder), a primeira bailarina da companhia, está prestes a se aposentar uma vaga de protagonista de uma nova peça surge, e a chance de Nina brilhar também. Porém, ela tem que enfrentar seus próprios obstáculos para conseguir chegar até o sucesso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-6aLkC9FVvRw/TWKE1GV9oKI/AAAAAAAACXI/hR3Api_OKMA/s1600/CBlack+swan.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-6aLkC9FVvRw/TWKE1GV9oKI/AAAAAAAACXI/hR3Api_OKMA/s200/CBlack+swan.jpg" width="134" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Desde o inicio de sua carreira com Pi, depois em Réquiem para um sonho e O Lutador, Aronofsky sempre tratou, de formas diferentes claro, da obsessão do ser humano por algo, seja externo ou interno. E como essa obsessão era efeito de outras coisas ao seu redor negadas durante anos. Em Cisne Negro o diretor nos coloca no mundo competitivo do balé, na vida regrada, pouco ousada e saudável de Nina, nas pressões que ela sofre e na sua incapacidade de lidar com seus problemas e dificuldades que a levam para uma espiral de acontecimentos, podendo se desintegrar durante esse caminho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É um filme tenso, claustrofóbico, como o diretor melhor sabe fazer. Imagino que ninguém se sente realmente bem vendo a grande maioria das cenas em ambientes fechados, pequenos, que representam o estado mental da protagonista, alguém tímido, retraído, que ao não exteriorizar suas angústias acaba por criar em sua mente seu pior inimigo. Alias, que bela metáfora criada pelo filme, nos mostrando que muitas vezes nosso pior inimigo somos nós mesmos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nina a cada novo ensaio, a cada novo dia perto da sua apresentação como estrela de O Lago dos Cisnes, vai caminhando para um abismo pessoal mais depressa. Vemos nela um caso clinico típico de problemas mentais: autoflagelo, paranóia – representada em sua desconfiança com a colega de dança Lilly (Mila Kunis) – ilusões e múltipla personalidade. Como aponta seu exigente diretor artístico Thomas Leroy (Vincent Cassel), Nina é um típico Cisne Branco, gracioso, bonito, mas para se tornar um Cisne Negro – como a peça exige – precisa ser selvagem, sedutora, coisa que a recatada dançarina nunca conseguiu ser. É, então, que uma versão sombria dela mesma começa a aparecer e assombrá-la, fazendo com que ela cometa atos que até então nunca tinha pensado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma viagem a mente humana, é o que o filme é. A descoberta de onde a busca pela perfeição e pelo movimento correto pode nos levar. Afinal, como aponta o personagem de Cassel, “a perfeição também está no caos”, e vemos isso muito bem no ato final do filme. Muito ainda pode ser dito sobre Cisne Negro, mas, palavra nenhuma que eu escrever aqui poderia expressar sua beleza e suavidade, mesmo dentro de toda carga de suspense, só vendo para se entender o quanto uma dança sobre o embate entre um cisne branco e um negro pode nos deixar anestesiados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/5jaI1XOB-bs" title="YouTube video player" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-2302936360641067179?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/2302936360641067179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=2302936360641067179&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/2302936360641067179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/2302936360641067179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/02/o-bater-das-assas.html' title='O bater das Assas'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-6aLkC9FVvRw/TWKE1GV9oKI/AAAAAAAACXI/hR3Api_OKMA/s72-c/CBlack+swan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-3721769017129896924</id><published>2011-02-13T10:50:00.000-08:00</published><updated>2011-02-13T10:51:51.325-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Mr. Nobody</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ppH1NPy6GpU/TVggOp9DlZI/AAAAAAAACWM/c7w-T8ejL-s/s1600/mr_nobody2.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="131" src="http://2.bp.blogspot.com/-ppH1NPy6GpU/TVggOp9DlZI/AAAAAAAACWM/c7w-T8ejL-s/s400/mr_nobody2.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A vida é feita de escolhas, isso todo mundo sabe. Uma viagem a fazer, uma garota a escolher, um livro a ler, a cada momento somos empurrados para tomarmos decisões, algumas pequenas, outras tão grandes que podem mudar todo o curso de nossas vidas. É sobre essas decisões que Mr. Nobody (Sr. Ninguém, 2009) versa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme, dirigido por Jaco Van Dormael, em uma sinopse “tradicional” mostra a história de Nemo Nobody (Jared Leto) que em um futuro não muito distante tem 120 anos de idade e é o último mortal a conviver com as pessoas imortais, e perto de morrer relembra o seu passado. Mas, tal resumo não faz juz a bela e poética história que somos levados em duas horas de película.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mr. Nobody me lembrou muito “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” com seus cortes temporais e espaciais constantes, que muitas vezes para alguém que se deixe perder a atenção é difícil de acompanhar. Tudo começa com a morte de Nemo, volta para antes dele nascer, mostra como um bater de asas de uma borboleta no Japão levou ao encontro de seus pais nos Estados Unidos, como é complicado viver três casamentos ao mesmo tempo, como a mente é um grande xadrez e tem seu clima no fim do universo como o conhecemos. Complexo? Você não viu nada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Wn9pBMhob6U/TVgiEl8IyHI/AAAAAAAACWU/GFIo-vjYfiY/s1600/Mr.+Nobody+3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="250" src="http://3.bp.blogspot.com/-Wn9pBMhob6U/TVgiEl8IyHI/AAAAAAAACWU/GFIo-vjYfiY/s400/Mr.+Nobody+3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dividido em vermelho, amarelo e azul, cores que se alternam na concepção de cenários e direção de arte, para indicar que realidade estamos - se conectando com a mulher da vida de Nemo naquele momento - o filme nos leva por caminhos possíveis dentro da vida do personagem. Ficar com sua mãe e conhecer Ana? Ficar com seu pai e conhecer Elisa ou ainda Grace? Cada escolha leva a novas vidas, novas situações, novos problemas, novas alegrias, qual o melhor caminho a seguir? Existe um melhor que o outro? São algumas das perguntas que nos deparamos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na parte técnica, Mr. Nobody traz a direção bem orquestrada de Van Dormael, sem contar o roteiro amarrado e bem distribuído também feito por ele, uma fotografia poética, cheia de cores e suavidade, uma montagem perspicaz que nos coloca de um ponto ao outro de uma forma natural, sem forçação de barra., e não posso deixar de falar da bela trilha sonora com grandes clássicos vivos em nossa memória Agora, é uma obra para quem gosta de adentrar mesmo em um filme, prestar atenção em seus detalhes e se envolver com a história, quem desiste de ver algo porque acha “cabeça demais”, “complicado demais” ou “chato demais” pode passar longe desse.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tem filmes que são complexos de se acompanhar, mas, por isso mesmo, acabam se tornando fantásticos de assistir, Mr. Nobody é assim. O filme mais poeticamente insano (ou insanamente poético) que vi desde “Brilho Eterno” e “Amélie Poulin”, uma obra para se pensar sobre a vida, sobre sua beleza e suas tragédias, sobre a alegria de uma paixão, de um amor, e principalmente sobre caminhos a percorrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/MqIsJuqWy8w" title="YouTube video player" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1Nk6KKG5ET0/TVggoBpVjuI/AAAAAAAACWQ/7MOiUHD_gHM/s1600/mr_nobody.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-1Nk6KKG5ET0/TVggoBpVjuI/AAAAAAAACWQ/7MOiUHD_gHM/s200/mr_nobody.jpg" width="146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Mr. Nobody &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Canadá/Bélgica/França/Alemanha, 2009, &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Drama/Ficção Científica, &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Direção:&lt;/b&gt; Jaco Van Dormael&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Elenco:&lt;/b&gt; Jared Leto, Sarah Polley, Diane Krueger, Rhys Ifans, Linh-Dan Pham, Natasha Little, Juno Temple, Daniel Mays, Michael Riley&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-3721769017129896924?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/3721769017129896924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=3721769017129896924&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3721769017129896924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3721769017129896924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/02/mr-nobody.html' title='Mr. Nobody'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ppH1NPy6GpU/TVggOp9DlZI/AAAAAAAACWM/c7w-T8ejL-s/s72-c/mr_nobody2.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-7014216865226065668</id><published>2011-02-10T14:39:00.000-08:00</published><updated>2011-04-01T10:36:45.115-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Momento Molejão'/><title type='text'>Momento Molejão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/fOQ78QpFsds" title="YouTube video player" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;#Andrezãããããããããããããooooooooo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-7014216865226065668?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/7014216865226065668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=7014216865226065668&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7014216865226065668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7014216865226065668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/02/momento-molejao.html' title='Momento Molejão'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/fOQ78QpFsds/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-183215460236280202</id><published>2011-01-22T12:00:00.000-08:00</published><updated>2011-01-23T07:33:15.768-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cenas Fodásticas do Cinema'/><title type='text'>Cenas Fodásticas do Cinema #1</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/8WCXDsXDAcc" title="YouTube video player" type="text/html" width="620"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' 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Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/8WCXDsXDAcc/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-7491937850325902590</id><published>2011-01-16T11:35:00.000-08:00</published><updated>2011-01-16T11:35:38.161-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>Faroeste Moderno</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TTNH2Y_MWNI/AAAAAAAACUc/YUM83kh5IkE/s1600/faroeste.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TTNH2Y_MWNI/AAAAAAAACUc/YUM83kh5IkE/s400/faroeste.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembro bem quando tinha por volta de meus onze ou doze anos das tardes de domingo com meu pai vendo filmes de faroeste na TV. Ele adorava o gênero, tinha até alguns livros, daqueles de bolso que se compra em bancas de jornal, com histórias de mocinhos valentes contra índios canibais, gangues de ladrões e seqüestradores de mocinhas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para mim, o mais impressionante das histórias eram os combates de vida e morte em condições, quase sempre, de igualdade entre herói e vilão: os dois de frente um para o outro no meio da cidade, o mais rápido consegue sacar sua arma primeiro e acertar o inimigo com mais precisão saindo vitorioso. Mas, esses tempos de filmes ficaram para trás, assim como o simbolismo e ideal do velho oeste. Hoje, vivemos outros tempos, tempos onde bandidos não respeitam códigos de batalhas e xerifes lutam com armas contra bombas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muito me entristece ver como não só em grandes centros urbanos do país, mas, também, em nossas paragens paraibanas o crime organizado dita novas leis e se torna cada vez mais ousado. Toda semana vemos nos noticiários um número crescente de explosões de caixas eletrônicos pelas cidades de nosso Estado, sem discriminação com nenhuma região. Você pode estar no sertão, brejo ou litoral que corre o risco de saber ou, até mesmo, ser pego por uma ação coordenada por criminosos em algum banco da sua cidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2010, de acordo com a imprensa, foram 26 ataques a agências bancárias na Paraíba com uso de dinamites.  Até agora, em 2011, já foram por volta de 6 arrombamentos, com direito a uso de grampos na pista para furar os pneus dos carros da policia e dificultar a perseguição. E dizem por ai que muitos dos grupos armados vêm de outros Estados para roubar aqui.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo isso me lembra outra referencia fílmica: Batman Begins, quando o detetive Gordon fala com o homem-morcego sobre a escalada da violência. “Nós compramos pistolas, eles aparecem com metralhadoras, nós compramos metralhadoras, eles surgem com bazucas, e agora temos você.” Espero que para nos sentirmos seguros não seja necessário um homem mascarado agindo como justiceiro, pois, tenho medo do que viria depois por parte do mundo do crime.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*Texto publicado originalmente no &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.portalcodisma.com.br/site_codisma/"&gt;Portal Codisma &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-7491937850325902590?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/7491937850325902590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=7491937850325902590&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7491937850325902590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7491937850325902590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2011/01/faroeste-moderno.html' title='Faroeste Moderno'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TTNH2Y_MWNI/AAAAAAAACUc/YUM83kh5IkE/s72-c/faroeste.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-1411531232469191296</id><published>2010-12-30T10:50:00.001-08:00</published><updated>2010-12-30T10:52:12.408-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Ano Novo? Feliz Humor Novo!</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tkftvftnyuE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/tkftvftnyuE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-1411531232469191296?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/1411531232469191296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=1411531232469191296&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/1411531232469191296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/1411531232469191296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/12/ano-novo-feliz-humor-novo.html' title='Ano Novo? Feliz Humor Novo!'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-8132132121695333897</id><published>2010-12-28T19:47:00.000-08:00</published><updated>2010-12-28T19:47:30.412-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Tron e o legado da tecnologia</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TRqot-oaZ0I/AAAAAAAACT0/Wm7QlVH43qQ/s1600/tron.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="151" src="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TRqot-oaZ0I/AAAAAAAACT0/Wm7QlVH43qQ/s400/tron.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É engraçado como conceitos sobre um objeto mudam com o passar das décadas. Em 1982 Tron: Uma odisséia eletrônica trouxe a segunda paranóia típica dos anos 80, depois da “paranóia espacial”, a histeria sobre o perigo dos avanços tecnológicos e como uma inteligência artificial poderia dominar sistemas de mísseis atômicos e destruir a humanidade em segundos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em pleno fim da primeira década do século XXI, &lt;b&gt;Tron Legacy&lt;/b&gt; nos mostra outro olhar sobre a tecnologia, não mais como destruidora, mas, sim, criadora de novas formas de vida e possibilidades.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Spoilers a frente&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TRqqi_1nyBI/AAAAAAAACT4/izJciZ4enQI/s1600/tron_legacy_banner_10.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TRqqi_1nyBI/AAAAAAAACT4/izJciZ4enQI/s400/tron_legacy_banner_10.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nessa nova incursão no mundo virtual da &lt;b&gt;Grade&lt;/b&gt;, descobrimos que &lt;b&gt;Kevin Flynn&lt;/b&gt; (Jeff Bridges), protagonista do primeiro filme, desapareceu sem deixar vestígios. A sua empresa, a Encom, é gerenciada pelos demais acionistas e seu filho, &lt;b&gt;Sam&lt;/b&gt; (Garrett Hedlund), com 27 anos, não quer assumir o controle da empresa e prefere boicotá-la. Um dia o braço direito de seu pai, &lt;b&gt;Alan Bradley&lt;/b&gt; (Bruce Boxleitner), recebe um bipe, o que faz com que Sam vá até o local onde funcionava a antiga loja de Fliperama de seu pai, onde sem querer é digitalizado e entra na Grade, hoje controlada por &lt;b&gt;CLU&lt;/b&gt;, um clone digital de Flynn, criado pelo próprio com o objetivo de construir uma rede perfeita.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com uma premissa principal do reencontro de pai e filho e luta contra uma tirania, Tron 2 tem seu impacto maior pelo visual, já que seu enredo segue a cartilha básica de aventura de Hollywood, com alguns conceitos e símbolos jogados superficialmente no meio das lutas e cores. Porém, esses conceitos, mesmo na superficie, abrem brechas para boas discussões.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira coisa que me pegou ao ver Tron 2, e seu anterior, foi o conceito religioso do &lt;b&gt;Usuário&lt;/b&gt; e de Flyn, um Deus com tendências zen. Não muito pela referencia cristã de alguém todo poderoso que cria vidas, modifica a realidade, é adorado, e gera uma tríade (Flyn, o pai, CLU, o filho, e Tron, o espírito Santo). Mas, me apeguei mais a lógica religião x política, isto é: o binômio sociedades democráticas mitológicas versus sociedades ditatoriais pagãs.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TRqq7U4p_uI/AAAAAAAACT8/iDp_hng7SV4/s1600/tron09.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TRqq7U4p_uI/AAAAAAAACT8/iDp_hng7SV4/s400/tron09.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No primeiro filme é citado que no inicio da Grade, quando tudo estava se construindo ainda e a liberdade dos programas era maior, eles adoravam o Usuário como um Deus perfeito, sem erros, que a tudo construiu e tudo sabia. Sob o controle do &lt;b&gt;Master Control&lt;/b&gt; e de CLU, os programas são impelidos a fazer oposição à crença no usuário, todos que acreditam nele são presos e reprogramados. Só o MCP e CLU podem ser adorados e temidos. É a velha forma bem exposta em &lt;b&gt;1984&lt;/b&gt;, de &lt;b&gt;George Orwell,&lt;/b&gt; onde o controle político passa também pelo religioso/filosófico.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro ponto de analise feito por minha mente doentia foi à lógica do herói dentro desse universo tronificado, que me remeteu até o &lt;b&gt;Dark Knight&lt;/b&gt; de Nolan, onde &lt;b&gt;Harvey Dent&lt;/b&gt; proferi a seguinte sentença: “Ou se morre como herói, ou vive-se o bastante para se tornar o vilão”. E é o que vemos com o grande herói tecnológico da primeira película nesse segundo filme. &lt;b&gt;Tron&lt;/b&gt;, o personagem, depois de abatido pelo CLU, e dado como morto por Flyn, é reprogramado e vira o grande assassino do vilão, trajado até de roupas negras e capacete (para eliminar a necessidade de usar outro ator digital e também dar o básico ar de máquina de matar).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas os temas mais interessantes, e pouco explorados, da odisséia eletrônica ficam por conta da visão mesmo de tecnologia e humanidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em &lt;b&gt;Matrix&lt;/b&gt;, no fim de um século de grandes revoluções tecnológicas e de uma cultura pop em estado de mudança, vimos o quanto a dependência da tecnologia podia nos levar a ruína e como a rebelião contra a vida artificial era nossa única salvação. Onze anos depois, com o boom de redes sociais, aumento do tráfego de informação via ciberespaço e cada vez mais conexão nossa com as máquinas – diferente da lógica anterior “humanos superiores, máquinas como servos”, hoje somos mais como sócios em busca de uma parceria – Tron nos traz exatamente o avanço que a tecnologia pode nos levar.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TRqreRhSiWI/AAAAAAAACUE/uUVBEsMJPW8/s1600/tron-legacy-olivia-wilde2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="201" src="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TRqreRhSiWI/AAAAAAAACUE/uUVBEsMJPW8/s400/tron-legacy-olivia-wilde2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Kevin Flynn prenuncia a aurora de uma nova época para a humanidade com a descoberta dos &lt;b&gt;ISOs&lt;/b&gt;, e sua possibilidade de cura de doenças e revolução de como vemos as máquinas e sua relação com o homem. Daquele mundo virtual surgiu vida “do nada”, como uma criação espontânea, e a tirania – com medo de perder sua função, seu poder, ou por pura vaidade, inveja – os caça e expurga. Para mim, Tron fala que dessa nova relação do Homem com a tecnologia uma nova raça humana surgirá, uma geração que será o futuro da humanidade, temida pelos tradicionalistas e conservadores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra questão interessante apresentada pelos filmes é o conceito de representação virtual de nosso eu real. Em Tron vemos os discos luminosos portados por cada programa como o receptáculo de todas as informações a respeito dele, quase como uma alma virtual que ao jogá-lo em uma batalha estaria jogando a si mesmo, se arriscando a se perder. Me lembrou muito a lógica usada na série &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caprica_%28s%C3%A9rie%29"&gt;Caprica&lt;/a&gt;, onde era possível criar um avatar em um mundo virtual até de pessoas falecidas, utilizando fragmentos de informações sobre ela no mundo virtual: fotos, textos, vídeos, tudo se unindo para gerar um ser digital que representaria quem  é/foi a pessoa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Afinal, o que espalhamos por redes sociais, blogs, youtubes, etc, nos representa de verdade? Poderíamos dizer que aquilo unificado pode ser lido como o que somos? Até onde o vicio de se mostrar, exibir um pouco do que se é no mundo virtual pode nos ser prejudicial?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TRqsG7W96lI/AAAAAAAACUI/fraPIo6EJwY/s1600/Tron+Legacy.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TRqsG7W96lI/AAAAAAAACUI/fraPIo6EJwY/s400/Tron+Legacy.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir desse ponto, vejo que Tron também alfineta o lado ruim da tecnologia – que como coloquei acima é mais vista como benéfica no filme. Tanto Kevin quanto Sam Flyn ao serem presos bradam: “Eu não sou um programa”, o que vejo como um grito pela liberdade do homem ante o alto grau de usabilidade da tecnologia nos dias de hoje, isto é, devemos utilizar a tecnologia como nossa parceira e de forma benéfica, mas, ao mesmo tempo, estar sempre alerta para não virarmos escravos dela e vivermos em função dela. O que nos dias de hoje colocaria como o vicio em crescimento dos jovens pela internet, redes sociais, chats, abdicando da vida real.  Afinal, mesmo como todo esse mundo tecnológico fantástico, o que liga pai e filho é falar sobre a velha moto em conserto e o prazer de andar livre nela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda sobra espaço no filme para uma critica as corporações que ainda buscam velhos formatos de relacionamento digital, em tempos de compartilhamento de informações e programas, a se arriscar em viver uma vida de adrenalina e aventuras e, como o próprio nome diz, a importância de legados, sejam familiares, tecnológicos ou sociais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É uma pena que por preferir a aventura simples, a Disney perdeu uma boa chance de fazer algo bem mais complexo dentro dessas temáticas que aparecem superficialmente, e, assim, trazer um novo marco para o cinema, como o primeiro filme foi e Matrix, por que não?