quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
2011 Ventos
Em um determinado momento da vida percebi um certo "código marceliano" involuntário ligado aos anos, sempre um ano sendo regido mais por acontecimentos pessoais e o seguinte mais da area profissional, e assim se revezando. 2011 foi um ano atipico nisso, talvez quem sabe até um marco, uma mudança. Nesse ano tanto o pessoal quanto o profissional agitaram meus dias e minha mente.
Aprendi lições valiosas afetivamente em 2010 que me prepararam para um crescimento consideravel em 2011.
Passei, assim, a me conhecer melhor, saber realmente o que quero, o que devo evitar - e conseguir evitar até - e ter mais foco. Paralelamente, aprendi lições tão importantes quanto profissionalmente, a compreender que certas coisas nao se misturam, a aprender que é importante fugir de certas situações que podem dar dores de cabeça desnecessárias, e que foco, dedicação e esforço é a única coisa que nos leva pra frente, aliados, claro, a força de vontade e decisões feitas com sabedoria e o coração.
Aliás, coração é uma palavra que aprendi a respeitar e ouvir nos últimos tempos, um grande feito para aquele que o velho amigo de guerra Cleriston Oliveira chamava de zoação como um "homem de coração de pedra", que na verdade era a racionalidade latente sempre falando alto. Aprendi um pouco a equilibrar as coisas até, e de tabela a ser mais companheiro para amigos, respeitar seus jeitos de serem, decisões, mas sem deixar de ter minha opinião e dizer o que penso, afinal, nessa vida, autenticidade e não se guiar pelos outros é importante.
2011 foi um ano de promessas próprias cumpridas inclusive. Um ano onde pratiquei mais minha arte literária, onde me diverti mais do meu jeito peculiar, onde fui também mais eu mesmo, sem preocupações com pensamentos ou opiniões alheias. Termino o ano dizendo a mim mesmo: como é bom o amadurecimento.
Foi um ano também onde cumpri metas minhas, com a aprovação no mestrado, sonho que levo em minha mente há dois anos e que me preparei adequadamente para cumprir, e até tive tempo de surpreender comigo mesmo.
Cumprir metas, promessas, mas sem me pressionar demais, sem me gabar por te-lo feitas, sem precisar a todo momento mostrar aos outros que fiz isso ou aquilo, alias, 2011 foi o ano em que mais me irritei de ver esse tipo de comportamento nas pessoas e que mais me questionei qual a necessidade ou o valor de se estar eternamente provando algo a todo mundo, pessoas que nem lhe conhecem ou tão aí pra você. É preciso se fazer algo por que quer fazer e sem ficar dizendo ao quatro ventos. O sábio é aquele que cumpre e não o que diz que vai ou que cumpriu.
Fiquei também feliz esse ano com as vitórias de bons amigos, como Cleriston Oliveira, que aos poucos vi descobrir o seu lugar no mundo e ter conquistas significativas, conquistas também que vi e me orgulhei de ver em Megaron Xavier, um garoto ainda que busca seu espaço nesse mundo tão duro e frio. Foi um ano também que pude ter o prazer de conviver e conhecer melhor essa flor de luz chamada Cláudia Silveira, uma companhia importante e mais que agradavel.
Um 2011 que também vi amigos queridos que penaram, sofreram perante as intempéries da vida, mas que mesmo com o coração sangrando tentam seguir em frente, e esse não preciso citar o nome por que sabem que falo deles e o quanto quero seus bem, mesmo que nem sempre demonstre com tanta proximidade.
Me considero um homem simples, uma pessoa simples, que não precisa de carros do ano, de roupas caras, do último modelo tecnológico hi tech para se sentir integrado a circulos, redes ou se sentir satisfeito. Cresci na simplicidade de uma cidade de interior, com brincadeiras simples e ensinamentos valorosos de meus pais, que carrego até hoje e sempre.
Espero que continue sempre assim, amigo, justo, coerente, bem humorado, que consiga aprender com os problemas e sorrir mesmo nas dificuldades, e acima de tudo ser algo além de um nome em agenda ou rosto de mesa de bar ou festa, que facilmente é esquecido assim que um novo rosto apareça, pelo menos para aqueles que considero amigos e que queiram de fato me considerar também. Afinal, falsidade está em todo lugar, vejo sempre, até a ignoro, cumprimento, mas sei "viver entre os bons e maus e me guardar", como diria Ivan Lins.
Espero que 2012 seja como 2011, um ano de bons ventos, e que esses ventos soprem em todos que estão em meu coração e que me tenham nos seus. Feliz Ano Novo, feliz passagem pela vida e contem comigo para o que precisarem meus queridos amigos.
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sábado, 24 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Los Hermanos - Primeiro Andar
Primeiro Andar
Los Hermanos
Já vou, será
eu quero ver
o mundo eu sei
não é esse lá
por onde andar
eu começo por onde a estrada vai
e nao culpo a cidade, o pai
vou lá, andar
e o que eu vou ver
eu sei lá
não faz disso esse drama essa dor
é que a sorte é preciso tirar pra ter
perigo é eu me esconder em você
e quando eu vou voltar, quem vai saber
se alguem numa curva me convidar
eu vou lá
que andar é reconhecer
olhar
eu preciso andar
um caminho só
vou buscar alguém
que eu nem sei quem sou
Eu escrevo e te conto o que eu vi
e me mostro de lá pra você
guarde um sonho bom pra mim
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Mod MTV: Educação
Educação + Colaboração + Gamificação + Olimpíadas de Jogos Educativos + Música + Cultura Pop + Edupunk.
Muito bom o programa e a discussão do uso de tecnologia e novas formas de ensino dentro das escolas. Porém, uma questão se levanta: Se nossas escolas mal sabem trabalhar de forma interessante e atrativa os livros e assuntos normais, como saberão com esse novo conhecimento? E ainda, como trabalhar isso em um ambiente que não lhe dá essa estrutura?
Muito coisa ainda se tem a discutir e pensar sobre essa temática, ainda mais no ensino fundamental e universidades, dois "opostos" muito complicados. Fico pensando como minha área, Comunicação, pode melhorar suas aulas de graduação a partir dessa reflexão.
Muito coisa ainda se tem a discutir e pensar sobre essa temática, ainda mais no ensino fundamental e universidades, dois "opostos" muito complicados. Fico pensando como minha área, Comunicação, pode melhorar suas aulas de graduação a partir dessa reflexão.
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