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em suma, Tron é um filme mais que recomendado para quem curte diversão, bons efeitos, ação, tecnologia e filosofia. Bem que podiam explorar mais agora em outras mídias e ampliar esse universo tão interessante. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-8132132121695333897?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/8132132121695333897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=8132132121695333897&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/8132132121695333897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/8132132121695333897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/12/tron-e-o-legado-da-tecnologia.html' title='Tron e o legado da tecnologia'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TRqot-oaZ0I/AAAAAAAACT0/Wm7QlVH43qQ/s72-c/tron.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-4905011978572502235</id><published>2010-12-24T09:00:00.000-08:00</published><updated>2011-12-20T13:42:26.221-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>Então é Natal, e o que você fez?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TROs2d7Ey3I/AAAAAAAACTk/ylfxlGx-n7k/s1600/natal-humor-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="231" src="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TROs2d7Ey3I/AAAAAAAACTk/ylfxlGx-n7k/s320/natal-humor-2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitas pessoas não gostam do natal ou simplesmente desacreditam por que acham que tudo é consumismo, egoísmos e pouco, além disso, pode vir. Mas, pensem bem meus caros. Presentes também são formas de dizer o quanto gostamos de alguém e quanto ela é importante para nós. Presentes são expressões de nossos sentimentos e o Natal um bom pretexto para mostrar eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/K9RtRhJkCtw?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/K9RtRhJkCtw?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São em épocas assim que podemos ser mais tranqüilos, relaxados e cantar belas canções&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OvF233fW4cI?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/OvF233fW4cI?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Época de acreditarmos nos símbolos e em sua força e sinceridade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qRKaobofUOI?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/qRKaobofUOI?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Passar momentos felizes com a família.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/28E7rweFN4I?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/28E7rweFN4I?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E sempre acreditar em milagres.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9nvl7qzNbWQ?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/9nvl7qzNbWQ?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, o Natal é uma época impar do ano. Desejo um ótimo Hannukah, quer dizer, Natal para todos os leitores desse humilde blog, suas famílias e amigos. E lembre-se de tudo que foi dito nesse post à noite quando estiver na sua ceia rodeado de familiares e queridos amigos à mesa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TUbzTdF__4o?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/TUbzTdF__4o?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bom Natal! =)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-4905011978572502235?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/4905011978572502235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=4905011978572502235&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4905011978572502235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4905011978572502235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/12/entao-e-natal-e-o-que-voce-fez.html' title='Então é Natal, e o que você fez?'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TROs2d7Ey3I/AAAAAAAACTk/ylfxlGx-n7k/s72-c/natal-humor-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-3089306475347805659</id><published>2010-12-15T17:30:00.000-08:00</published><updated>2011-07-29T17:01:53.972-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>O Contador de filmes</title><content type='html'>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TQlqbk23L6I/AAAAAAAACTQ/7PWRlf3kXp4/s1600/O-Contador-de-Filmes-.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TQlqbk23L6I/AAAAAAAACTQ/7PWRlf3kXp4/s400/O-Contador-de-Filmes-.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Cena de "O Contador de Filmes"&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todo mundo, acredito eu, adore passar uma tempo em frente a uma tela de cinema acompanhando um bom filme, comendo pipoca, para muitos o cinema é pura diversão, para outros é mais que isso, se torna uma verdadeira religião. É o caso de Ivan Araújo Costa ou Ivan “Cineminha”, como é mais conhecido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Ivan, ao longo de sua vida ele já cerca de 15 mil filmes, todos bem catalogados em folhas de caderno com nome dos diretores, atores e data em que assistiu. Indo de sessão em sessão, Cineminha adquiriu uma cultura cinematográfica autodidata que lhe rendeu participações em programas nacionais e uma fama Brasil afora de enciclopédia ambulante do cinema, por conta de sua capacidade de lembrar de quase todos dados dos filmes que viu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É a história desse natural da cidade sertaneja de Picuí, Paraíba, que o filme O Contador de Filmes traz, obra realizada pelo diretor &lt;b&gt;Elinaldo Rodrigues&lt;/b&gt; (“Zé Ramalho – O Herdeiro de Avôhai”, “Sanhauá”), um dos realizadores com mais sensibilidade e criatividade que surgiu nos últimos anos.  O filme além de mostrar a ligação com o cinema do personagem principal, leva as telas também a memória dos antigos cinemas de interior e bairros, extintos quase que por completo nas últimas décadas – com o uso até de pequenas cenas de ficção que nos transportam para outros tempos e nos enche de saudosismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Contador de Filmes é uma obra primorosa que retrata bem o amor que o cinema pode causar em seus telespectadores, me arrisco a dizer que é um filme com cara de prêmios e troféus. Mais um acerto na breve, porém versátil, carreira de Elinaldo na direção cinematográfica. Também não poderia deixar de exaltar o bom trabalho de direção de fotografia do “macaco velho” do cinema paraibano &lt;b&gt;João Carlos Beltrão&lt;/b&gt;, principalmente nos planos onde Ivan Araújo está guiando sua moto pelos asfaltos regionais. Mais que recomendado conhecer a história desse aficionado pela sétima arte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme tem patrocínio do Ministério da Cultura e apoio da Prefeitura Municipal de Picuí. A equipe técnica conta ainda Alessandra Fontes e Maria Marques (Produção) e Guga Rocha (Som). &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-3089306475347805659?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/3089306475347805659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=3089306475347805659&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3089306475347805659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3089306475347805659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/12/o-contador-de-filmes.html' title='O Contador de filmes'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TQlqbk23L6I/AAAAAAAACTQ/7PWRlf3kXp4/s72-c/O-Contador-de-Filmes-.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-5511698914792995837</id><published>2010-12-10T10:47:00.000-08:00</published><updated>2010-12-10T10:50:00.116-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias'/><title type='text'>Yes, nós temos festivais</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TQJ1PhkuBsI/AAAAAAAACTE/U5XqYErww7A/s1600/imagem.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="145" src="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TQJ1PhkuBsI/AAAAAAAACTE/U5XqYErww7A/s400/imagem.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É fato conhecido que o cinema nacional, ainda mais paraibano, e em especial de curtas-metragens não é um tipo de cinema que chega a um grande público ou tem muitos incentivos. Por isso, os festivais são um local importante para conhecer o que está sendo feito país afora e fugir do lugar comum que se vê semana após semana nas salas de exibição de shoppings, aliás, que saudades dos cinemas de bairros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Começa neste dia 10 de dezembro, em João Pessoa, Paraíba, um desses festivais que busca fortalecer e agregar o cinema local e a cultura dos pessoenses: o VI Fest Aruanda. O evento surgiu após o sucesso, em 2003, do Prêmio Rodrigo Rocha de Vídeo Universitário, que criou no âmbito universitário da cidade a vontade de ampliar o leque e acarretou na criação do festival como ele é hoje, uma grande mostra da produção ficcional e documental brasileira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já participei de pelo menos umas três edições de formas distintas, como ouvinte de oficinas, estagiário e, principalmente, espectador dos filmes exibidos. Nesse tempo acompanhando o evento, posso dizer com certeza que de universitário o Aruanda já não tem mais tanto, claro que os vídeos feitos por universitários, os prêmios, os debates com acadêmicos e oficinas estão lá, mas sua gama de produções exibidas a cada ano se diversifica mais e traz verdadeiras pérolas do cinema nacional como Herbert De Perto, Budapeste, Apenas o Fim, Loki, A Hora da Estrela, isso só para ficar com os trazidos no último ano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse ano, contamos com o belo documentário Uma Noite em 67, contando um pouco do controverso festival da música ocorrido no ano do título, além de Olhos Azuis, co-produção Brasil - Estados Unidos que até já passou nos cinemas de João Pessoa, porém, infelizmente, por pouco tempo. Isso sem contar com o badalado 5x Favela: Agora por nós mesmos com direção geral de Cacá Diegues e vários outros diretores trazendo pequenas histórias sobre as favelas do Rio de Janeiro – e entre os diretores a paraibana Manaira Carneiro, a qual entrevistei sobre o filme tempos atrás, confere &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.5xfavela.com.br/producao/entrevista-de-manaira-carneiro-no-janela-cultural/"&gt;aqui&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;o papo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É legal ver a movimentação que os festivais trazem não só física, mas de mentes e idéias se conectando antes, durante e depois dos filmes, oficinas e palestras. Para quem gosta de cinema como arte ou somente diversão, recomendo uma ida ao Fest Aruanda para privilegiar as obras feitas com tanto esforço e dedicação por nossos irmãos brasileiros e cineastas de visão além do alcance.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A programação completa do evento pode ser conferida no &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.festaruanda.com.br/index.php"&gt;site&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; oficial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*Texto para coluna sobre cinema no &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.portalcodisma.com.br/site_codisma/?page_id=2997"&gt;Portal Codisma&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-5511698914792995837?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/5511698914792995837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=5511698914792995837&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/5511698914792995837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/5511698914792995837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/12/yes-nos-temos-festivais.html' title='Yes, nós temos festivais'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TQJ1PhkuBsI/AAAAAAAACTE/U5XqYErww7A/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-114922197429481485</id><published>2010-12-05T14:34:00.000-08:00</published><updated>2010-12-05T14:35:53.826-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Unicelular'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Vida Unicelular #1</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XPIJwMdu9h8?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/XPIJwMdu9h8?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Uma vida vivida pelos olhos das lentes de um celular &lt;b&gt;Nokia 5530&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Nesse capitulo:&lt;/b&gt; Uma noite de autógrafos do quadrinhista Rafael Coutinho e o roteirista Daniel Galera na loja Comic House.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente, não sei porque, a imagem saiu com um "defeito especial" indesejado, além do mais, sabe-se que imagem de celular em ambiente fechado nem sempre fica tão boa, mas, vamos produzindo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Comic House:&lt;/b&gt;&lt;a href="http://draft.blogger.com/%20http://www.comichouse.blog.br/"&gt; http://www.comichouse.blog.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Rafael Coutinho:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://raffa-bingo.blogspot.com/"&gt;http://raffa-bingo.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Daniel Galera:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://ranchocarne.org/"&gt;http://ranchocarne.org/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-114922197429481485?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/114922197429481485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=114922197429481485&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/114922197429481485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/114922197429481485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/12/vida-unicelular-1.html' title='Vida Unicelular #1'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-6733925427899510907</id><published>2010-11-27T05:54:00.000-08:00</published><updated>2010-11-27T05:54:53.138-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias'/><title type='text'>William Gibson e o futuro de hoje</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TPEL5Q6SrYI/AAAAAAAACSI/eV_0Q3pTV6s/s1600/gibson4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TPEL5Q6SrYI/AAAAAAAACSI/eV_0Q3pTV6s/s400/gibson4.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;Terrorism is about branding because a brand is most of what you have as a terrorist. Terrorists have virtually no resources (William Gibson)&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;William Gibson é um dos meus autores favoritos mesmo sem ter lido todos os livros dele. Estou lendo atualmente Reconhecimento de Padrôes, uma das suas poucas obras onde ele não aborda tão escancaradamente a ficção cientifica, mas, sim, se envereda pela obseção de nossa sociedade pelas marcas, pelas franquias e o mundo globalizado que vivemos. Isto é, um escritor Sci-fi falando sobre a vida presente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso nem me foi tão surpreendente quando neste sábado acordo, ligo o pc e me deparo via o Twitter com uma indicação de entrevista do mestre onde ele fala muito mais sobre a vida atual nossa do que futurismos, indo desde o uso do twitter a sua visão de terrorismo, passando pela história de sua nova obra: História Zero, livro que completa a trilogia que começou com Reconhecimento de Padrões, em 2003, seguiu com Spook Country, de 2007. Nesta série, Gibson explora o tenebroso e obscuro mundo do marketing, da propaganda e da previsão de tendências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entrevista é imperdivel para quem gosta de ver outros lados de um autor, e pode ser acessada nesse &lt;b&gt;&lt;a href="http://nymag.com/daily/entertainment/2010/09/vulture_transcript_william_gib.html"&gt;link&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. E assim que terminar Reconhecimento sai resenha aqui sobre essa obra que já me abriu a mente literária.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-6733925427899510907?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/6733925427899510907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=6733925427899510907&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6733925427899510907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6733925427899510907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/11/william-gibson-e-o-futuro-de-hoje.html' title='William Gibson e o futuro de hoje'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TPEL5Q6SrYI/AAAAAAAACSI/eV_0Q3pTV6s/s72-c/gibson4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-7780881104161558413</id><published>2010-11-22T17:15:00.000-08:00</published><updated>2010-11-22T17:15:50.216-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Landau 66</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="225" width="400"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=13301662&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=0&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=ffffff&amp;amp;fullscreen=1&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;loop=0" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=13301662&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=0&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=ffffff&amp;amp;fullscreen=1&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="600" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/13301662"&gt;Landau 66&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/fesanches"&gt;Fernandosanches.net&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-7780881104161558413?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/7780881104161558413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=7780881104161558413&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7780881104161558413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7780881104161558413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/11/landau-66.html' title='Landau 66'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-6168459718144300364</id><published>2010-11-13T13:03:00.000-08:00</published><updated>2010-11-13T13:03:09.852-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias'/><title type='text'>Um francês em caipirinha</title><content type='html'>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TN756tvdf4I/AAAAAAAACRQ/TESf--gYjgE/s1600/03112010139.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TN756tvdf4I/AAAAAAAACRQ/TESf--gYjgE/s400/03112010139.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Patrice Kollifer (Foto: Marcelo Soares)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O suor me corria o rosto em decorrência do calor excessivo naquele ambiente que era uma loja de venda de histórias em quadrinhos, localizada em uma esquina que tinha como nome o número 200. A loja tinha em sua fachada escrita o nome &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.comichouse.blog.br/"&gt;Comic House&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, e naquela noite de quarta-feira – disposta no calendário oficial mundial como um dia chamado 03 de novembro -  realmente parecia uma casa, daquelas que vive repleta de visitantes indo e vindo, apertando a mão do dono, conversando na sala de estar e bebendo uma típica caipirinha brasileira.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, contra tudo que poderia parecer, ali era uma loja e tinha um convidado muito especial hospedado nela. Sentado em uma cadeira posta detrás de um banco de corredor, vestido com uma camisa multicolorida estava Patrice Kollifer. Me deparei com o desenhista assinando, quer dizer, construindo uma assinatura em forma de &lt;b&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_4aI5xkWB6W0/TNMlg6VtaXI/AAAAAAAANGo/QsBMqgA98Cg/s1600/149283_130308137023925_100001342178630_157481_727723_n.jpg"&gt;desenho&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; no livro &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.comichouse.blog.br/2010/10/quando-tem-que-ser-de-patrice-killoffer.html"&gt;Quando tem que ser&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, lançado pela &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.marcadefantasia.com/"&gt;Marca de Fantasia&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, do multi Henrique Magalhães. A cada novo livro para ser autografado, um desenho único era feito, único como o francês que ali via com um cigarro na boca, um copo de caipirinha do lado e um bom humor afiado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TN77OnR6M-I/AAAAAAAACRU/Nm-S-l2GeLo/s1600/03112010132.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TN77OnR6M-I/AAAAAAAACRU/Nm-S-l2GeLo/s320/03112010132.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Henrique Magalhães (a esquerda) e G G Carsan (a direita) &lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;(Foto: Marcelo Soares)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentro da loja os visitantes proseavam sobre inúmeros assuntos, passeando entre os indivíduos colocados entre estantes repletas do bom e velho “gibi” pude conferir um senhor de chapéu de comboy falando sobre uns desenhos em cima de uma mesa, soube logo depois se tratar de um comboy fã de outro da sua mesma espécie: G G Carsan, autor do livro &lt;a href="http://texbr.com/shop/tex-no-brasil-o-grande-heroi-do-faroeste.html"&gt;Tex no Brasil - o Grande Herói do Faroeste&lt;/a&gt;, rodeado por curiosos pelos desenhos em preto em branco de tamanho gigante em suas mãos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Do lado de fora do recinto um garoto &lt;a href="http://twitpic.com/33ttut"&gt;recebia&lt;/a&gt; ansioso um desenho especial feito pelo francês, com ares praieiros, para ele. As unhas ruídas e os olhares curiosos.  Curiosidade era muito o que se via ali, ouvidos curiosos pelos sons de um idioma francês, considerado por uns charmoso e por outros difícil de entender.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TN78YHdBCfI/AAAAAAAACRY/jnEF98DziZM/s1600/03112010137.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TN78YHdBCfI/AAAAAAAACRY/jnEF98DziZM/s320/03112010137.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Comic House (Foto: Marcelo Soares)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A noite transcorreu entre o som de um rabiscos em papel, vozes no ar entrecortando-se e um calor que me fazia escorrer suor na testa, mas não só um calor temporal, mas um calor humano, de pessoas conectadas por quadros em seqüência que contam uma história, por uma arte centenária e ao mesmo tempo tão nova que promove momentos especiais em uma noite quente de meio de semana.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PS: Resenha bem atrasada eu sei, mas logo virá uma outra sobre a noite de autografos de daniel galera e Rafael Coutinho, autores de Cachalote. Aguarde, menos dessa vez espero, e confie. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-6168459718144300364?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/6168459718144300364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=6168459718144300364&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6168459718144300364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6168459718144300364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/11/um-frances-em-caipirinha.html' title='Um francês em caipirinha'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TN756tvdf4I/AAAAAAAACRQ/TESf--gYjgE/s72-c/03112010139.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-6686474730690306519</id><published>2010-10-28T17:37:00.000-07:00</published><updated>2010-10-28T17:37:22.694-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias'/><title type='text'>Killoffer em João Pessoa</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TMn5rw3SXKI/AAAAAAAACQg/wOwWodLDWL4/s1600/killofer.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TMn5rw3SXKI/AAAAAAAACQg/wOwWodLDWL4/s400/killofer.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-header"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TMn31uRmpNI/AAAAAAAACQc/7Xn-6Bp4IEs/s1600/killoffer-web.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TMn31uRmpNI/AAAAAAAACQc/7Xn-6Bp4IEs/s200/killoffer-web.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Olá amiguinhos, to passando rápido aqui para divulgar um evento legal que irá ter na minha cidade, &lt;b&gt;João Pessoa&lt;/b&gt;, organizado pelo amigo Manassés Filho do blog &lt;a href="http://www.comichouse.blog.br/"&gt;Comic House&lt;/a&gt;. Na noite do dia 3 de novembro próximo, na própria Comic House, às 19h, entrada gratuita, o quadrinista francês &lt;b&gt;Patrice Killoffer&lt;/b&gt;, fundador do grupo editorial&lt;b&gt;  L’Association&lt;/b&gt;, um dos mais importantes da França, estará em João Pessoa  para o lançamento dos livros&lt;b&gt; Quando Tem Que Ser&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;676 Aparições&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O autor, que também participará do &lt;b&gt;Rio Comicon&lt;/b&gt; depois da visita à  capital paraibana, começou a publicar suas primeiras páginas em  1981,&amp;nbsp;após estudar quadrinhos em Paris. Fundou a editora independente  L’Association em 1990, que foi a vanguarda no movimento de quadrinhos  independentes franceses, ocorrido nos anos 90. Dentre os trabalhos  publicados pela editora está &lt;a href="http://www.comichouse.blog.br/2010/08/persepolis-da-marjane-satrapi.html"&gt;Persépolis&lt;/a&gt;, o grande sucesso de &lt;a href="http://www.comichouse.blog.br/search/label/satrapi"&gt;Marjane Satrapi&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Quando Tem Que Ser&lt;/b&gt; foi publicado no Brasil pela editora  independente paraibana &lt;a href="http://www.marcadefantasia.com/"&gt;&lt;b&gt;Marca de Fantasia&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; que, assim como a editora de  Killoffer, tem como foco a publicação de HQs e obras relacionadas ao  universo dos quadrinhos. Já &lt;b&gt;676 Aparições&lt;/b&gt; foi publicado pela editora Barba Negra, do Rio de Janeiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_4aI5xkWB6W0/TMX2zGGVEMI/AAAAAAAANCk/E2eGBlzpl20/s1600/Capa+livro+quando+tem+que+ser+-+Marca+de+Fantasia.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/_4aI5xkWB6W0/TMX2zGGVEMI/AAAAAAAANCk/E2eGBlzpl20/s320/Capa+livro+quando+tem+que+ser+-+Marca+de+Fantasia.jpg" width="222" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_4aI5xkWB6W0/TMX36NtZZfI/AAAAAAAANCw/BzUrSLv1laA/s1600/676+apari%C3%A7%C3%B5es+de+Killoffer.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/_4aI5xkWB6W0/TMX36NtZZfI/AAAAAAAANCw/BzUrSLv1laA/s320/676+apari%C3%A7%C3%B5es+de+Killoffer.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Killoffer participará também da exposição &lt;b&gt;Ils rêventle monde: images sur l’an 2000&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Eles sonham o mundo: imagens sobre o ano 2000&lt;/i&gt;)  na &lt;b&gt;Aliança Francesa,&lt;/b&gt; que acontecerá às 19h do dia 2 de novembro. No dia  4, também às&amp;nbsp;19h, será a conferência e encontro com o autor no &lt;b&gt;Zarinha  Centro de Cultura&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A  vinda de Killoffer foi possível graças à ação conjunta da livraria  Comic House; Aliança Francesa de João Pessoa; Escritório do livro da  Embaixada da França; editoras L’Association e Marca de Fantasia; Núcleo  de Artes Midiáticas do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPB e  de Zarinha Centro de Cultura.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Endereços&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Comic House&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Esquina 200, av. Négo, 200- Tambaú&lt;br /&gt;Telefone:3227 0656&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Aliança Francesa &lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Av. General Bento da Gama, 396 – Torre&lt;br /&gt;Telefone: 3222 6565&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Zarinha Centro de Cultura &lt;/u&gt;&lt;br /&gt;Av. Négo, 140 - Tambaú&lt;br /&gt;Telefone: 4009 1111&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Para mais informações:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Comic House&lt;/b&gt; &lt;i&gt;quadrinhos que não estão no gibi&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Telefone: (83) 3227.0656&lt;br /&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;Email: &lt;a href="mailto:comichousevendas@gmail.com"&gt;comichousevendas@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;Endereço: Avenida Nego, 200, Tambaú (João Pessoa-PB)&lt;/div&gt;Twitter: &lt;a href="http://twitter.com/comic_house"&gt;@Comic_House&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É isso ai galerinha, sei que boa parte dos leitores do Uarévaa não são daqui ou regiões próximas, mas se alguma alma perdida tiver por perto e quiser conferir um dos grandes nomes do mercado de quadrinhos&amp;nbsp; mundial de perto pode vir, puxar uma cadeira e quem sabe até nos encontramos por lá. Semana que vem prometo trazer uma cobertura sobre o evento, nem que seja minima e feita de morango. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; Assessoria de Imprensa&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-6686474730690306519?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/6686474730690306519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=6686474730690306519&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6686474730690306519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6686474730690306519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/10/killoffer-em-joao-pessoa.html' title='Killoffer em João Pessoa'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TMn5rw3SXKI/AAAAAAAACQg/wOwWodLDWL4/s72-c/killofer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-6298710495590896535</id><published>2010-10-10T13:44:00.000-07:00</published><updated>2010-10-10T13:44:51.718-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quadrinhos'/><title type='text'>Velhas Velas</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;object style="height: 450px; width: 600px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;amp;viewMode=presentation&amp;amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;amp;showFlipBtn=true&amp;amp;documentId=101010200623-349c0c12089a4c6592d22258306c2542&amp;amp;docName=velhas_velhas&amp;amp;username=marcsoars&amp;amp;loadingInfoText=Velhas%20Velas&amp;amp;et=1286743168236&amp;amp;er=23" /&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"/&gt;&lt;param name="menu" value="false"/&gt;&lt;embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" style="width:600px;height:450px" flashvars="mode=embed&amp;amp;viewMode=presentation&amp;amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;amp;showFlipBtn=true&amp;amp;documentId=101010200623-349c0c12089a4c6592d22258306c2542&amp;amp;docName=velhas_velhas&amp;amp;username=marcsoars&amp;amp;loadingInfoText=Velhas%20Velas&amp;amp;et=1286743168236&amp;amp;er=23" /&gt;&lt;/embed &gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="text-align: left; width: 600px;"&gt;&lt;a href="http://issuu.com/marcsoars/docs/velhas_velhas?mode=embed&amp;amp;viewMode=presentation&amp;amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;amp;showFlipBtn=true" target="_blank"&gt;Open publication&lt;/a&gt; - Free &lt;a href="http://issuu.com/" target="_blank"&gt;publishing&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://issuu.com/search?q=quadrinhos" target="_blank"&gt;More quadrinhos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-6298710495590896535?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/6298710495590896535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=6298710495590896535&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6298710495590896535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6298710495590896535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/10/velhas-velas.html' title='Velhas Velas'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-6493978562702746774</id><published>2010-10-06T10:38:00.000-07:00</published><updated>2010-10-06T10:40:11.481-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>Dines e o embate humano x técnica</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TKyzyIHjpLI/AAAAAAAACPg/VFfGzGyPpNc/s1600/DINES6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="295" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TKyzyIHjpLI/AAAAAAAACPg/VFfGzGyPpNc/s400/DINES6.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Certo dia, vasculhando pela internet algumas informações sobre jornalismo me deparei com um texto de Alberto Dines apontando a importância de em um mundo muito técnico, ainda termos um olhar humanista para as coisas e, principalmente, para o fazer jornalismo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dines é jornalista, co-fundador e pesquisador-sênior do Labjor - Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, da Universidade Estadual de Campinas, além de editor do Observatório da Imprensa (primeiro site periódico brasileiro de acompanhamento da mídia). Dirigiu jornais e revistas no Rio de Janeiro, em São Paulo e Lisboa. É autor de livros de ficção, reportagens, teoria e prática jornalística, biografia e história. O texto a seguir veio de uma palestra realizada em 29/11/1996: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Devido a circunstâncias próprias de minha biografia, há muitos anos escolhi a opção humanista em detrimento da tecnicista. Penso que o dilema e o confronto entre essas duas tendências – humanismo e tecnocracia – alimentam e justificam os empreendimentos em que hoje estou envolvido, particularmente o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Universidade Estadual de Campinas e o "media watcher" Observatório da Imprensa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ter assumido essa opção não quer dizer que eu não dê valor à tecnologia. Ela é importantíssima, mas tão-somente uma ferramenta que facilita o trabalho do artesão. A tecnologia aumenta a qualidade do produto, melhora o acesso do consumidor a ele, mas não substitui o produto. É o artesão quem o concebe, quem lhe dá qualidade e padrões de excelência.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A propósito do conflito humanismo versus tecnocracia, cito resumidamente um texto do jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung que ilustra bem esse dilema. O leitor certamente já ouviu falar da Sinfonia Inacabada, de Franz Schubert (1797-1828), um compositor romântico de produção extraordinária. Entre as várias sinfonias que fez, uma – que não é a última – é a chamada "Inacabada". Por algum motivo, Schubert não compôs os dois movimentos que faltavam e a obra entrou para a história como Sinfonia Inacabada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O texto a que me refiro conta a história do diretor de uma grande instituição que ganhou dois bilhetes para assistir a uma apresentação da Sinfonia Inacabada. Por problemas de agenda, ele não poderia ir ao concerto e passou as entradas para um colega de trabalho, um especialista em sistemas e métodos e em organização de trabalho. No dia seguinte, o diretor recebeu um relatório do colega sobre a apresentação que havia assistido. "Eu não sabia que estava diante de um crítico musical", pensou o diretor. E começou a ler o que o colega escrevera:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Os membros da orquestra repetiram várias vezes as mesmas notas, e essa é uma duplicação desnecessária de trabalho. O número de membros desse grupo deve ser reduzido drasticamente caso realmente seja necessário um volume forte de som, que poderia ter sido obtido por meio de amplificadores eletrônicos. Custou também considerável trabalho tocar as notas semifusas, um refinamento desnecessário. Portanto, é recomendável que todas as notas sejam arredondadas para cima ou para baixo, e se essa recomendação for seguida será possível admitir-se temporários e ajudantes sem qualificação. Também é inútil que os metais repitam as mesmas passagens que já foram tocadas pelos instrumentos de corda. Se todas as passagens fossem eliminadas, o concerto de 25 minutos de duração poderia ser reduzido a quatro minutos."&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E o executivo de sistemas e métodos concluía seu relatório:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Se Schubert tivesse utilizado esses dados, provavelmente teria tido condições de acabar a sua sinfonia." &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa historieta exemplifica bem o conflito entre o humanismo e a tecnocracia. Não vamos crucificar esse executivo de sistemas que produziu o relatório, mas há situações na vida em que os técnicos levam demasiadamente a sério sua função técnica e sequer são capazes de considerar fatores humanos ao lidar com pessoas que fabricam um produto ou prestam um serviço – e com os clientes ou consumidores que os adquirem ou recebem. Os fatores humanos não podem ser jamais esquecidos, como aconteceu no caso da avaliação metodológica da Sinfonia Inacabada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para ler o texto completo (que também resalta o papel do jornalismo institucional) acesse esse&lt;b&gt; &lt;a href="http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:pQgpJNeKKbAJ:www.ucb.br/comsocial/mba/JornalismoInstitucionalDines.doc+Organiza%C3%A7%C3%B5es+e+Comunica%C3%A7%C3%A3o+Limites+e+possibilidades+do+jornalismo+institucional+Alberto+Dines&amp;amp;cd=1&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ct=clnk&amp;amp;gl=br&amp;amp;client=firefox-a"&gt;link &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-6493978562702746774?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/6493978562702746774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=6493978562702746774&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6493978562702746774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6493978562702746774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/10/dines-e-o-embate-humano-x-tecnica.html' title='Dines e o embate humano x técnica'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TKyzyIHjpLI/AAAAAAAACPg/VFfGzGyPpNc/s72-c/DINES6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-9018130307344326683</id><published>2010-10-02T09:00:00.001-07:00</published><updated>2010-10-02T09:00:43.427-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>A Ilha, Fernando Morais (1976)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TKDLeOKUR3I/AAAAAAAACPI/i-cOL-pRU8A/s1600/Cuba.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="263" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TKDLeOKUR3I/AAAAAAAACPI/i-cOL-pRU8A/s400/Cuba.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A bordo de um quadrirreatorilyushin-62 vendido pelaaerojlot àcubana de aviación (ainda com a marca soviética pintada na fuselagem) a aeromoça oferece, em lugar dos tradicionais jornais diários, um suplemento de 64 páginas sobre a vida do guerrilheiro camilo cienfuegos, um dos combatentes da sierra maestra, morto em 1960. estou a caminho de Cuba. (Fernando Morais)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me impressiona ainda a mania das pessoas de terem uma opinião sobre tudo, até o que não sabem bem. Pior ainda, a pessoa não sabe sobre algo e ainda fala mal ou simplesmente cai num discurso senso comum. Onde vejo muito isso é sobre o comunismo e sua estátua-mor na América Latina: Cuba. Tirando a ideologia um pouco de lado, acho interessante saber como é a vida naquele país, mesmo que seja em um período determinado como acontece no livro &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.scribd.com/doc/7023369/Fernando-Morais-A-ILHA"&gt;A Ilha&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;de &lt;a href="http://www.fernandomorais.com.br/sobreautor.php"&gt;&lt;b&gt;Fernando Morais&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;. Nele o autor relata o que apreendeu sobre o país de Fidel em uma visita de um mês e meio realizada em &lt;b&gt;1976&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também autor de &lt;b&gt;Chatô&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Corações Sujo&lt;/b&gt;s e &lt;b&gt;Olga&lt;/b&gt;, Fernando Morais leva seu estilo de jornalismo literário de uma forma muito agradável de acompanhar, explorando nuances da vida da população cubana como educação, reforma agrária, economia, imprensa, cultura, justiça, saúde, estrutura, e, claro, a revolução comunista. A partir de entrevistas com moradores, autoridades, pessoas que convivem diariamente com ele, o autor traça um perfil de um país que em um pouco mais de uma década saiu de um estilo de vida para outro completamente diferente e que se viu em mudanças estruturais fortes rapidamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TKDMyCzudDI/AAAAAAAACPM/_Rra8IQCVhk/s1600/fernando+morais+scavonne.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TKDMyCzudDI/AAAAAAAACPM/_Rra8IQCVhk/s200/fernando+morais+scavonne.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" width="144" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Fernando Morais&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deixando de lado o estigma de “comunistas que comem criancinha”, jogado em nossas cabeças desde sempre, e o de “salvadores do mundo perdido no capitalismo” que os comunistas de boteco universitário adoram propagar, o livro me trouxe uma visão que nunca tinha visto ainda sobre Cuba: a visão de quem vive lá e de quem chegou com um olhar de descoberta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lendo A Ilha, me vi com de frente a atitudes gerenciais do governo revolucionário de Fidel que penso até bem viáveis em outros países, claro que com suas devidas adaptações. Talvez, o que mais me impressionou foi o sistema de mutirões populares para construções, onde o governo dava a estrutura e o povo, reunido em grupos, construíam suas próprias casas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ministério da construção tentava diminuir as causas do problema, construindo conjuntos de casas e apartamentos, mas não havia mão de obra suficiente para a construção civil. A solução adotada, a partir de 1969, foi a formação de grupos especiais para prestar serviços na construção. O estado forneceria material, terreno, arquitetos e engenheiros. e de cada local de trabalho seria deslocado um certo número de funcionários para trabalhar na construção dos conjuntos habitacionais. A idéia, lançada pelo próprio Fidel Castro num congresso nacional dos trabalhadores cubanos, determinava também que as casas construídas pelos grupos especiais seriam distribuídas entre os trabalhadores da repartição, da indústria, do local que fornecesse a mão de obra. naquele momento estavam nascendo as microbrigadas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Mas, claro, Morais não só fala das coisas boas criadas nessa Cuba socialista. No último capitulo do livro ele aborda o que chama de “a revolução onipresente”, um fenômeno que coloca outdoors venerando heróis de guerra e agrupamentos de moradores para vigiar possíveis atividades antirevolucionárias, isto é, contrárias ao governo, auto-intituladas comitês de defesa da revolução (CDR).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;Todos os locais de trabalho estão sempre guardados por trabalhadores. em cada seção e cada departamento há uma escala mensal de plantões (que inclui até os funcionários mais graduados), em que se determina quem vai tomar conta dos prédios aos domingos e durante a noite, todos os dias. Perguntei contra quem se dirige esse esquema defensivo, e um funcionário do instituto cubano de radiodifusão respondeu:&amp;nbsp; &lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;— o pior talvez já tenha passado, mas só quem sofreu tantas agressões como nós sabe que a vigilância é indispensável. e o grande inimigo não mudou de endereço. continua morando a 90 milhas de cuba.&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Edições mais recentes do livro trazem consigo um extra onde o autor desembarca novamente em Cuba e faz uma descrição dos efeitos causados pela queda da União Soviética. Dessa vez ele encontrou uma Cuba destroçada e envelhecida, onde as novas gerações já foram contaminadas pelo consumismo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Ilha é um livro importante para quem como eu gosta de saber mais de uma versão sobre as coisas e entender o que um país poderia ter sido e não se tornou, um retrato de como boas idéias se perdem no meio de lutas ideológicas e ecnonômicas e que por trás de grupos politicos existe um país com vida, pessoas e sonhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TKDNPrsOtGI/AAAAAAAACPQ/NQpPF228C1A/s1600/a+ilha+fernando+morais.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TKDNPrsOtGI/AAAAAAAACPQ/NQpPF228C1A/s200/a+ilha+fernando+morais.jpg" width="121" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Título:&lt;/b&gt; A Ilha&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Editora&lt;/b&gt;: Companhia das Letras &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Autor:&lt;/b&gt; Fernando Morais &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Número de páginas:&lt;/b&gt; 232&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Preço:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.traca.com.br/autores/autor.php?autor=Fernando%20Morais"&gt;Variado&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-9018130307344326683?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/9018130307344326683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=9018130307344326683&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/9018130307344326683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/9018130307344326683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/10/ilha-fernando-morais-1976.html' title='A Ilha, Fernando Morais (1976)'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TKDLeOKUR3I/AAAAAAAACPI/i-cOL-pRU8A/s72-c/Cuba.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-6232835822232834738</id><published>2010-09-21T15:17:00.000-07:00</published><updated>2010-09-21T15:19:21.316-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>A Casa do Natal</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TJf2FnNUKMI/AAAAAAAACPE/TUUCX_6IkUY/s1600/A+casa+do+natal.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="293" src="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TJf2FnNUKMI/AAAAAAAACPE/TUUCX_6IkUY/s400/A+casa+do+natal.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é novidade para quem acompanha o blog o quanto falo sobre altruismo, confiar no ser humano e afins.Particularmente, acho muito bonito histórias que remetam a essas características e foi por isso que me interessei em documentar em video uma dessas histórias, uma história de preocupação com os necessitados, a história da &lt;b&gt;Casa do Natal&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa história se passa na cidade de &lt;b&gt;João Pessoa&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Paraíba&lt;/b&gt;, quando dona &lt;b&gt;Djandes Fragoso&lt;/b&gt; decidiu enfeitar sua casa e abri-la para visitação pública em 1999. Nesse tempo, ela não imaginava que anos mais tarde, estaria desenvolvendo um projeto social de importância enorme para as pessoas mais necessitadas, muito menos sendo o centro de atenção de várias pessoas, que esperam ansiosamente o mês de dezembro para verem in loco sua decoração natalina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim de 2009, eu e alguns amigos da universidade nos reunimos e em dois dias de filmagens captamos os pensamentos, sentimentos e brilhos dos enfeites e corações das pessoas dessa família. O resultado disso tudo foi o curta-metragem digital &lt;b&gt;A Casa do Natal &lt;/b&gt;que disponibilizo agora para apreciação "mundial" - levando em conta que estar no youtube não significa todo o mundo ver não é? Fique com esse filme, minha primeira incursão no mundo do cinema como produtor, o qual gosto muito e espero tenha conseguido passar o clima dessa bela história, e desculpem já as pequenas falhas que todo trabalho inicial tem, mas a vida é para aprendermos não é?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;A Casa do Natal&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BO9_Mg8C-E8?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/BO9_Mg8C-E8?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-6232835822232834738?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/6232835822232834738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=6232835822232834738&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6232835822232834738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6232835822232834738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/09/casa-do-natal.html' title='A Casa do Natal'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TJf2FnNUKMI/AAAAAAAACPE/TUUCX_6IkUY/s72-c/A+casa+do+natal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-4058568919991654928</id><published>2010-09-14T16:12:00.000-07:00</published><updated>2010-09-14T16:17:57.191-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Radio: Oralidade mediatizada – O spot e os elementos da linguagem radiofônica</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TJAAd1Xy-rI/AAAAAAAACOY/9SrxMSFaNkU/s1600/radio.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TJAAd1Xy-rI/AAAAAAAACOY/9SrxMSFaNkU/s320/radio.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O uso adequado dos elementos sonoros dentro de uma produção radiofônica é praticamente uma arte, ainda mais hoje em dia com uma paisagem sonora repleta de ruídos e excessos que podem levar a maus costumes e erros na construção de uma peça radiofônica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em seu livro, Silva procura demonstrar essa importância e como foi se fundamentando ao longo da história esse encontro de elementos dentro do rádio, que mistura voz, música, efeitos e silêncios para transmitir uma mensagem, principalmente com o advento em seu nascedouro da publicidade em suas varias formas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A regulamentação do uso da publicidade explicita em programas de rádio foi feita em 1º de março de 1932, através do decreto 21.111. A partir daí, as emissoras passaram a buscar “uma programação mais dinâmica, aliada a uma linguagem singular apropriada às características do veículo”. Assim, o interesse de financiadores e empresários em anunciar nas ondas radiofônicas cresceu,auxiliando na criação de uma linguagem própria daquele meio:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;É possível o fato de a raiz da publicidade radiofônica não estar locada na tradição escrita, mas sim nas tradições orais, tenha acelerado o desenvolvimento de uma linguagem adequada a um veículo essencialmente sonoro. (p. 25)&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Silva aponta que os anúncios logo passaram a ser incrementados com música e pautados em textos curtos e objetivos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;Descobertas as possibilidades do anuncio cantado, os primeiros redatores do rádio – quase todos também compositores ou, pelo menos, hábeis fazedores de versos – sentiram imediatamente a vantagem de estruturar o novo gênero, e o jingle entrou para a história da propaganda irradiada. (p. 29)&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além do jingle, outros formatos de anúncios foram surgindo. Como a assinatura, o testemunhal e o spot. Segundo Silva (p. 45), “o desenvolvimento do spot como peça radiofônica muito contribuiu para que o radio descobrisse a sua própria sintaxe”, tornando-se, assim, “a melhor expressão da linguagem radiofônica por ter que, a partir de poucas palavras, articular conceitos e idéias sobre um produto, serviço ou instituição” (idem, p. 54).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contudo, talvez, o conceito apresentado pela autora mais interessante seja a luta travada pela escrita, voz e sons utilizados dentro do rádio, ao qual ela denomina de combate verbo-voco-sonoplástico. Para ela, no rádio “tudo que é emitido por suas ondas sonoras é resultado do combate verbo-voco-sonoplástico no qual texto e voz se entrelaçam simultaneamente com outros signos também sonoros” (p. 71).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aprofundando-se nessa visão, Silva adentra no pensamento de Schafer (1991) ao abordar a noção de paisagem sonora moderna, onde ele aborda que o constante uso do som - incluindo ruídos - se tornou comum e até um vicio para a sociedade de nossos tempos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;A Revolução Industrial, além das implicações políticas e econômicas, traz consigo um sensível aumento do ruído, barulho, transformando radicalmente a paisagem sonora dos centros urbanos, assim, como o modo de ouvir, pois promovem uma mudança perceptiva decorrente de uma sensibilidade diferenciada cuja origem se encontra na transformação desta paisagem sonora. (p. 72)&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, para Silva, também é possível que esse ruído possa servir positivamente para uma construção sonoplastica. A autora aponta que “quando um ruído é incorporado intencionalmente em uma obra radiofônica, ganha status de ‘efeito sonoro’” (p.74), isto é, passa de um som indesejável para ser usado com “o objetivo de provocar a associação do ouvinte com o objeto sonoramente representado” (p. 75).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto o uso da música no rádio, a autora destaca que como trilha sonora, a música exerce funções diversas de acordo com o tipo de programa.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;Nos programas de radiojornalismo é geralmente utilizada com função fática, e, segundo Kaplún (1994: 167-8), com “função gramatical”, ou seja, são utilizados trechos de músicas como signo de pontuação; “trechos de música com frase musical mais breve para separar parágrafos de um mesmo texto, ou como frase musical mais longa para passar de um assunto para outro” (p. 79)&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já nos audiodramas, de acordo com a autora, a música mostra uma função  descritiva e/ou expressiva. “Essas duas Funções destacadas, geralmente  são empregadas como fundo sonoro, com um meio de complementação,  intensificação ou estruturação dos processos de ação dramática falada”.  (p.79).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Encerrando o livro com uma análise de propagandas diversas e os recursos utilizados por elas, Silva fecha o caminho percorrido ao longo de quatro capítulos, onde explora de uma forma clara e bem estrutura os meandros dessa junção de elementos que formulam uma sonoplastia radiofônica, nos levando da época pré-rádio até sua consolidação estética. Nessa trajetória, a autora traz a tona como é importante conhecer, estudar, observar, experimentar, esses elementos constitutivos do ambiente radiofônico para uma melhor produção do meio.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-4058568919991654928?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/4058568919991654928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=4058568919991654928&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4058568919991654928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4058568919991654928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/09/radio-oralidade-mediatizada-o-spot-e-os.html' title='Radio: Oralidade mediatizada – O spot e os elementos da linguagem radiofônica'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TJAAd1Xy-rI/AAAAAAAACOY/9SrxMSFaNkU/s72-c/radio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-3002696689896425888</id><published>2010-09-10T18:50:00.000-07:00</published><updated>2011-11-14T19:50:42.929-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Podcast'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dizformando'/><title type='text'>Dizformando #1.5: Música de Brinquedo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TIrQWSb8ZWI/AAAAAAAACOE/ZZVKFavPBMY/s1600/Dizformando.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="181" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TIrQWSb8ZWI/AAAAAAAACOE/ZZVKFavPBMY/s400/Dizformando.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TIrXbTWTfII/AAAAAAAACOI/0f-TIQu8_YI/s1600/capa-blog1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="181" src="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TIrXbTWTfII/AAAAAAAACOI/0f-TIQu8_YI/s200/capa-blog1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse primeiro episódio trago um pouco do mais recente trabalho dos mineiros do Pato Fu, que em 2010 atacam novamente com o lançamento do disco Música de Brinquedo, onde trazem a releitura de 12 músicas nacionais e internacionais. Como sempre, Pato Fu é sinônimo de criatividade, e dessa vez, como o nome e a capa sugerem, todo o instrumental das faixas foi gravado utilizando apenas instrumentos de brinquedo e alguns outros objetos inusitados. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; Aproximadamente 12 minutos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Contato:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se você quer mandar sua sugestão, dúvida, crítica, elogios envie um e-mail para &lt;a href="mailto:dizforme@gmail.com"&gt;&lt;b&gt;dizforme@gmail.com&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;RSS ou Itunes:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Feed -&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.mevio.com/feeds/dizformando.xml"&gt;http://www.mevio.com/feeds/dizformando.xml&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object&gt;&lt;img border="0" height="0" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyODQxNjgyNDkwNDYmcHQ9MTI4NDE2OTM5MzAzMSZwPTQ*MTQ*MiZkPSZnPTImbz*yYjU2NGExNTVmNmI*YTYxYWE2/NzRlMzc1YmQ1Y2RjYSZvZj*w.gif" style="height: 0px; 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text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.mevio.com/feeds/dizformando.xml"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-3002696689896425888?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/3002696689896425888/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=3002696689896425888&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3002696689896425888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3002696689896425888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/09/dizformando-1-musica-de-brinquedo.html' title='Dizformando #1.5: Música de Brinquedo'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TIrQWSb8ZWI/AAAAAAAACOE/ZZVKFavPBMY/s72-c/Dizformando.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-984399889689260412</id><published>2010-09-05T12:57:00.000-07:00</published><updated>2010-09-05T12:57:29.880-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>JN no Ar: nosso colonialismo e a falsa ilusão de independencia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TIP0jaa5D8I/AAAAAAAACN8/2ktdNnnoQZM/s1600/jornal-nacional-aviao02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="295" src="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TIP0jaa5D8I/AAAAAAAACN8/2ktdNnnoQZM/s400/jornal-nacional-aviao02.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Eu participo de um grupo de discussão do Gmail sobre a cultura paraibana em geral e um dia desses me deparei com um e-mail do grupo onde um membro que assina como Colorau, discursa sobre o projeto Jornal Nacional no Ar - onde reporteres do programa jornalístico estão viajando pelo país mostrando&amp;nbsp; o status quo de cidades em estados distintos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por sua passagem pela Paraíba, o expresso aereo do JN parou na cidade de Ingá, próxima a cidade de Campina Grande, com, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), uma população estimada em 18.784 habitantes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fKaTaKicj20?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/fKaTaKicj20?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ontem no Jornal Nacional, a Paraíba aprareceu, mostrando o município de Ingá. Hoje, o Jornal Cabo Branco exibiu e comentou a matéria que foi ao ar, os apresentadores do Rio de janeiro e daqui se mostram tão felizes, parece até que Ingá é uma cidade de primeiro mundo. Entre todos os assuntos, apenas 2 são coisas boas: a pedra de Ingá e o trabalho artesanal das mulheres rendeiras, vale destacar que a pedra em si é um grande valor, mas encontra-se praticamente abandonada. No mais, lixo, esgoto, escolas públicas sucateadas, analfabetismo e falta de emprego, indíce de desenvolvimento humano abaixo da média nacional e mais um monte de coisas ruins. Dá pra entender essa felicidade dos reportéres/apresentadores?! (Colorau)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MJVujA3Isjg?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/MJVujA3Isjg?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt; &lt;br /&gt;"a paraíba comemora"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Consigo entender essa revolta do Colorau, tornou-se quase rotina nosso jornalismo, principalmente televisivo, receber de braços abertos o que vem de fora como a coisa mais linda e maravilhosa, mesmo que esse de fora venha depreciar nosso Estado. Mas, sei também que não é culpa do JN "falar mal" de Ingá, ele mostra dados e fatos de uma realidade socio-economica-política que é pura e exclusivamente culpa de governantes, modelos economicos e gerenciamentos não muito agradavéis para a pequena Ingá.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, como jornalistas, representantes de seu povo em rede estadual, o que uma TV Cabo Branco/Paraíba deveria fazer além de se vangloriar da vinda do Pai de todas afiliadas até nosso quintal?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para mim, aproveitar a deixa e cobrar fortemente dos gerenciadores de Ingá e do Estado pela melhoria de condições de vida do local, coisa que não vi nas matérias subsequentes a da vinda do JN a nossa terra. Alias, fizeram pior em minha opinião, copiaram o modelo - aproveitando o hype com a audiência - para fazer o&amp;nbsp; mesmo tipo de viagem pela Paraíba em uma série de matérias intituladas Caravana JPB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou contra mostrar os problemas e coisas interessantes de nosso Estado, muito pelo contrário, mas sim, pelos motivos corretos e não por um simples oportunismo. Mas, acho que é pedir demais de um jornalismo nosso que é tão reprodutivista e criativo até um certo limite, e digo mais, um jornalismo disvinculado ideologicamente do apoio em seus minimos detalhes as coisas de nossa região. Vide o exemplo do video de bastidores (e tantas outras matérias em TV´s que vemos por aí) da Caravana JPB onde, se falando de desbravar o Estado, conhecer seus pormenores e histórias, o que vemos é uma trilha estrangeira, desconectada com nossa realidade:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bwQ8PUWPZUo?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/bwQ8PUWPZUo?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="540" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Ainda espero meu comentário dizendo isso mesmo que falei acima ser aprovado no &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.paraiba1.com.br/caravanajpb/"&gt;Blog&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;da Caravana JPB, que continua sem comentarios, mesmo eu tendo postado um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É o tal do colonialismo brasileiro que não se desfez com&amp;nbsp; o grito as márgens do Ipiranga, que proclamou a "independencia" em um 7 de setembro séculos atrás. Agora somos coloniais culturais,&amp;nbsp; ligados ao Estados Unidos e outras potenciais economicas estrangeiras, e aqui na Paraíba ao que vem do Sudeste , principalmente. Nesse caso especifico do JN no Ar, é um tipo de: "olha, eles olharam para agente e vieram comer na nossa casa" e a partir desse olhar achar tudo lindo e maravilhoso, botar sorrisos na cara porque o "Grande Irmão" veio nos visitar e dizer um oi!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, em muitos aspectos, nossa Paraíba é de uma subserviencia e falta de auto-estima sem tamanho. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-984399889689260412?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/984399889689260412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=984399889689260412&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/984399889689260412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/984399889689260412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/09/jn-no-ar-nosso-colonialismo-e-falsa.html' title='JN no Ar: nosso colonialismo e a falsa ilusão de independencia'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TIP0jaa5D8I/AAAAAAAACN8/2ktdNnnoQZM/s72-c/jornal-nacional-aviao02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-1961500181914977674</id><published>2010-08-23T18:35:00.000-07:00</published><updated>2010-08-23T18:59:59.535-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Inception (2010)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/THMjKEouStI/AAAAAAAACNY/AYTQo8_UO0w/s1600/inception2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="207" src="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/THMjKEouStI/AAAAAAAACNY/AYTQo8_UO0w/s400/inception2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;Dom (do Latim donu) substantivo masculino: presente, dádiva; dotes naturais; figurativo: mérito, merecimento; privilégio; poder; faculdade; condão, aptidão. Do Latim dominu&lt;b&gt;:&lt;/b&gt; senhor, título honorífico&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1999 os &lt;b&gt;I&lt;/b&gt;rmãos Watchowsky nos apresentaram a um mundo de ilusões chamado Matrix, onde nós fomos aprisionados por criações nossas: máquinas que nos fecharam dentro de um grande sonho coletivo. Interessante ver que dez anos após a incursão de Neo e sua trupe para destruir seu inimigo externo, Dom Cobb (Di Caprio) e a sua equipe nos mostra que passado os “futuristas” anos 2000 nosso maior inimigo vem de dentro de nós mesmos e de nossa psique. Em Inception&lt;b&gt;,&lt;/b&gt; Cris Nolan&lt;b&gt; &lt;/b&gt;monta mais um pedaço de seu quebra cabeça iniciado em Following (seu primeiro longa): como os seres humanos são resultado de suas ações e como o que não nos mata, pode nos consumir por muito tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história versa sobre um mundo onírico como seu tema principal, um local onde é possível com uso de tecnologia e química adentrar a mente de alguém e seus sonhos. O personagem de Di Caprio se tornou mestre nisso, tanto que se tornou um ladrão de informações do subconsciente de alguém. Quer saber a conta secreta de um banco na suíça? Ou uma lista de amantes de algum burocrata do governo? Cobb é o melhor no que faz. Porém, em seu último trabalho, ele terá não que retirar, mas colocar algo na mente da vitima, uma idéia, essa mais sutil e poderosa arma do mundo, um vírus que pode salvar ou destruir alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inception não é um filme simplista, mas não se perde em sua filosofia deixando aqueles que só querem ação e diversão também perdidos, mas se doar-se completamente, e ir tão fundo quanto nossos “heróis”, para compreender e sonhar junto com eles, é ainda mais divertido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme conta com nomes consagrados e já conhecidos de outras obras de Nolan. Além de Leonardo DiCaprio ( Cobb), temos Joseph Gordon-Levitt (Arthur), Ellen Page (Ariadne), Ken Watanabe (Saito), Michael Caine (Miles), Marion Cotillard (Mal), Lukas Haas (Nash), Cillian Murphy (Fischer), Tom Hardy (Eames), Tom Berenger (Browning). Em suma, boas atuações garantidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas mais legais do filme é seu ritmo, bem orquestrado, organizado entre roteiro, montagem e direção, além da bela composição sonora feita por Hans Zimerman, repetindo a proeza de The Dark Knight onde a trilha não era só acompanhamento, mas um personagem forte dentro da própria história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando sobre os personagens, o que de longe me chamou a atenção, não só por sua beleza natural, é a personagem de Ellen Page, Ariadne. A arquiteta dos sonhos, não é na história só uma novata e alguém que faz o papel do espectador com suas perguntas pertinentes sobre o desenrolar dos fatos, mas alguém de importância para o filme e de características bem delineadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Neo em Matrix, Ariadne não é obrigada a seguir o caminho mostrado  por Cobb, mas sim é feita uma proposta , como ele mesmo diz: “a pessoa escolhe se quiser”. Ela demostra a criatividade necessária para enganar a vitima de que se esta dentro da realidade, mesmo em um sonho. Em uma cena de treinamento, Cobb não testa seus conhecimentos em arquitetura, mas sim sua criatividade mandando ela construir um labirinto que demore pelo menos um minuto para sair. No inicio ainda pensando “quadrado”, ela cria formas retangulares, até que faz um circulo dentro de outro circulo. Nossa metáfora para o que veríamos a frente estava feita. E dizer que Ariadne não tem muita graça e expressão, nas cenas de treinamento ela mostra como é ousada, impulsiva e insolente. Uma graça só! E seu totem ainda é uma rainha de xadrez, nada mais simbólico sendo a única mulher na equipe e a criadora de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sobre personagens, Nolan nos joga coadjuvantes sem passado para fortalecer a nossa identificação com Cobb. Aliás, dou um grande parabéns a Nolan na construção no roteiro do grande mistério de Inception referente a mulher de Di Caprio. Para mim, desde o início sua resposta está na cara, mas como tem toda a ação e demora a se falar dele, esquecemos até quando nos vem à surpresa. Ou quando Nolan cria uma tensão ao não mostrar os rostos dos filhos de Cobb, como quando você vê alguém em um sonho e não consegue ver seu rosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aplauso é nos mínimos detalhes que vão de falas em um momento e mais a frente representado em imagens. Vemos um exemplo, no momento em que Eames diz que Arthur não é criativo e para fazer uma inserção é preciso criatividade. E o que o mesmo Eames faz no 3º nível de sonho, o qual ele é o gerador? Cria um forte no gelo como um típico filme de guerra. Mais clichê e sem criatividade impossível não é? Porém, naquele momento a vitima (Cillian Murphy em uma interpretação muito boa) sabe que está em um sonho, então, o absurdo se torna uma possibilidade tranqüila, diferente dos outros níveis. Como um bom livro, Inception deve ser visto pelo menos mais de uma vez para compreender melhor seus níveis e detalhes, e mesmo assim ainda se teria muito o que discutir e falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dom Cobb representa todos nós que nos culpamos por erros, por egoísmos, e nos perturbamos com fantasmas do passado. Pessoas que precisam ir até o fundo da suas mentes para se redimir e se perdoar. Nossa culpa e medos tornam reais nossos pesadelos. Dom descobriu andando por sonhos alheios a cura para os seus e assim poder retornar para seus filhos, para uma vida em um paraíso próprio. Mas, como o mundo não é um lugar hermético, onde tudo tem só um lado e uma verdade absoluta, ao final de Inception temos que manter nossas mentes abertas para as possibilidades criadas por Nolan em seu fantástico take de encerramento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se todo o filme for um sonho vivido por Cobb, alguém que não consegue mais sonhar sem ser sedado, alguém que após o trágico fim de sua amada desistiu de viver e criou um mundo onde é perseguido como todo sonhador é na mente alheia? E se ao invés de 3 níveis e um limbo, temos cinco níveis, sendo o que pensamos ser o mundo real ser o primeiro nível, onde um Saito implanta a primeira base de uma idéia: “Cobb você pode voltar para casa”. E a cada nível o personagem for entrando mais dentro dessa idéia, e no cumprimento de uma missão se perdoar, aceitar que criou uma projeção da mulher e se sacrificar por alguém, criando na raiz a idéia de que pode ser feliz novamente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, são muitos “ses”, e imagino que Nolan adore deixar esses “ses” ai para imaginarmos, sairmos do conforto de um cinema mastigado, enlatado e pronto para refeição, de preferência em forma de uma gosma. Para o cinema de Nolan é preciso mastigar lentamente, digerir com cuidado para compreender uma obra artística, ver a embalagem bonita hollywoodiana, mas saber que lá dentro além do colorido normal temos algo de qualidade e com boas doses de significados. Ah, como é divertido ser cinéfilo quando temos diretores que se preocupam com o que fazem. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-1961500181914977674?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/1961500181914977674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=1961500181914977674&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/1961500181914977674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/1961500181914977674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/inception-2010.html' title='Inception (2010)'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/THMjKEouStI/AAAAAAAACNY/AYTQo8_UO0w/s72-c/inception2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-1590223360366494179</id><published>2010-08-15T08:18:00.000-07:00</published><updated>2010-08-15T08:18:01.478-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>HQ´s, professores e um mundo fumegante</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TGgE-30BE3I/AAAAAAAACLQ/5FN_BNccmQE/s1600/foto_1andre.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TGgE-30BE3I/AAAAAAAACLQ/5FN_BNccmQE/s320/foto_1andre.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A escola constitui-se em um ambiente importante no processo de formação do jovem, não só no aspecto pedagógico, mas também do ponto de vista das relações sociais, políticas e culturais. É nela onde estabelecemos nossos primeiros contatos com teorias que dão sentido lógico a nossa condição socioeconômica e nossas formas de expressões culturais tão familiares e ao mesmo tempo pouco conhecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num país onde a educação permanece como uma das áreas mais fragilizadas, com investimentos insuficientes, inserida em um mercado capitalista preocupado com a geração de lucro, em que escolas têm estruturas precárias, com poucos recursos, falta de materiais de expediente e um corpo de agentes com uma qualificação minimamente adequada e atualizada, é necessário buscar alternativas para despertar o interesse dos alunos pela leitura. Entre outras providências didáticas, oferecer um texto atrativo (com temáticas interessantes e que sejam visualmente atraentes) contribui para que a criança ou o adolescente aprenda a transformar a leitura num hábito que vá além das obrigações escolares.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As Histórias em Quadrinhos podem ser uma opção eficiente e de baixo custo para tal alternativa.  A primeira vista, dizer que os quadrinhos funcionam na sala de aula pode parecer duvidoso, mas conhecer experiências que alguns professores têm obtido a partir dessa atividade pode fazer os céticos mudarem de idéia. Inclusive porque o aproveitamento didático-pedagógico das HQ’s em sala de aula é uma recomendação fixada pela &lt;b&gt;LDB&lt;/b&gt; – Lei de Diretrizes e Bases da Educação -, contemplada também nos &lt;b&gt;PCNs&lt;/b&gt; – Parâmetros Curriculares Nacionais, que colocam que “devido a associarem imagem com texto, as HQs auxiliariam a aprendizagem ajudando a motivar a leitura e criatividade do aluno, além de servirem como recurso visual de apoio ao ensino de virtualmente qualquer disciplina”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TEOHqwvJo-I/AAAAAAAACJM/t0TydoZ22QY/s1600/comousar_hq_aula.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TEOHqwvJo-I/AAAAAAAACJM/t0TydoZ22QY/s200/comousar_hq_aula.jpg" width="132" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Sabemos que até décadas passadas as HQ´s eram vistas pelos educadores como uma subliteratura, sem muito caráter instrutivo, ou seja, só era considerada unicamente como uma forma de passatempo. Segundo a estudiosa &lt;b&gt;Ângela Rama&lt;/b&gt; em seu livro &lt;b&gt;Como usar as Histórias em Quadrinhos em sala de aula&lt;/b&gt;, o processo de introdução das HQ´s na aula demandou tempo e em muito resultou do próprio debate entre educadores sobre a introdução  de novos elementos para a dinamização do ensino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Espera-se que a escola ofereça bons modelos de leitura para o aluno, que permitam a melhoria do bom desempenho de seu papel social como educando e, ao mesmo tempo, ampliem as possibilidades de melhoria de sua inserção num mundo globalizado. É ela quem faz intervenções constantes em relação ao tipo, ritmo e intensidade de leitura dos alunos, chamando-os a assimilação de novos conteúdos didáticos ou, simplesmente, ao prazer que podem despertar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As HQ´s se num modelo atrativo de leitura pela sua  particularidade de unir duas riquíssimas formas de expressão cultural: a literatura e as artes plásticas, se torna uma fonte importante de inspiração para as iniciativas didáticas. Há histórias em quadrinhos que pelo enredo, pela linguagem e pela qualidade das ilustrações, podem dar contribuições valiosas a uma leitura. É sabido que a produção de revistas em quadrinhos com conteúdos que abordam diretamente temas do currículo escolar ainda é muito limitada. Ou seja, apesar de ser consensual entre educadores a idéia das potencialidades das HQ’s, o mercado editorial não tem lançado um número significativo e diversificado desse tipo de revista – com perfil claramente pedagógico.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso talvez explique porque as HQ´s são utilizadas de modo  muito esporádico e restrito pelos professores. Além das temáticas livres escolhidas segundo o critério de vendas, há necessidade de publicações tratando de fundamentos das ciências (física, biologia, geografia, etc.) de história, e que tenham a mesma qualidade gráfica das HQ´s comerciais, a não segurança de retorno do capital investido na publicação desse último tipo possa explicar o porque da não existência de HQ´s puramente didáticas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Exemplos de revistas que poderiam ser utilizadas didaticamente são:&amp;nbsp; na área de ciências podemos destacar a coleção &lt;a href="http://super.abril.com.br/cultura/historia-universo-quadrinhos-volume-i-ii-iii-480384.shtml"&gt;&lt;b&gt;História do Universo em Quadrinhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; (Editora Xenon), de Larry Gonick, além da &lt;b&gt;Editora&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Harbra &lt;/b&gt;que já lançou quatro volumes com o título geral &lt;b&gt;Introdução Ilustrada à... &lt;/b&gt;sobre os temas &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.harbra.com.br/loja/loja.php?modulo=produto&amp;amp;cod=3751"&gt;Física&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;e&lt;b&gt; &lt;a href="http://www.harbra.com.br/loja/loja.php?modulo=produto&amp;amp;cod=3752"&gt;Genética&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. Deve-se aproveitar o pouco que se tem desse modelo de histórias e usá-los sabiamente dentro da sala de aula.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TEOJLbmum_I/AAAAAAAACJQ/kUR0BM6bnhM/s1600/hq_escola.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TEOJLbmum_I/AAAAAAAACJQ/kUR0BM6bnhM/s200/hq_escola.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;No livro&lt;b&gt; História em Quadrinhos na Escola&lt;/b&gt;, Flávio Calazans analisa a riqueza informacional das HQ´s como uma das variantes da mídia, apresentando alguns exemplos de como elas podem ser utilizadas de forma didática em matérias da grade curricular. Ele aponta como exemplo seu uso no trabalho didático infantil, onde se pode utilizar de uma forma criativa, facilitando o aprendizado por parte da criança, fazendo uma ponte entre a obra apresentada e a disciplina a ser ensinada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em História, por exemplo, Calazans mostra que se pode usar obras que retratem momentos históricos importantes tornando a aprendizagem, e o próprio conteúdo, algo mais atrativo. Além disso, o professor pode trazer personagens paralelos a fatos históricos, modos de vida ou pontos de vista diferentes diante do mesmo fato. Assim, há a possibilidade de despertar  e aguçar na criança sua capacidade de raciocinar criticamente a partir de temas que abordem questões sociais. Na literatura, o uso como forma de discussão do caráter literário de uma HQ, além de adaptações de obras literárias fazendo-se uma comparação com a original (livro). Em relação à ortografia, uma forma é mostrar como ensinar regras práticas da língua portuguesa, coesão de texto, interpretação, variações lingüísticas, linguagem oral e escrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TEOKWUF-vbI/AAAAAAAACJU/utvphtOTV3k/s1600/maus.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TEOKWUF-vbI/AAAAAAAACJU/utvphtOTV3k/s320/maus.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na área da geografia, noções de cartografia, análise de paisagem e espaço geográfico, características e valores de outros países, a vida rural e urbana podem ser alguns dos usos da HQ. No mundo das artes, o aluno pode aprender e ser estimulado por uma variedade de autores e traços e conhecer a amplitude do uso dos quadrinhos desde os tempos antigos. Já os super-heróis, permitem abordagens de teorias científicas, como por exemplo, radioatividade criando mutações genéticas (X-Men, Hulk, Homem-Aranha), poderes pseudocientíficos como do Superman, emprego de tecnologias como no Homem de Ferro e Batman, estrutura atômica, química e anatomia com o Elektron e etc.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tantos exemplos mostram a variedade de uso possíveis das HQ´s como aporte educacional. Porém, uma coisa se torna necessária para que tal adendo ao ensino seja feito: o professor deve estar por dentro das possibilidades que as HQ’s trazem.  Uma forma de suprir esse problema talvez seja um acompanhamento em relação aos professores, com uma capacitação maior de informação para integrá-lo com as HQ´s, podendo-se fazer cursos ou intervenções. Porém, para isso, seria importante um incentivo da escola, de grupos de alunos ou profissionais que tratem com os quadrinhos. Outro fator importante nessa equação é o papel da família no hábito de leitura do jovem, pois se estimulado em casa ele poderia levar para sua escola esse hábito e trazer a tona tal discussão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, as histórias em quadrinhos têm muito que contribuir para o crescimento educacional de um jovem, ou mesmo adulto, sendo necessário por parte das escolas, professores, pais e governos, um olhar mais sensível para esse meio de comunicação, longe de preconceitos arcaicos e infantilizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-1590223360366494179?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/1590223360366494179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=1590223360366494179&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/1590223360366494179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/1590223360366494179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/hqs-professores-e-um-mundo-fumegante.html' title='HQ´s, professores e um mundo fumegante'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TGgE-30BE3I/AAAAAAAACLQ/5FN_BNccmQE/s72-c/foto_1andre.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-6117055381436173691</id><published>2010-08-15T08:14:00.000-07:00</published><updated>2010-08-15T08:15:00.000-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias'/><title type='text'>Super-heróis do mundo real</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TEc4T3C5o2I/AAAAAAAACKE/vpRRx1WbZgM/s1600/superhero3_big.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="298" src="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TEc4T3C5o2I/AAAAAAAACKE/vpRRx1WbZgM/s400/superhero3_big.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No filme Defendor. Um cidadão comum se veste de super-herói para trazer justiça a sua cidade, mesmo sofrendo com isso. É possível alguém ter o desprendimento de deixar de lado sua vida e fazer algo para ajudar os outros em nosso mundo real cheio de egoísmo? E ainda por cima, é possível esse mesmo alguém vestir roupas coloridas inspiradas em seus ídolos de infância dos quadrinhos, correndo o risco – ou certeza mesmo -  de ser ridicularizado e mesmo assim dar assas as suas fantasias?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Todo super-herói tem uma tragédia em sua origem. O Batman assistiu ao assassinato dos pais ainda menino. O Super-Homem sofre por ser o único sobrevivente de um planeta que explodiu. O Homem-Aranha se balança em teias para compensar um erro - deixou fugir o bandido que depois matou seu tio. Mas Sarah só precisou levar um pé na bunda para se tornar Terrífica, que luta para impedir que outros tirem vantagem de mulheres indefesas.” (Superinteressante &lt;a href="http://super.abril.com.br/cotidiano/super-homens-573741.shtml"&gt;Junho de 2010&lt;/a&gt;) &lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nessa matéria da Super conheci um pouco mais sobre personagens da vida real que já tinha até ouvido falar, mas nunca visto com atenção: &lt;b&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_uxOinevhkLo/SWE_LDwwQkI/AAAAAAAAAPg/eLOBqBw5PXY/s320/world_1.jpg"&gt;Terrífica&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://c3.ac-images.myspacecdn.com/images02/100/l_6d0beda937684af3ab72362c13b32c7e.jpg"&gt;Super-herói&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://c3.ac-images.myspacecdn.com/images01/125/l_b2beb3ac527a1ca2ad81b9032dd28aaa.jpg"&gt;O Olho&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://observers.france24.com/files/images/Hero-of-Naples-520.JPG"&gt;Entomo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.sliceofscifi.com/wp-content/uploads/2007/07/a87_superbarrio.jpg"&gt;Superbárrio Gomez&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, &lt;a href="http://c4.ac-images.myspacecdn.com/images01/74/l_e0edb2eb2eafcfc8840f35ceb806570b.jpg"&gt;Lady Mistério&lt;/a&gt;, são só alguns desses homens e mulheres que devotam a vida a ajudar desconhecidos. Um grupo bem organizado até, tendo site próprio com um &lt;a href="http://www.worldsuperheroregistry.com/world_superhero_registry_gallery.htm"&gt;World Superhero Registry&lt;/a&gt;, My Spaces para contato mais próximo com seus  fãs – como o do &lt;a href="http://www.myspace.com/eyewatch_24_7/photos/albums/minhas-fotos/189054"&gt;O olho&lt;/a&gt; (ou você pensou que só o Kick Ass era esperto?) - e até aparições na televisão:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2wwQ_PRS748&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/2wwQ_PRS748&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“São bancários, universitários, ex-policiais, que usam nomes como Lebre da Sombra e Capitão Discórdia sem medo do ridículo. Em vez da Liga da Justiça, se aliam em organizações como Sociedade da Segunda-Feira Negra e Tropas dos Combatentes do Crime. De acordo com o site Super Hero Registry, há mais de 300 na ativa: são 6 na Europa, 2 no Canadá, 1 no México. Todo o resto está nos EUA.” (Superinteressante)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pessoas que se unem para patrulhar a praia, trocar um pneu numa estrada ou doar brinquedos, coisas que alguns já fazem só que com mais graça e satisfação de um desejo antigo de ser um símbolo para algo. &lt;a href="http://pt.wikilingue.com/es/Fredric_Wertham"&gt;Fredric Wertham&lt;/a&gt; falava nos anos 50 que as histórias em quadrinhos podiam influenciar negativamente as crianças, parece que tudo depende da própria pessoa e sua psicose ou o quanto ela se deixa influenciar por algo. Se não é quadrinhos, pode ser TV, jogos, assim como um martelo sozinho não faz nada, o que importa é como se usar uma ferramenta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui no Brasil coisas desse tipo acho difícil surgirem, mais fácil encontrar um monte de garotinhos(as) fazendo cosplay e pagando pau em convenções de animes e desenhos (nada contra se for uma &lt;a href="http://draft.blogger.com/%5Bhttp://2.bp.blogspot.com/_cd9W2EqFRXQ/Syu4UBBI1jI/AAAAAAAACnk/MZhblkvzgJw/s1600-h/cosplay+%2832%29.jpg"&gt;bela&lt;/a&gt; &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_cd9W2EqFRXQ/SyuwEzL21yI/AAAAAAAACmU/3HdVBtAfSvs/s1600-h/cosplay+%2822%29.jpg"&gt;regazza&lt;/a&gt;), mas o voluntariado já não é lá muito popular e difundido, quanto mais vestido como personagem de historia em quadrinhos. Enfim, só posso bater palmas para essas loucas pessoas de grande coração que me mostram mais um pouco quanto Kick Ass é vazio e ególatra!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-6117055381436173691?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/6117055381436173691/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=6117055381436173691&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6117055381436173691'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6117055381436173691'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/super-herois-do-mundo-real.html' title='Super-heróis do mundo real'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TEc4T3C5o2I/AAAAAAAACKE/vpRRx1WbZgM/s72-c/superhero3_big.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-8294018745685629964</id><published>2010-08-15T08:12:00.000-07:00</published><updated>2010-08-15T08:12:34.769-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Demo: a vida em demonstração</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UQBUgb4bWb0/TCzTUnl0WHI/AAAAAAAAB4I/1x1uPbBIy64/s1600/16bykpl.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="193" src="http://1.bp.blogspot.com/_UQBUgb4bWb0/TCzTUnl0WHI/AAAAAAAAB4I/1x1uPbBIy64/s640/16bykpl.jpg" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem certas obras e autores que marcam para sempre nossa mente, quem pode dizer que não é um delírio ao se ler pela primeira vez um Watchmen ou qualquer obra de Alan Moore? E um Frank Miller no auge da carreira com seu Demolidor e Cavaleiro das trevas? Sem contar um Grant Morrison, Brian Bendis, Ed Brubaker, para colocar também a nova geração de autores. Pois, vem dessa nova geração o autor tema dessa postagem: &lt;b&gt;Brian Wood&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Primeira vez que li algo desse autor foi uma edição “xerocada” de uma minissérie em doze partes chamada &lt;b&gt;Demo&lt;/b&gt;. A sinopse falava que eram versões “demo” do ser humano, no caso pessoas com dons especiais que não eram bem felizes com isso, me arrisquei a ler, também empolgado pelo belo desenho de Becky Cloonan. A série me mostrou mais do que a sinopse dizia, me mostrou uma história ousada onde o uso de poderes, tão banalizado na atualidade com filmes, seriados e milhões de revistas de super-heróis, era secundário, só um motivo, um pontapé, para contar histórias sobre pessoas, pessoas perdidas no mundo, com problemas como tantas outras, em busca de um (novo) caminho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Demo também mostrava que no meio de um mercado de quadrinhos repleto de intermináveis sagas, era possível se deliciar com histórias fechadas em 24 páginas com tanta profundidade quanto um livro de 600 páginas. Em 12 histórias, Wood trazia emoção, sensibilidade, ação em personagens que vinham, encantavam e sumiam logo a seguir como aquele velho amigo que você conheceu e sumiu pelo mundo, sem deixar noticias, mas que para sempre lhe marcou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foram doze encontros: #1: NYC; #2: Emmy; #3: Bad Blood; #4: Stand Strong; #5: Girl You Want; #6: What You Wish For; #7: One Shot, Don't Miss; #8: Mixtape; #9: Breaking Up; #10: Damaged; #11: Midnight to Six; #12: Mon Dernier Jour Avec Toi (My Last Day with You). Todos em edições separadas que depois foram copiladas em um volume único.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UQBUgb4bWb0/TCzTLAcYagI/AAAAAAAAB4A/Yhszab8OCkQ/s1600/DEMOv2-Cv1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://3.bp.blogspot.com/_UQBUgb4bWb0/TCzTLAcYagI/AAAAAAAAB4A/Yhszab8OCkQ/s640/DEMOv2-Cv1.jpg" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, Demo voltou, em um segundo volume com seis edições soltas. Mas, como dizem, nem sempre a segunda vez é tão boa quanto à primeira. E apesar da qualidade na construção da narrativa e da história estar lá, falta algo, falta o “ir além” da primeira leva de revistas. &lt;b&gt;Demo Vol. 2&lt;/b&gt; aparenta ser mais uma versão remake do primeiro volume, no estilo hollywoodiano de ser: mantemos a forma, porém, diminuímos o impacto. Uma pena. Mesmo assim, ainda recomendado se dar uma olhada,&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-8294018745685629964?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/8294018745685629964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=8294018745685629964&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/8294018745685629964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/8294018745685629964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/demo-vida-em-demonstracao.html' title='Demo: a vida em demonstração'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UQBUgb4bWb0/TCzTUnl0WHI/AAAAAAAAB4I/1x1uPbBIy64/s72-c/16bykpl.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-7742504759330230121</id><published>2010-08-15T08:10:00.001-07:00</published><updated>2010-08-15T08:18:45.485-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Retalhos e os Quadrinhos Biográficos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/S8yhIyS7D8I/AAAAAAAACCY/F6Hy7ge8-No/s1600/retalhos3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/S8yhIyS7D8I/AAAAAAAACCY/F6Hy7ge8-No/s320/retalhos3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A Biografia é um gênero literário em que o autor faz um o relato da vida de uma pessoa e dos aspectos de sua obra, freqüentemente abordados de um ponto de vista crítico e não apenas historiográfico. Como todo gênero literário, assumiu diversas formas de expressão ao longo do tempo. Uma dessas formas de expressão, e que hoje em dia está bem em alta, é a biografia através de histórias em quadrinhos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Confesso que nunca fui muito de ler quadrinhos desse estilo, durante minha adolescência me detive nas HQ´s de super-heróis, passando por ficções espaciais e até mangás de aventura. Só com os vinte e poucos anos batendo a porta comecei a ler obras que retratavam mais o cotidiano e o intimismo do ser humano. Porém, o que me despertou o interesse pelas histórias em quadrinhos de biografia foi algo fora (nem tanto assim) do mundo da arte seqüencial: o &lt;b&gt;cinema documentário.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A menos de três anos comecei a conhecer e ver mais filmes documentários, obras que tratam de personagens reais, situações de nosso mundo, buscando desnudar, também com um pouco de poesia, momentos e pessoas que muitas vezes passam despercebidos por nossos olhos no dia-a-dia. Nunca li &lt;b&gt;Maus&lt;/b&gt; de A&lt;b&gt;rt Spielgeman&lt;/b&gt;, um clássico desse gênero de quadrinho biográfico, também nunca li &lt;b&gt;Robert Crumb&lt;/b&gt; que já nos anos 70 mostrava a vida submunda dos Estados Unidos, junto a outros nomes do underground. Talvez, o mais próximo de biografia que tenha chegado num passado tenha sido &lt;b&gt;Joe Sacco&lt;/b&gt; e seu &lt;b&gt;jornalismo em quadrinhos&lt;/b&gt;. Onde, ele retrata a vida e os problemas de locais como &lt;b&gt;Palestina&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Gorazde&lt;/b&gt;, dando um caráter jornalístico, não sendo tanto assim uma biografia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos últimos anos várias obras têm chegado às bancas e livrarias contando os problemas e aspectos da vida de pessoas, muito deles os próprios desenhistas ou escritores. Histórias como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fun_Home"&gt;Fun Home&lt;/a&gt;, escrita e desenhada pela quadrinista estadunidense &lt;b&gt;Alison Bechdel&lt;/b&gt;, e  &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=3182479&amp;amp;sid=1801571611181154211675474&amp;amp;k5=1C6A6CD5&amp;amp;uid="&gt;Modotti - Uma mulher do século XX&lt;/a&gt;, de Angel de La Calle, e obras de Robert Crumb e Kazuichi Hanawa tcom suas autobiografias em histórias em quadrinhos, só para citar algumas entre tantas que surgem a nossa frente, se tornaram corriqueiras e até modismos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, a HQ que me fez escrever esse texto é sobre um norte-americano, temente a Deus, preso em conservadorismos e em busca de se descobrir: Retalhos, de Craig Thompson (Companhia das Letras). Em suas quase 600 páginas, Thompson retrata sua vida começando na infância, onde sua relação com a família, seu irmão em especial, e a religião já norteia o caminho que iremos ver adiante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com uma narrativa gráfica repleta de mostras visuais de sensações tão intimas que para cada um poderia ser desenhada de uma forma diferente, o autor nos coloca um personagem/alterego medroso, acuado pela pressão da escola, igreja, pais e da responsabilidade de ter que cuidar de um irmão mais novo – dividindo a cama e as noites sem sono com ele – buscando na imaginação e nos desenhos formas de fugir de uma vida que não gostava.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/S8yiRY4_7RI/AAAAAAAACCo/I4i2etJqcgc/s1600/retalhos4.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/S8yiRY4_7RI/AAAAAAAACCo/I4i2etJqcgc/s200/retalhos4.jpg" width="128" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, retalhos não é só uma HQ sobre uma pessoa e sua vida, mas também, de um romance e como ela lida com novos sentimentos e a vida dos outros. Na adolescência, Craig conhece a bela Raina e em um misto de grande amizade e amor, os dois desenvolvem uma relação de ancora e fuga para ambos. Raina é uma jovem mais descolada que Craig, com amigos, irmãos com deficiências físicas e mentais, mais decidida que o protagonista, porém, perdida em meio à separação de seu pai e sua mãe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Retalhos fala de problemas que podemos ou vivemos no dia-a-dia, dúvidas que nos surgem, encontros e desencontros, de uma forma suave e sedutora, com desenhos encantadores, que nos transportam para as sensações vividas pelo próprio Craig em cada momento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como aponta o Paulo Roberto, no site da &lt;a href="http://bravonline.abril.com.br/blog/paulorobertopires/"&gt;Bravo&lt;/a&gt;, “o pulo do gato de Craig Thompson é, precisamente, ter também desenhado e não apenas escrito estes ‘Retalhos’.  Como romance, talvez chafurdasse na vala comum das histórias de formação. Como graphic novel: o personagem expressa a ternura de ganhar uma colcha de retalhos da mulher que ama “&lt;a href="http://bravonline.abril.com.br/imagem/fwa/1244084533671_134.jpg"&gt;entrando&lt;/a&gt;” no tecido, vivendo radicalmente uma metáfora.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Serviço:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/S8yhU2dZ19I/AAAAAAAACCg/CdJiAaYlDK4/s1600/retalhos2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/S8yhU2dZ19I/AAAAAAAACCg/CdJiAaYlDK4/s200/retalhos2.jpg" width="138" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Retalhos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Editora:&lt;/b&gt; Companhia das Letras&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Autor:&lt;/b&gt; CRAIG THOMPSON&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2009&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Número de páginas:&lt;/b&gt; 592&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Acabamento:&lt;/b&gt; Brochura&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Formato:&lt;/b&gt; Médio &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-7742504759330230121?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/7742504759330230121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=7742504759330230121&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7742504759330230121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7742504759330230121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/retalhos-e-os-quadrinhos-biograficos.html' title='Retalhos e os Quadrinhos Biográficos'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/S8yhIyS7D8I/AAAAAAAACCY/F6Hy7ge8-No/s72-c/retalhos3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-667287856572019729</id><published>2010-08-15T08:09:00.000-07:00</published><updated>2010-08-15T08:09:01.270-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>HQ´s e as empresas: Por onde andar?</title><content type='html'>Recentemente o site do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Universo HQ&lt;/span&gt; colocou uma noticia interessante:&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Em parceria com a AniBoom, a Marvel Comics está promovendo um concurso que pode tornar realidade o sonho de milhões de fãs em todo o mundo. A competição consiste em criar motion comics (quadrinhos animados) das séries Hulk vs. Wolverine e Nova combinando imagens, áudio e roteiros previamente disponibilizados pela "Casa das Idéias". Os candidatos deverão enviar as sete primeiras páginas de cada série até o próximo dia 5 de outubro. Os 50 trabalhos mais votados no site da AniBoom (&lt;a href="http://www.aniboom.com/Competition/Marvel/rules"&gt;http://www.aniboom.com/Competition/Marvel/rules&lt;/a&gt;) ganharão uma assinatura anual dos quadrinhos digitais da Marvel. No dia 19 do mesmo mês, serão divulgados os cinco finalistas que automaticamente receberão dois mil dólares. Eles terão acesso a novos arquivos para produzir as outras páginas e completar as HQs animadas. O ganhador dos dez mil dólares, que também verá seu trabalho publicado no site da Marvel, será anunciado no dia 23 de novembro.&lt;/blockquote&gt;Esse passo da Marvel leva para um outro patamar um “fenômeno” que acontece em vários países e inclusive aqui no Brasil está dando seus primeiros passos: um maior diálogo e cooperação de empresas com produtores e fãs de quadrinhos.&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aqui em nosso país gostaria de destacar um projeto que tem aberto espaço para produtores independentes da nona arte: a &lt;a href="http://quadrinhos.oi.com.br/"&gt;Oi Quadrinhos&lt;/a&gt;. O projeto estreou ano passado com um site da operadora de telefonia móvel, a primeira produção foi a HQ online &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Corporação&lt;/span&gt;, também disponibilizada para celulares. Esse ano o projeto se ampliou trazendo ao todo 24 histórias produzidas por autores e desenhistas diversos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/SrrdUAfbOhI/AAAAAAAAB2s/NZcdSfZStVs/s1600-h/capa-385x600.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384859640273779218" src="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/SrrdUAfbOhI/AAAAAAAAB2s/NZcdSfZStVs/s320/capa-385x600.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 207px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 133px;" /&gt;&lt;/a&gt;Participam nomes como André Dahmer (Os Malvados), Julio Shimamoto (Samurai, Metal Pesado) e Jean Dias (Highlander e Red Sonja), além de artistas provenientes de outras mídias, como Fernando Caruso (Zorra Total e ZÉ – Zenas Emprovisadas), Bento Ribeiro (Furo MTV) e o cineasta Matheus Souza. A proposta é lançar no portal uma HQ mensalmente de junho a dezembro, além de manter blog e fóruns e uma sessão dedicada a autores independentes, obras que normalmente não conseguiriam (ou não conseguiram) tanta expansão em divulgação, por conta dos velhos problemas de nosso mercado: alto custo de produção, problemas em distribuição nacional, marketing, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Histórias como Painkiller, Homem Qualquer coisa, Necronauta, Charges de André Dahmer, Penitente, Neovirtual, Vigilante, entre outras, já deram as caras no projeto. A iniciativa chama a atenção para um nova forma de se relacionar das histórias em quadrinhos com seus leitores, com as empresas e o mercado. Há tempos bato na tecla aqui da importancia do impacto que os novos meios de comunicação digitais tem nos “velhos” meios de comunicação de massa, no habito de consumo e na construção de um público. Redes de TV veem sua audiencia baixar não por que o telespectador mudou de canal, mas sim por que desligou a televisão e foi ver o novo webhit, comentar sobre a novidade do dia em chats, baixar filmes, ler scans, enfim, uma nova cultura de percepção do mundo, apreensão de informação e entretenimento já nasceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os antigos “gibis” até demoraram a iniciar-se nesse admiravel novo mundo, com seus obstáculos, desafios, criatividade e empreendedorismo. Interessante ver empresas se preocupando em alcançar esse novo público e divulgar o trabalho feito em nosso país. Vida longa a projetos como esse, e que outros mais surjam. O Oi Quadrinhos tem o patrocínio da Oi e da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, o projeto foi desenvolvido pelos roteiristas e produtores cariocas Alvaro Campos e Fernando Azevedo, da Vilania Comics.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/rBQWpnmCSx4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/rBQWpnmCSx4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-667287856572019729?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/667287856572019729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=667287856572019729&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/667287856572019729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/667287856572019729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/hqs-e-as-empresas-por-onde-andar.html' title='HQ´s e as empresas: Por onde andar?'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/SrrdUAfbOhI/AAAAAAAAB2s/NZcdSfZStVs/s72-c/capa-385x600.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-7228063662068932053</id><published>2010-08-15T08:07:00.000-07:00</published><updated>2010-08-15T08:07:18.053-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Copacabana, princesinha do mar...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/Soxx6yip0pI/AAAAAAAAByo/VB84lcOXbJI/s1600-h/header.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371793710359630482" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/Soxx6yip0pI/AAAAAAAAByo/VB84lcOXbJI/s400/header.JPG" style="cursor: pointer; display: block; height: 174px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“Copacabana é aquele bilhete que você, totalmente de ressaca, encontra no bolso da calça de manhã. O bilhete da garota com quem você trombou ontem numa festa. E você sabe que ela é encrenca” (Mário Bortolotto).&lt;/blockquote&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;Toda cidade tem seu lado sujo, cruel e ao mesmo tempo lindo de se ver. Até as mais belas paisagens de um lugar, por mais clichê que seja, guardam histórias sórdidas e tão cotidianas quanto caminhar por uma calçada em uma manhã. Assim é Copacabana (Ed. Desiderata, R$40, 200 págs), da dupla Lobo e Odyr, respectivamente roteirista e desenhista, remanescentes da revista Mosh.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/SoxygWGnaUI/AAAAAAAAByw/NYZ-hq58fH8/s1600-h/diana.gif" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371794355560868162" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/SoxygWGnaUI/AAAAAAAAByw/NYZ-hq58fH8/s400/diana.gif" style="cursor: pointer; float: right; height: 140px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 57px;" /&gt;&lt;/a&gt;A história versa sobre a vida de Diana, uma protistuta atolada em dívidas, que mente para mãe dizendo que é enfermeira, tem que aturar seus pedidos de dinheiro cada dia mais altos, e ainda se envolve em um crime que pode lhe levar para o fim de sua jornada. Terminei essa semana de ler o livro, gostei muito. Ele nos faz sentir realmente caminhando pelas ruas de Copacabana, RJ, daquele lugar com turistas, praia e um submundo que as imagens televisivas não mostram. Uma verdadeira série com o ar HBO de ser, só que mais verdadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;Copacabana é o primeiro álbum de quadrinhos de Lobo e Odyr e mantém em suas páginas uma pegada de história “noir”, contada em capítulos como uma obra Nelson Rodriguiniana da mais alta qualidade, apesar de uns caminhos fáceis e mais dos mesmos típicos do gênero.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/Sox1XuNvejI/AAAAAAAABzA/2RXOHaSRkvw/s1600-h/copacabana5.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371797505949268530" src="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/Sox1XuNvejI/AAAAAAAABzA/2RXOHaSRkvw/s400/copacabana5.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 286px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;Segundo o &lt;a href="http://www.copacabanaemquadrinhos.com.br/"&gt;site &lt;/a&gt;da HQ “O roteiro nasceu de noites de insônia que Lobo, diretor de arte durante o dia, passou caminhando pelas calçadas de Copacabana e conhecendo travestis, traficantes, gringos, motoristas de táxi, meninos de rua, vendedores de flores e velhinhos. E claro, um exército de garotas  de programa de todos as cores e formatos, ganhando a vida no charme e no suor entre a Prado Júnior e a Avenida Atlântica. Todo esse cenário felliniano decadente, mas cheio de vitalidade e calor humano, somado com as histórias e lendas urbanas que circulam ao redor dele, foram parar no roteiro que Lobo foi escrevendo ao longo dos anos, filtrando tudo com o ouvido do escritor ligado na rua. No momento ele edita quadrinhos para várias editoras através da Barba Negra, sua casa de idéias criada com Odyr e trabalha em novos roteiros. E ainda percorre ocasionalmente as noites de Copacabana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que toda cidade precisava de uma obra assim, daquelas de desvelam as sombras e mostram uma realidade vivida por muitos e que, em muitos casos, pouco se importam em vivê-la, já se acostumaram ou até mesmo gostam. Ainda mais, com um traço como de Odyr, totalmente adequado ao clima da história e a coisa nada “padrão”, ou seja, desenho limpo, bem definido e claro. Aqui você vê um retrato de um ambiente igual ao seu desenho. Obra nacional recomendadíssima, não só para quem quer prestigiar o quadrinho brasileiro, mas para quem gosta de ver algo de diferente nas histórias em quadrinhos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-7228063662068932053?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/7228063662068932053/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=7228063662068932053&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7228063662068932053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7228063662068932053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/copacabana-princesinha-do-mar.html' title='Copacabana, princesinha do mar...'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/Soxx6yip0pI/AAAAAAAAByo/VB84lcOXbJI/s72-c/header.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-3093691951779742750</id><published>2010-08-15T08:05:00.000-07:00</published><updated>2010-08-15T08:05:33.218-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>Os quadrinhos e o marketing 2.0</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogcdn.com/www.cinematical.com/media/2008/03/gothamtimes.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.blogcdn.com/www.cinematical.com/media/2008/03/gothamtimes.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 277px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 396px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caiu sobre meus olhos dia desses um artigo feito por &lt;a href="http://www.consultesamways.com.br/"&gt;Cândida Nobre&lt;/a&gt; intitulado: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a realidade e a atualidade na promoção do filme Batman: o cavaleiro das trevas&lt;/span&gt;.  Nele, ela discute como as ações de marketing de The Dark Knight  trouxeram uma noção de realidade para uma cidade fictícia, e viva só no  imaginário de seus fãs: Gotham City.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt; &lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Acho que desde que Lost criou seu &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lost Experience &lt;/span&gt;(chamado carinhosamente pelos fãs de LostXP), levando para outro patamar a junção das novas tecnologias da informação (blogs, youtube, sites, hyperlinks) com o mundo do entretenimento tradicional, em especial a televisão, ficou marcado na mente de quem gosta da área de comunicação (cinema, TV, internet, etc) que muita coisa podia ainda ser feita e descoberta, e não só pelo gênero de entretenimento,  mas acredito que grandes empresas de outras áreas podem “enfeitar” sua marca usando desses recursos. Empresas como &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=lsO6D1rwrKc"&gt;Nike&lt;/a&gt;, a agência italiana &lt;a href="http://www.savethetextsavethewords.com/"&gt;Bright.ly&lt;/a&gt;, A NBC com &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Heroes_360_experience"&gt;Heroes&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://www.arkhosbiotech.net/"&gt;Guaraná Antarctica&lt;/a&gt;, já trabalham nessa perspectiva de saber que existe uma boa parcela de seu público consumidor que se interessa por esse novo meio de relacionamento com seus produtos preferidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/SkOghFPofKI/AAAAAAAABlE/p_BPZ5vWMT0/s1600-h/cwim.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351297272450153634" src="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/SkOghFPofKI/AAAAAAAABlE/p_BPZ5vWMT0/s400/cwim.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 58px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 247px;" /&gt;&lt;/a&gt;Falei tudo isso, para chegar no ponto sobre os quadrinhos, e aproveitando o ensejo do texto do &lt;a href="http://www.interney.net/blogs/melhoresdomundo/2009/06/19/as_hqs_estao_mortas/"&gt;Change&lt;/a&gt; no MDM, onde ele “profetiza” que as HQ´s estão mortas, resolvi falar sobre como as empresas de quadrinhos tratam esse lado da nova cultura digital que surgiu. Talvez o mais comum de se ver sejam os tais “hotsites” exspeciais, como o da &lt;a href="http://web.hotsitepanini.com.br/aguerradosaneis/"&gt;Guerra dos Anéis &lt;/a&gt;no Lanterna Verde ou da &lt;a href="http://web.hotsitepanini.com.br/guerracivil/"&gt;Guerra Civil&lt;/a&gt; da Marvel, essa última por sinal fez uma estratégia bem inovadora na época que deu bons frutos web afora: colocou a disposição dos leitores banners a favor ou contra o “registro de super-humanos”  para serem colocados em blogs, sites, fóruns e afins, forma inteligente de manter na mente dos fãs a discussão em cima da história, mesmo &lt;a href="http://marvelultimatealliance.marvel.com/en/CivilWarOnline/"&gt;depois&lt;/a&gt; do seu &lt;a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/2007/n26042007_03.cfm"&gt;fim&lt;/a&gt;. São atitudes como essa que estimulam o leitor a procurar saber e ver mais e mais de uma revista, pena ficarem restritas a apenas megasagas, e não manter um constante interesse por revistas periódicas normais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/SkOhcCzhOVI/AAAAAAAABlM/qRXoZ0hrghg/s1600-h/panini.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351298285407648082" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/SkOhcCzhOVI/AAAAAAAABlM/qRXoZ0hrghg/s400/panini.JPG" style="cursor: pointer; float: left; height: 147px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 215px;" /&gt;&lt;/a&gt;Aqui no Brasil a situação é ainda pior, por que as editoras  não têm um pensamento em desenvolver atividades de marketing interessantes voltadas diretamente pro público brasileiro (e não somente copiar algo feito nos states), isso me faz lembrar as palavras do Change: “Você vê a Panini, que ainda encara seu atual site como um braço pobre de sua assessoria de imprensa, sobreviver mais dez anos aqui no Brasil?”.  O Pior que as editoras de quadrinhos ainda pensam que seu lado virtual (site) é só uma forma de dizer o que vai ser publicado no mês, não exploram recursos multimídias poderosos e formas de atrair público. Lembro do lançamento da revista Kick Ass, de Mark Millar, em que fizeram um vídeo simulando o personagem da revista salvando alguém (cena essa que depois estava na revista), uma boa forma também de chamar a atenção de até quem não conhece muito quadrinhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-3093691951779742750?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/3093691951779742750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=3093691951779742750&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3093691951779742750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3093691951779742750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/os-quadrinhos-e-o-marketing-20.html' title='Os quadrinhos e o marketing 2.0'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/SkOghFPofKI/AAAAAAAABlE/p_BPZ5vWMT0/s72-c/cwim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-4981228905653736471</id><published>2010-08-15T08:02:00.001-07:00</published><updated>2010-08-15T08:02:47.392-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>A referencialidade nos quadrinhos</title><content type='html'>&lt;a href="http://wqtransito.vilabol.uol.com.br/referencias.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://wqtransito.vilabol.uol.com.br/referencias.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 230px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 371px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;È mais que sabido que hoje em dia temos na sociedade uma cultura de convergência de mídias, tendências e gostos, e deva ser por isso que os nerds estão mais do que na moda (o fantástico que o diga). Mas, se pensarmos para o nerd o que é a moda, o que lhe chama tanto o interesse? Não, não falarei aqui de roupas para se usar em cosplay, nem camisas com estampas de heróis, mas sim de uma estratégia do mercado de cultura pop que vem funcionando muito bem para chamar a atenção dessa parcela de seres (anti) sociais, e que faz com que eles comprem mais e mais algo que é lançado: a auto-referencialidade, ou melhor, como os quadrinhos levaram para dentro de si a convergência midiática.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.comicshack.com/pictures/planetary.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.comicshack.com/pictures/planetary.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 171px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 162px;" /&gt;&lt;/a&gt;Para inicio de conversa, irei citar um exemplo de obra que com certeza 11 de 10 fãs dos quadrinhos devem conhecer e tem bem explícito esse artifício da referencialidade: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Planetary&lt;/span&gt;, de Warren Ellis. A obra trata um grupo de pessoas com poderes especiais que catalogam, como arqueólogos, a “história oculta da humanidade”, uma história com raízes fortes na cultura pop. Portanto, como disse o João Felipe do &lt;a href="http://www.sobrecarga.com.br/node/view/6206"&gt;Sobrecarga&lt;/a&gt;, “espere de cada aventura de Planetary citações e referências ao mundo do cinema e das histórias em quadrinhos, nas palavras do mestre Alan Moore: ‘Warren Ellis e John Cassaday fabricaram um engenhoso mecanismo com o qual podem explorar as possibilidades de nossa situação contemporânea’. Isto é, resgatar elementos do passado dando um novo encaminhamento e apontando para um possível futuro da nona arte.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa sentença mostra bem o que quero discutir aqui, como nessa primeira década do século vinte e um o recurso de uma mídia fazer referência a outra, ou a si mesmo, está sendo muito utilizado para ser um atrativo a mais para quem compra. Com Planetary, e suas inúmeras citações visuais escondidas, ou não, gerou enxurradas de discussões em fóruns, teorias e até um &lt;a href="http://guiaplanetary.blogspot.com/"&gt;guia&lt;/a&gt;, fomentando a curiosidade de quem não conhecia e aumentando o interesse de quem já na primeira edição se tornou fã. Ou seja, Ellis sabiamente usou o gosto pelo saudosismo e colecionismo do passado dos leitores para prender suas atenções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;E&lt;/span&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;stratégia também utilizada por &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Grant Morrison&lt;/span&gt; na sua megasaga &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Crise Final&lt;/span&gt;, que muitos alardearam ser “arrogante, presunçosa e complexa” demais, até tem sua lógica, mas, antenado com os novos tempos e leitores, Morrison criou uma verdadeira caça a símbolos escondidos, histórias esquecidas e revivals por parte dos fãs do Universo DC. Na verdade, o escritor já faz esse tipo de coisa desde seus tempos de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Homem-Animal&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Patrulha do Destino&lt;/span&gt;, só que lá era mais com personagens “sumidos”, ampliando tudo isso em CF e em sua passagem pelo Batman, alimentando a fome de um leitor de quadrinhos que vive na velocidade e interconeção de uma vida cibernética, de wikipédias e cultura participativa, um verdadeiro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Leitor 2.0&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que qualquer pessoa ligada com as novidades desse mundinho virtual já tinha percebido que instigar o público com a lógica de pesquisa e “caça ao tesouro” é lucrativo, os produtores de Lost que o digam. Tanto que produtos audiovisuais como a série &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;The Bing Bang Theory &lt;/span&gt;e o recém-lançado filme brasileiro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Apenas o Fim&lt;/span&gt;, usam e abusam da capacidade nerd de se interessar por coisas que fazem referência aos seus gostos, explorando bem um filão de consumo que até pouco tempo era simplesmente renegado pela mídia e o capital.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-4981228905653736471?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/4981228905653736471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=4981228905653736471&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4981228905653736471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4981228905653736471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/referencialidade-nos-quadrinhos.html' title='A referencialidade nos quadrinhos'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-4516021357303909841</id><published>2010-08-15T08:00:00.000-07:00</published><updated>2010-08-15T08:00:31.559-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>Uma sombra viva</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UQBUgb4bWb0/ShVnMgMzYRI/AAAAAAAAA_s/WQbKUXvHDHs/s1600-h/batman-from-hell.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5338286397817315602" src="http://1.bp.blogspot.com/_UQBUgb4bWb0/ShVnMgMzYRI/AAAAAAAAA_s/WQbKUXvHDHs/s400/batman-from-hell.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 300px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;Criar um personagem, seja ele de filme, livro ou quadrinhos, apesar dos Robs Liefelds da vida tentarem provar o contrário, é um trabalho árduo e minucioso. È necessário pensar uma gama de possibilidades, complexidades e motivações. Ouso dizer, que no Universo DC um personagem seja o mais complexo dentre os super-heróis da editora: Bruce Wayne.&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não sei se alguém achou estranho, mas poderiam me perguntar por que me refiro ao alterego e não ao Batman. Para mim, Wayne é a síntese de um personagem multifacetado, um garoto que viu os pais serem assassinados quando ainda era criança e nunca conseguiu superar isso, preferindo se refugiar em uma construção (o morcego) do que se levantar e tentar mudar o mundo de outra forma, afinal o cara é um multimilionário. Mas ai você me diria: “ele é um herói, se não tivesse tragédia e trauma não existiria história”, concordo caro leitor uareviano, não critico o caminho escolhido para o personagem, afinal sou fã do Cavaleiro das Trevas assim como ele é. Só utilizo exemplos para mostrar que se fazer uma história não é para qualquer um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só para constar: quantos autores sabem, de verdade, trabalhar as várias faces do “príncipe de Gotham”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UQBUgb4bWb0/ShVnc8jIZAI/AAAAAAAAA_8/PAG1FeXON08/s1600-h/Batman_Shadow_of_the_Bat_79.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5338286680305067010" src="http://3.bp.blogspot.com/_UQBUgb4bWb0/ShVnc8jIZAI/AAAAAAAAA_8/PAG1FeXON08/s320/Batman_Shadow_of_the_Bat_79.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 320px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 213px;" /&gt;&lt;/a&gt;Agora falemos um pouco sobre o Batman. Logo de cara percebemos que ele é um Lone Ranger, assim como o personagem que o inspirou: Zorro. Um cara perturbado que, como dito, não soube deixar para trás a morte dos pais e se ancora em uma fantasia de combatente do crime para conseguir viver. Passa noites lutando contra si mesmo, ao socar bandidos e voar entre prédios. Talvez, por saberem que esse caminho só poderia levar um homem a destruição que introduziram o Robin, para dar uma leveza as suas histórias e uma tábua de salvação para o personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu o vejo como um psicótico, sedento por um tipo de salvação ao “fim do túnel”, um cara que começou achando que está fazendo o certo e vai sendo consumindo aos poucos até chegar a um ponto onde surta, não muito diferente de seus vilões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sinal, os vilões são também a síntese de um personagem. Um cara como o Batman tem vilões que são seu reflexo distorcido, e isso torna a história mais instigante ainda, pois, como fica o bem dentro de uma linha tão tênue como a que ele vive em sua luta diária? É necessário para um homem se autopoliciar sempre para não cruzá-la, e só esse policiamento já é um martírio constante pro homem por detrás da mascara, uma forma de deixar mais humano um ser com o pé no mitológico. Uma analogia que gosto muito de fazer é de que ele é o lado violento/sombrio da justiça, enquanto o Superman o lado ingênuo/crédulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu gosto desse conceito de humanizar heróis, dia desses em uma conversa de MSN da vida discutia sobre isso: eu defendendo a humanização do Batman e meu companheiro de debate quase exaltando o lado “cool” do morcego, reflexos da overpowerização nos anos 90 do personagem. Gosto dos personagens da DC também porque apesar de muito irreais, ele são até mais humanos que os da Marvel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explico. Por viverem muito nesse mundo mitológico se tornam mais complexos, na Marvel é tudo muito claro desde o inicio: Homem-Aranha é um fudido, em busca de emprego, amor, cuidar da tia e ainda ser herói, é legal, mas com o tempo se torna previsível, tanto que a cada dois anos são mil reviravoltas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Batman você pode trabalhar vários aspectos de algo tão louco que dá varias interpretações, como vimos ao longo de sua história. Não digo aqui que um é melhor que o outro, isso não existe apesar de grupelhos quererem discutir “sexo dos anjos” em comentários por aí, só digo que são diferentes, e isso é coisas como essas que tornam o mundo dos quadrinhos um lugar tão maravilhoso.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-4516021357303909841?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/4516021357303909841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=4516021357303909841&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4516021357303909841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/4516021357303909841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/uma-sombra-viva.html' title='Uma sombra viva'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UQBUgb4bWb0/ShVnMgMzYRI/AAAAAAAAA_s/WQbKUXvHDHs/s72-c/batman-from-hell.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-3206680413934318778</id><published>2010-08-15T07:58:00.000-07:00</published><updated>2010-08-15T07:58:21.757-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>Por que o mundo não precisa dessa Mulher-Maravilha?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://michaelmay.us/07blog/images/0510_wonderwoman.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://michaelmay.us/07blog/images/0510_wonderwoman.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 278px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 486px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Wonder Woman&lt;/span&gt; foi a primeira heroína criada pela indústria dos quadrinhos, em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1941&lt;/span&gt; pelo psicólogo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;William Marston&lt;/span&gt;, como fruto de uma percepção da necessidade de valorizar as capacidades femininas e seu potencial em um período de guerra mundial. Ou seja, para a DC, na época com o nome de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;All-American Publications&lt;/span&gt;, era bom ter uma mulher em suas revistas para chamar o público feminino, e, ao mesmo tempo, saciava a vontade delas de se sentirem menos impotentes perante o mundo do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;patriarcado&lt;/span&gt;. Levemos em conta que a revolução do feminismo só viria mesmo décadas depois.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.thecharlieman.com/Wonder%20Woman%20-%20Color%20-%20001.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.thecharlieman.com/Wonder%20Woman%20-%20Color%20-%20001.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 199px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 146px;" /&gt;&lt;/a&gt;Então assim, A &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Princesa Diana&lt;/span&gt;, de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Themyscira&lt;/span&gt;, filha da rainha das amazonas &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Hipólita&lt;/span&gt; e esculpida por &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Atena&lt;/span&gt; a partir do barro (um bom simbolismo para uma criação igual a do homem na bíblia), chegou ao “mundo dos homens” em uma missão de paz, em luta contra a guerra do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Deus Ares&lt;/span&gt;. Tudo muito bonito não? Dentre desse contexto entendemos bem o porquê de seu surgimento, sucesso e união em uma &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Trindade&lt;/span&gt; de Heróis principal (junto com Superman e Batman, três faces de uma moeda em minha opinião). Mas, não precisa ser gênio para perceber que na sua construção, mesmo sendo um personagem feminino/feminista, se teve muito do olhar masculino/machista. Começando pelo seu uniforme fetichista (com roupas mínimas e laços, um tipo de combo sadomasô) e a atitude de brigar primeiro e perguntar depois, e por anos essa foi a imagem de mulher que os quadrinhos propagou – junto com as &lt;a href="http://www.hillcity-comics.com/poster_misc/powergirl.jpg"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Poderosas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://images2.wikia.nocookie.net/marvel_dc/images/thumb/e/e8/Hawkgirl_59.jpg/350px-Hawkgirl_59.jpg"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mulheres-Gavião&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;a href="http://image.comicvine.com/uploads/vol/19000/18012/18012-105438-1-supergirl_400.jpg"&gt;Supergirls&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, hoje em dia, vivemos em novos tempos, onde a mulher conseguiu seu espaço no mercado de trabalho; inverteu lógicas de constituição familiar (mães solteiras, separadas, com maridos que cuidam da casa) e sempre me perguntei se uma heroína com ares gregos, formação masculinizada, é o ideal para representar nesse mundo tão simbólico quanto os quadrinhos as mulheres do Século XXI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://goodcomics.comicbookresources.com/wp-content/uploads/2009/03/ww1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://goodcomics.comicbookresources.com/wp-content/uploads/2009/03/ww1.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 242px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 163px;" /&gt;&lt;/a&gt;Desde a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Crise nas Infinitas Terra&lt;/span&gt;s, e sua reformulação pelas mãos de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Marv Wolfman&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;George Perez&lt;/span&gt; (fantástica por sinal), a princesa das amazonas tenta se encontrar no novo mundo que lhe foi apresentado. Suas histórias basicamente se prendem em eventos ligados a mitologia grega, crossovers com outros heróis, e tentativas de engrenar coadjuvantes bons. Há última coisa interessante que li dela foi à fase de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Greg Rucka&lt;/span&gt; onde ela não tinha identidade secreta, era embaixadora de Themyscira na ONU - tendo como base de operações a própria embaixada, em Boston, nos EUA. Porém, após os eventos de Crise Infinita, Themyscira desapareceu da Terra por intervenção das deusas do Olimpo, e a embaixada foi fechada. A heroína agora usa uma identidade civil secreta, adotando o nome de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Diana Prince&lt;/span&gt;, assim como ocorria na continuidade antes de “Crise nas Infinitas Terras”. Ou seja, em constante eterna mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação para mim se agrava mais ainda depois de ver histórias como &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alias&lt;/span&gt;, de Brian Bendis, e de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;René Montoya&lt;/span&gt;, em Gotham Central. Momentos que deram a personagens femininos personalidade e força diante de um mundo cruel e em tons de cinza. E taí, um bom motivo que pode ser a falta de profundidade da MM (a mulher, não o chocolate) atualmente: o conservadorismo editorial da DC, que deixa de pensar coisas inovadoras, tirar esse caráter maniqueísta que se agregou as histórias dos principais personagens da DC (Morrison no Batman e Johns, Robinson no Superman estão conseguindo até isso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/images/wonderwoman_189.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/images/wonderwoman_189.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 246px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 162px;" /&gt;&lt;/a&gt;Para Marston, as mulheres eram mais honestas e confiáveis do que os homens, daí, a Mulher Maravilha ser a propaganda psicológica para o novo tipo de mulher que deve governar o mundo. E Rucka até chegou perto, com uma Mulher-Maravilha política, com opiniões e o resultado disto no restante da humanidade, que é comandada por homens e cuja religião é judaico-cristã, diferente então, da religião da Princesa. Pela primeira vez desde sua reformulação se teve uma personagem firme, que sabia que nada mais era do que um pião nas mãos de deuses. O tal Feminismo proposto na gênese da personagem coloca que as mulheres são iguais aos homens, porém, com uma Super-Mulher voando pelos céus do mundo, a imagem que se tem que passar é de que as mulheres possuem o potencial não somente de serem tão boas quanto homens, mas de até ser superiores a eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dica:&lt;/span&gt; Um site onde podemos ver visões diferentes legais da Mulher-Maravilha é o &lt;a href="http://www.zeuscomics.com/blog/forums.php?op=view&amp;amp;p=355"&gt;Zeus Comics&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-3206680413934318778?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/3206680413934318778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=3206680413934318778&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3206680413934318778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3206680413934318778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/por-que-o-mundo-nao-precisa-dessa.html' title='Por que o mundo não precisa dessa Mulher-Maravilha?'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-3265373889419698832</id><published>2010-08-15T07:54:00.000-07:00</published><updated>2010-08-15T07:54:38.710-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Eu morro á meia noite (Kyle Barker)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/Sc5HJM-46MI/AAAAAAAABXQ/GOGLk-13HvU/s1600-h/roc.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318266433400531138" src="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/Sc5HJM-46MI/AAAAAAAABXQ/GOGLk-13HvU/s400/roc.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 269px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Simplicidade, bons desenhos, linguagem cinematográfica, bom humor e uma história de tirar o fôlego do inicio ao fim, daquelas que lhe prendem a cada passada de página. Assim é &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Eu morro á meia noite&lt;/span&gt; de &lt;a href="http://www.omelete.com.br/cine/100004646.aspx"&gt;Kyle Baker&lt;/a&gt; [não confunda com Clive Barker, criador de Hellraiser], escritor e desenhista da elogiada fase do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Homem-Borracha&lt;/span&gt; [nem adianta dar alô a Panini que eles não têm nem humor, infelizmente].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;Na história estamos na virada de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1999&lt;/span&gt; para &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2000&lt;/span&gt;, e temos toda a paranóia sobre o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bug_do_mil%C3%AAnio"&gt;Bug do Milênio&lt;/a&gt;. Para &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Larry&lt;/span&gt;, definitivamente tudo estava para chegar ao fim mesmo, isso depois de ser abandonado pela namorada e tomar comprimidos para ter sucesso em um suicídio. Tudo ia “bem”: comprimidos tomados, carta suicida feita, então, de repente, o motivo do ato de morte bate na porta e se diz arrependida. A partir daí, o personagem passa por toda uma odisséia para conseguir não morrer. Tenta cuspir os comprimidos, mas não tem sucesso por conta de vários imprevistos, consegue auxilio por telefone de uma médica que lhe diz que se não vomitar o remédio até a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;meia-noite&lt;/span&gt; não teria mais volta. A corrida contra o tempo começa, saindo pelas ruas de Nova York, tentativa de assassinato no metrô, torta de uma “vôzinha”, explosões e atos heróicos. Uma história de amor bem estranha, mas por isso mesmo muito interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/Sc5G441XbUI/AAAAAAAABXI/v_Tbxf5fpLo/s1600-h/p02.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318266153113972034" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/Sc5G441XbUI/AAAAAAAABXI/v_Tbxf5fpLo/s400/p02.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 257px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O roteiro de Baker prende realmente o leitor, em alguns momentos vemos a narrativa como um roteiro técnico feito para o desenhista ou mesmo como se fosse um livro. Uma outra curiosidade é a falta de balões [os diálogos e recordatórios são em legendas, como nos quadrinhos antigos], o desenho em si é simplesmente fabuloso. O estilo é o já consagrado do autor: puxado para a animação infantil. A cada reviravolta da trama a tensão (colocada também na disposição de imagens e texto) vai aumentando, e a vontade de se ver a história animada na “tela grande” também. Particularmente, gosto de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;one-shots&lt;/span&gt; (histórias fechadas), acho que influenciado pelo costume de assistir curtas metragens, ver uma situação direta, com inicio, meio e fim (diferente da maioria das revistas periódicas da atualidade). Como diria um conhecido meu roteirista de cinema: “história curta é a piada pronta, aquela que é simples, direta, mas mesmo assim não é simplória, traz suas surpresas de uma forma interessante”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/Sc5GrIY7c-I/AAAAAAAABXA/oJ08GtrVok4/s1600-h/p64.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318265916771496930" src="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/Sc5GrIY7c-I/AAAAAAAABXA/oJ08GtrVok4/s400/p64.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 377px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Essa HQ faz parte de um projeto &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vertigo&lt;/span&gt; chamado &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;V2K&lt;/span&gt;, que relata contos da virada do milênio, outra série relacionada a este projeto é &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4 Horsemen&lt;/span&gt;, com os quatro cavaleiros modernos do Apocalipse. Além destes dois, existem &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brave Old World&lt;/span&gt; (Admirável Mundo Velho) que conta uma história em que, em vez do ano virar para 2000, o tempo volta para 1900. E a outra é &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pulp Fantastic&lt;/span&gt;, do lendário &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Howard Chaykin&lt;/span&gt; ao lado de David Tischman (que já roteirizou Cable) e desenhos de Rich Burchett, numa história surreal de um planeta comandado por fanáticos religiosos. Boas inovações nesse mundo já desgastado dos quadrinhos americanos. Como, infelizmente, mais uma vez a Vertigo no Brasil perdeu sua casa, acredito que tão cedo veremos essa obra prima nas &lt;a href="http://hqvertigem.blogspot.com/search/label/Vertigo2"&gt;bancas &lt;/a&gt;por aí. Mas, assim que puderem leiam ela, e vejam como idéias que aparentemente são simplórias, se bem tratadas podem se tornar algo de alta qualidade.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-3265373889419698832?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/3265373889419698832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=3265373889419698832&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3265373889419698832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/3265373889419698832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/eu-morro-meia-noite-kyle-barker.html' title='Eu morro á meia noite (Kyle Barker)'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/Sc5HJM-46MI/AAAAAAAABXQ/GOGLk-13HvU/s72-c/roc.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-6748590502051690324</id><published>2010-08-15T07:50:00.000-07:00</published><updated>2010-08-15T07:50:59.940-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>Heroes: Uma odisséia rumo ao ostracismo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TFo_r1wy0QI/AAAAAAAACK4/EQ3c-cLA3jY/s1600/heroes_1920x1200.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="250" src="http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TFo_r1wy0QI/AAAAAAAACK4/EQ3c-cLA3jY/s400/heroes_1920x1200.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;"Como se parar uma série que explode?"&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Em 25 de setembro de 2006 nascia na TV Americana, uma série filha de fenômenos pops da primeira década do século XXI. Juntando a fama dos super-heróis, o fetiche pelos seus poderes e o sucesso comercial de filmes baseados neles, com o retorno com tudo das series de intrigas e mistérios, principalmente ancorado em Lost, que surgiu Heroes, uma criação de Tim Kring e que em sua primeira temporada logo alcançou índices altos de audiência e uma legião de fãs.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, passados os primeiros impulsos a série percorreu uma estrada em declive para o fracasso e a repudia até dos seus próprios fãs, concluindo com seu cancelamento em 2010. Mas, por que uma série que prometia tanto terminou como terminou?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em sua primeira temporada (que eu curto) a série se “inspirou” não só nos X-Men (afinal, qualquer mutante depois dos anos 60 é inspiração nos mutunas da Marvel não é? Sei!), mas no plot de Watchmen, onde uma “grande catástrofe irá destruir Nova York e juntar o mundo na caça aos responsáveis”. Porém, ao fim dela o fato foi impedido – infelizmente de uma forma idiota, sem grandes lutas pirotécnicas, mostrando bem o que vinha pela frente – e o rumo dos personagens deixado em aberto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para mim, ali já começaram os erros, mostrando como a produção não tinha coragem de se desfazer de personagens que não tinham mais como existir (Sylar, Hiro, Peter, oi?). Na segunda temporada simplesmente repetiram o plot de salvação do mundo e para não perder seus Wolverines jogou cada um dos três em jornadas sem sentido principalmente por serem overpowers, em uma boa mostra de como estavam perdidos. Como os respectivos personagens estavam no auge do sucesso, então, mesmo que não ajuda-se a trama, eles continuaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5_RFIHelCTQ&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/5_RFIHelCTQ&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que esse foi o problema principal de Heroes. Todas as temporadas viamos um mau uso de personagens, jogando-os para “lá” e “para cá” com o intuito de enrolar e no final estarem onde deviam estar. Na 3 temporada, por exemplo, tentaram ir para o lado mais próximo dos quadrinhos, até personagens mortos ressuscitaram, mais vilões surgiram – no bom estilo Image de personagens sem passado, com grandes poderes e situações que se resolvem de formas absurdas e sem lógica, buscando reviravoltas e cliffhangers. Em suma, se afastaram drasticamente da lógica de pessoas com poderes tentando viver com eles. E no meio disso tudo soaram forçados e descaracterizaram personagens.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, veio o volume 4: Fugitivos – integrando ainda a terceira temporada da série - trazendo um plot que deveria ter sido o da 2 temporada: Em um mundo de pessoas com poderes o que acontece quando o governo resolve caçá-los? Digo que era para ter sido o inicio da segunda temporada porque, afinal, uma explosão nuclear nos céus de Nova York nunca passaria despercebida pelos órgãos de inteligência do país. Porém, nesse volume, os “heróis” só são perseguidos por que o Senador Petrelli, em uma mudança gigantesca de personagem, entrega ao presidente uma pasta com o nome de todos conhecidos por ele, buscando “fazer o melhor para todos e para o país”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TFpCGUuFKAI/AAAAAAAACK8/z-Fnvd6ZbKI/s1600/heroes-wildstorm.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TFpCGUuFKAI/AAAAAAAACK8/z-Fnvd6ZbKI/s200/heroes-wildstorm.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Nesse meio tempo, o co-produtor executivo e colaborador nos roteiros da primeira temporada Brian Fuller - que se ausentou dela no fim da primeira temporada e foi fazer sua própria serie: &lt;a href="http://pt.wikilingue.com/es/Pushing_Daisies"&gt;Pushing Daisies&lt;/a&gt; – retornou com o status de “homem que salvará a todos”. Com sua supervisão a coisa melhorou, poderes foram diminuídos – Peter, por exemplo, passou a copiar poderes só a partir do toque em alguém, e Hiro com um tumor por excesso de uso de poderes passou a não usá-los mais tanto. Criou-se limites e problemas, buscando tornar mais humano e menos super. Em suma, ele organizou a casa, além de escrever um episódio épico passado em 1961 – copiando o plot de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rising_Stars:_Estrelas_Ascendentes"&gt;Rising Stars&lt;/a&gt; de um campo de concentração para mutantes, e deixou pronto (pelo que dizem) o principal da quarta temporada até o 14º episodio. Assim, a série ganhou um novo fôlego e conseguiu se manter na grade de programação por mais um ano. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não por coincidência, para mim, ate o 14º episodio da 4ª temporada tinha-se um ritmo legal, depois a série desandou novamente com saídas fáceis, correria e o lugar comum, seguindo assim até seu final no 19º episodio. Para quem não acompanhou, e para mostrar como a coisa tava feia, a seguir faço um apanhado do que vimos no último ano de Heroes. Se você tem problemas cardíacos, crianças no recinto ou não viu, não quer saber e tem raiva de quem sabe, não siga adiante, porque temos, obviamente, &lt;b&gt;SPOILERS&lt;/b&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O plot da 4 temporada, para variar, não era muito original: Um cara que comandava um circo de "especiais" – alias, denominação criada nessa temporada emulando o nome usado também em Rising Stars - que ficava mais forte de acordo com o numero de especiais perto, já que cada especial irradiava uma energia própria que ele absorvia e convergia em poder, mais uma vez Rising Stars feelings,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TFpDJkH_46I/AAAAAAAACLA/MLkuzXyAmK0/s1600/samuel.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TFpDJkH_46I/AAAAAAAACLA/MLkuzXyAmK0/s200/samuel.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Samuel, vilão da temporada&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O grande plano de nosso Magneto genérico? Botar o circo no Central Park, Nova York, reunir o máximo de pessoas e derrubar o chão sob seus pés, mostrar ao mundo “do que os freaks eram capazes”. Ah, e o grande papel de Hiro nessa temporada foi aparecer no circo e teletransportar os especiais para longe do vilão, assim, ele ficou sem forças e pode ser derrotado por Peter. Fantástico hein para um fim de serie.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao fim de toda essa “aventura”, Claire se&lt;a href="http://www.eupodiatamatando.com/wp-content/uploads/2007/10/heroes_claire_bennet_lambida.jpg"&gt; revela &lt;/a&gt;para o &lt;a href="http://img.blogs.abril.com.br/1/series-tv/imagens/heroes-beijo-lesbico600.jpg"&gt;mundo&lt;/a&gt; como uma supergarota em frente a câmeras de TV, Sylar se torna bonzinho depois de ter matado Nathan – no fim do volume 3 e tomar sua forma (depois de manipulação mental de Matt Parkman inserindo as memórias do Petrelli na sua mente) e se arrependido, virando amigo de Peter. Hiro continua o mesmo boboca sem propósito e acho que de (ir) relevante só. Cool hein man? Not.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para mim, o que destruiu com Heroes foi exatamente o seu criador: Tim Kring. Um cara que já disse em entrevistas não conhecer nada sobre o mundo dos quadrinhos, de seres com poderes, que queria só fazer sucesso como Lost estava fazendo e aproveitou os ganchos existentes. E não podemos esquecer que quando Fuller saiu da série quem entrou no seu lugar? Jeph Loeb, conhecido como um simples mercenário do mundo do entretenimento, além deles, a emissora, produtores e afins envolvidos no trabalho buscavam somente lucro, não só contar uma boa história.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TFpD9MvPHcI/AAAAAAAACLE/_3z-KA0sYGQ/s1600/tim+kring.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TFpD9MvPHcI/AAAAAAAACLE/_3z-KA0sYGQ/s200/tim+kring.jpg" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Tim Kring&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Se a serie fosse feita por pessoas de “culhões”, tinham descartado Sylar e Hiro na segunda temporada (pelo menos temporariamente), Nathan tinha morrido mesmo na explosão ao fim da primeira, Peter se tornaria um tipo de super-herói com menos poderes mesmo, sendo enfermeiro de dia e herói de noite - como ate chegou a se flertar na 4ª temporada - e a partir daí inseririam novos personagens interessantes tentando conviver com seus poderes. Pelo menos ate a metade do volume quando poderia surgir um perigo real para uni-los.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, é uma pena que uma série que prometia, e por um pouco tempo trouxe, ser bem interessante e atiçar o gosto pelo gênero heróico em telespectadores que não viam com bons olhos esse tipo de história, tenha se perdido no caminho. Acho que com o hype de Heroes nenhuma outra serie do gênero vá surgir tão cedo, isto é, serie com temática nerd, quadrinhistica, que não deixa de ser pop, mas diferente de uma Big Bang Theory mostre os superpoderes, não só fale deles. É esperar para ver as promessas que surgem ao horizonte e torcer para que algo legal apareça e continue bom até seu fim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PS: Abaixo coloco um vídeo que mostra um resumo do último episodio e coloca bem como a serie era algo somente de imagens e nada de diálogos fortes, se entende tudo só vendo, isso para mim não é algo positivo para uma historia audiovisual:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/S0ugg6TKUgs&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/S0ugg6TKUgs&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="520" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-6748590502051690324?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/6748590502051690324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=6748590502051690324&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6748590502051690324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6748590502051690324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/heroes-uma-odisseia-rumo-ao-ostracismo.html' title='Heroes: Uma odisséia rumo ao ostracismo'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TFo_r1wy0QI/AAAAAAAACK4/EQ3c-cLA3jY/s72-c/heroes_1920x1200.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-442984437156966272</id><published>2010-08-14T16:25:00.001-07:00</published><updated>2010-08-14T16:26:49.624-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Programa Ponto de Fuga (Drops)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8cKPFdFmDyA?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/8cKPFdFmDyA?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;b&gt;Ponto de fuga&lt;/b&gt;, em geometria, é o ponto de convergência das linhas que descrevem a profundidade dos objetos; é a direção para onde o objeto segue; se aprofunda.&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-442984437156966272?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/442984437156966272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=442984437156966272&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/442984437156966272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/442984437156966272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/programa-ponto-de-fuga-drops.html' title='Programa Ponto de Fuga (Drops)'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-6570023862705495864</id><published>2010-08-11T15:28:00.000-07:00</published><updated>2010-08-11T15:28:39.889-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Making Off Clipe Coletivo Movéis Coloniais de Acaju - João Pessoa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mi1PVgrIdJs&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/mi1PVgrIdJs&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-6570023862705495864?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/6570023862705495864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=6570023862705495864&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6570023862705495864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/6570023862705495864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/making-off-clipe-coletivo-moveis.html' title='Making Off Clipe Coletivo Movéis Coloniais de Acaju - João Pessoa'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-5767796772646149811</id><published>2010-08-09T17:07:00.001-07:00</published><updated>2010-08-09T17:07:58.054-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Pra Frente Brasil</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iKMKk3IrDb8&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/iKMKk3IrDb8&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-5767796772646149811?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/5767796772646149811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=5767796772646149811&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/5767796772646149811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/5767796772646149811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/pra-frente-brasil.html' title='Pra Frente Brasil'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-2376811175845114558</id><published>2010-08-02T11:54:00.001-07:00</published><updated>2011-11-14T18:34:45.832-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><title type='text'>É Proibido Fumar (2009)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-sKOSfGtbJAw/TsHPoRG7zFI/AAAAAAAACsI/TkVXai9SbPA/s1600/Fumar.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="183" src="http://2.bp.blogspot.com/-sKOSfGtbJAw/TsHPoRG7zFI/AAAAAAAACsI/TkVXai9SbPA/s400/Fumar.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Sempre gosto quando um filme me faz sentir que realmente o que estou vendo é cinema e não um simples amontoado de imagens coladas sem sentido. Cinema é algo, pelo menos para mim, que passa um sentido além do óbvio, do simples, seja no uso de uma cor, de uma fala ou pequenos gestos que mostram o poder que a imagem – arma principal da sétima arte – não está ali só por estar. Alguns filmes nacionais nos últimos tempos tem me dado o prazer de ver que em nosso país ainda existem narradores de ficção que sabem o que fazer com a ferramenta cinema, e um desses filmes foi exatamente o tema de hoje: É Proibido Fumar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme da diretora e roteirista Anna Muylaert conta a história de Baby (Glória Pires), mulher solteira que vive sozinha no apartamento que herdou da mãe. Ela dá aulas de violão para alguns alunos e vive em atrito com as irmãs. Quando o músico Max (Paulo Miklos) se muda para o apartamento vizinho, Baby vê nele a grande chance de voltar à vida. Para que o romance dê certo ela está disposta a enfrentar qualquer ameaça, inclusive seu vício compulsivo por fumar. Aliás, a questão do cigarro a primeira vista pode parecer como um discurso antitabagismo, porém, é mais uma metáfora para a psique da personagem de Gloria Pires do que um acessório sociológico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No cigarro nas mãos, estão depositados todas as inseguranças, desesperanças, comodidades e falta de vida de Baby, alguém apegado a mãe falecida e a um desejo que nunca cumpriu de viver a vida e ser feliz. Em seu encontro com Max, e no sopro de vida que ele lhe dá, a primeira atitude da personagem é buscar largar o fumo em prol de uma vivencia nova e sem conflitos. Porém, na primeira duvida e angústia a ânsia de fumar retorna e a empurra para o caminho final de sua história.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É Proibido fumar é um filme sobre pessoas comuns, em vidas comuns, com problemas comuns, que se cruzam e tornam algo ordinário em especial, diferente. Muylaert mostra bem isso em sua direção, mostrando ângulos ao mesmo tempo tão simples e óbvios até e ao mesmo tempo diferentes, como a cena de uma conversa de Baby com sua irmã onde as vemos por uma fresta de janela ou ainda o dançar de pernas ao redor de uma mesa de centro em uma discursão de Max e Baby, mostrando bem a confusão e desordem de pensamentos dos dois no momento. Sutileza e sensibilidade, talvez seja como podemos definir o cinema de Muylaert.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro ponto positivo do filme é sua ambientação. Em um mercado cinematográfico recheado de obras históricas, favelísticas ou de regionalistas, bom ver uma que trata da urbanidade comum pelo menos a boa parte das capitais brasileiras, com seus problemas, encontros e desencontros típicos. Seguindo a linha de Chega de Saudade e As Melhores Coisas do Mundo, ambos de Laís Bodansky, É Proibido Fumar se finca como um dos filmes que procura ver além do cotidiano de uma grande cidade, observar com suas lentes a angustia e sonhos de pessoas como você, eu e tantas outras que nos deparamos ao andar por aí.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kCAB0R98oCE&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/kCAB0R98oCE&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-2376811175845114558?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/2376811175845114558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=2376811175845114558&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/2376811175845114558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/2376811175845114558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/08/e-proibido-fumar-2009.html' title='É Proibido Fumar (2009)'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-sKOSfGtbJAw/TsHPoRG7zFI/AAAAAAAACsI/TkVXai9SbPA/s72-c/Fumar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-7264640671566555916</id><published>2010-07-25T20:48:00.000-07:00</published><updated>2010-07-25T20:48:56.404-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>The Runaways (2010)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TEz-P8G0XvI/AAAAAAAACKY/iy3o7EoDx30/s1600/runaways_03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TEz-P8G0XvI/AAAAAAAACKY/iy3o7EoDx30/s400/runaways_03.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Hello Daddy, hello Mom&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;I'm your ch ch ch ch ch cherry bomb&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Hello world I'm your wild girl&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;I'm your ch ch ch ch ch cherry bomb&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;(Cherrie Bomb - The Runaways) &lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1970 explodia uma nova fase do rock nos Estados Unidos. Rebeldia e atitude eram palavras de ordem e bandas como Slade, Sweet, Gary Glitter, T Rex, David Bowie, Black Sabbath, Alice Cooper, Kiss, Sex Pistols, entre outras, movimentavam o cenário da época. Um cenário altamente cheio de testosterona e machismo. Foi então que nos idos de 1976 Joan Jett, Lita Ford, Sandy West, Cherie Currie e Jackie Fox em um trailer se reuniram e formaram a banda The Runaways, em bom português: as Fugitivas. É a breve história dessa banda que a diretora &lt;i&gt;Floria Sigismondi&lt;/i&gt; traz no filme homônimo, lançado em março nos states e que chega em agosto por nossas terras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TE0AzH0rDjI/AAAAAAAACKg/oSGDL9KjREw/s1600/runaways_01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TE0AzH0rDjI/AAAAAAAACKg/oSGDL9KjREw/s200/runaways_01.jpg" width="132" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Logo no inicio, percebemos que o filme não se trata só da história da banda,  mas, especialmente, de Cherrie. Desde seus problemas familiares que a levam a “fugir” com o grupo, até os danos que a fama trouxeram a sua vida. Muito jovens, Cherrie (Dakota Fanning) mesmo começa com 13 anos sua jornada, as integrantes deixam-se levar fácil pelo sucesso e &lt;i&gt;la vida loca&lt;/i&gt; do mundo do rock,.Vemos tudo que já nos acostumamos a ver em filmes desse tipo: drogas, sexo, egos em fúria, todo tipo de coisa que pode facilmente bagunçar uma cabeça ainda sem o discernimento de entender o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seguindo a lógica musical, o filme tem muitos momentos de &lt;i&gt;videoclipe&lt;/i&gt;, não só no acompanhamento da trilha sonora, mas também na montagem – rápida e cheia de cortes – porém, que não se perde em sua “clipagem”, sendo coerente com o ritmo da própria história. Digo o mesmo da direção de Floria, fazendo escolhas de ângulos, texturas, que dialogam com as cenas e o mundo em que as personagens vivem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diferente de um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cazuza_%E2%80%93_O_Tempo_n%C3%A3o_Para"&gt;&lt;b&gt;Cazuza – O tempo não para,&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; The Runaways é um filme intenso, nos bons e maus momentos das personagens, não velando passagens de suas vidas em prol de um moralismo. Algumas subtrações aconteceram na própria história da banda – em relação a saídas de integrantes, confusões pós-fim – mas nada que atrapalhe o entendimento da história e a mensagem por trás, que, para mim, é de como a música pode conectar pessoas, levar-nos para algum lugar longe dos problemas e tornar algo eterno.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você pode não gostar da banda, pode não gostar de Dakota Fanning – surpreendente no papel de Cherrie e, seguindo assim, com muito ainda para mostrar como atriz – mas dê uma chance as fugitivas e&amp;nbsp; entenda que às vezes mesmo se formos longe, não podemos fugir de nós mesmos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1m_bPixPQuc&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/1m_bPixPQuc&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="600" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TEz_3tUfldI/AAAAAAAACKc/FFPfQAbJIBs/s1600/cartaz.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TEz_3tUfldI/AAAAAAAACKc/FFPfQAbJIBs/s200/cartaz.jpg" width="141" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Título Original: The Runaways&lt;br /&gt;Gênero: Drama | Music&lt;br /&gt;Duração: 1h 46min&lt;br /&gt;Ano: 2010&lt;br /&gt;Direção: Floria Sigismondi&lt;br /&gt;Elenco: Kristen Stewart,&amp;nbsp; Dakota Fanning, Stella Maeve, Scout Taylor-Compton ,Michael Shannon, Riley Keough, Hannah Marks, Alia Shawkat, Keir O'Donnell&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1217280781719698373-7264640671566555916?l=dizforme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dizforme.blogspot.com/feeds/7264640671566555916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1217280781719698373&amp;postID=7264640671566555916&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7264640671566555916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1217280781719698373/posts/default/7264640671566555916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dizforme.blogspot.com/2010/07/runaways-2010.html' title='The Runaways (2010)'/><author><name>Marcelo Soares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01011846201509527378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_v8p3bK9Nveo/R3MwYpFZyzI/AAAAAAAAAJM/R0GpgvkbkG4/S220/eu2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TEz-P8G0XvI/AAAAAAAACKY/iy3o7EoDx30/s72-c/runaways_03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1217280781719698373.post-3998316890321167051</id><published>2010-07-20T17:26:00.000-07:00</published><updated>2010-07-20T17:26:23.001-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Análises'/><title type='text'>Em busca de um olhar crítico</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TEY9PHVMOXI/AAAAAAAACKA/s7YtXB1Djo0/s1600/escher-3d.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="206" src="http://2.bp.blogspot.com/_v8p3bK9Nveo/TEY9PHVMOXI/AAAAAAAACKA/s7YtXB1Djo0/s400/escher-3d.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em um texto no site &lt;b&gt;&lt;a href="http://portal3.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/06/Fernanda-Wagner.pdf"&gt;Portal 3&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, Fatimarlei Lunardelli ressalta o papel do critico cinematográfico como um especialista que tem como uma das funções não dar "achismos" ou "lugares comuns", mas servir de guia e formador de opinião do público acerca de um filme, levantando prós e contras dentro de um embasamento cinematográfico. Nas palavras de Lunardelli:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: inherit;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Qualquer pessoa pode se tornar crítico de cinema, diz Truffaut, mas a crítica de um "especialista" na área será mais acertada – embora não necessariamente melhor escrita – do que uma crítica feita por alguém que não possui tanto repertório cultural. Um bom crítico deve conseguir fazer referências a outros produtos culturais (tanto filmes, como livros e coletâneas, por exemplo), pois assim enriquece seu trabalho, comunicando-se cVideocast Cinema em Cena - O trabalho do crítico: om aqueles leitores que também 
